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Ivo Rosa — A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 15/07/2019) Ivo Rosa Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que uma voz se levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões. 257 more words

via Ivo Rosa — A Estátua de Sal 

 

 

Se preferirem ler já aqui o texto, na integra, deixo-o – seguidamente.

prae2

Texto escrito por: Joseph Praetorius – 15 / 07 / 2019

 

 

 

IVO ROSA

 

Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz
Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que  uma voz se
levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz
tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões.

Mais uma vez, uma imprensa de prostituídos secunda o massacre dos
inimigos dos Direitos Fundamentais. Chegaram a imputar-lhe o desrespeito
pela jurisprudência dominante, imagine-se, como se houvesse jurisprudência obrigatória, como se ali na rua do Arsenal pudesse haver poderes
legislativos…

É bem certo que a liberdade só pode ser defendida por quem saiba o que isso
seja. Almas servis, com a gleba colada à pele (como já notava o medievo
Emanuel dei Rossi) são naturais inimigas dos direitos e, portanto, da Iustitia;
evidente – e celeste – opositora da prepotência e da opressão.

Queira Thémis, Nossa Senhora, amparar o magistrado de serena bravura que
pela certa conhece e trata pelo seu nome.

E creio que os juristas com a cabeça no sítio deviam protestar ao magistrado
a disponibilidade para o que possa ser-lhe útil. Por mim, aproveitarei estas
férias para mandar ao CSM uma cartinha a estranhar o massacre consentido,
sobretudo assente em asneras óbvias, de um juiz disciplinado, que sabe
defender a sua independência e respeitar os direitos dos seus concidadãos.

Os massacres destas “novas formas” de processo, incidem, primeiro, sobre os
arguidos a destruir, depois sobre os seus advogados – mas estes têm o dever
de ter as costas largas – e, por fim – era realmente o que faltava! – ousam
alvejar os juízes que não entreguem as cabeças pretendidas.
É mesmo preciso tratar disto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Túnel de vento (de Carlos Alberto Augusto) – mais logo, em Coimbra.

É

– um evento a não perder, uma obra com um historial absolutamente notável, num espaço único, que é, ele próprio, um elemento de força na obra composta.
Aos que tiverem hipótese em comparecer, não percam tal oportunidade (é o que tenho a dizer).

Lembro-me bem das palavras do autor da obra e o que lhe inspirou, e os registos de tal inspiração e, ___________- fiquei sem fôlego pela beleza da coisa.
Enquanto o ouvia, dei comigo de imediato a visualizar, quer com os olhos quer os ouvidos da mente, tudo – a história da fonte de inspiração (e os seus registos), e tanta coisa que a mente associa (que beleza, poética, .. tanta coisa) quer de literatura clássica, quer de outras fontes nas diversas Artes, e isto tudo arrepiava e de que maneira (no bom sentido, isto é)
Mas, sobretudo marcante, era a forma que sentia algo que é tão raro sentir no que respeita a um relato de nascer de obra que se iria criar especificamente para um momento e lugar  – e o sentia enquanto a mente se transportava ao local e fonte primária de inspiração para aquele que iria agora criar…
(uma que é tão simbólica quão forte  [- forte, que nem sei qualificar com adjectivos, daí entender tanta obra pintada, escrita, encenada, composta, e, edificada] — como uma fonte de inspiração, como o é poética num tão amplo sentido. E por isso mesmo – embora singela em termos culturais, na península ibérica, e uma que transpõe —
[mesmo que com nuances que possam divergir um pouco conforme o lugar em termos de algum de seu simbolismo, e da História nos países, ou até – na História da Humanidade]
fronteiras, quer as físicas e geográficas, quer as psíquicas, evocativas, emotivas, e de Tempo) …
Dizia, antes da poética das ideias e das memórias, me tomarem e me ter posto prestes a divagar.. 

  • que o mais marcante era sentir, enquanto a mente se transportava ao local e momentos relatados que digo, os outros sentidos ficarem de imediato colados aos da visão e audição (tão marcante).
    Sentia, enquanto identificava, e em certos momentos identificando-me — quer com observador, quer com o próprio objecto evocativo — na mente, tal fonte inspiradora inicial para a obra, o que a mente via e ouvia  pelo tacto e, estendendo-se o fenómeno até, através dos aromas diversos possíveis  (conforme o tempo / condição atmosférica, o Tempo, e o local do objecto que além do mais tinha o mar por perto (um que envolve os sentidos ainda mais, e História (aliás, histórias na História) conforme tudo que se pode imaginar como cenário que, naturalmente, tem a ver com o local e a dita fonte, inspiradora. Tal objecto, tão evocativo em tanto sentido, embora possa dizer muito a países diversos aqui deste continente (e diz), no seu elemento luso (o mar correndo nas veias (e velas) de tudo) é revelado um seu lado não apenas localizável e poético;  assim vemos penhasco e ventos e mar.   Vemos chuvas. Vemos ondulações.  Vemos escuta, vemos movimento, e vemos tudo num intenso bailado de tempo, e no Tempo).

 

EVENT – Fb LINK
https://www.facebook.com/events/2354511044655907/ 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sail (image: Guida Almeida)

Vela – (esta não é de moinho, mas deixo-a na mesma): G.A.

Il y a des moulins, de Lautrec (claro),
et des autres de van Gogh, e há (também) o moinho incontornável de Cervantes..
E há o mar, e o vento que bate nas velas e, há moinho que é embarcação..
(no nariz daquela jangada de pedra do saudoso escritor luso. E, há embarcação de vela e armação a mexer, também ondulante, que segue em mente e que é extensão, e é diversa, nos enquadramentos do tempo (e do Tempo).
Aquela de Géricault , neste caso, aqui não cabe (felizmente) no ideário que se me surge na mente, quando penso naquele relato do autor, e em velas e vento e terra e mar.

Votos de grande êxito a um querido amigo, pelo que criara através de tal ponto de partida, e aos que lhe interpretarão a obra criada, logo ao fim do dia.
Tenho a certeza que será tão notável o momento, como mais que merecidos os votos de êxito para todos, e onde um dos interpretes — é o próprio espaço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



(Uma pequena anotação :
Ao olhar o calenário lembro-me agora que hoje é um dia significatívo na história de um dos países europeus – a França.
Quando escrevi e evoquei um autor de uma obra tão forte (uma, retratando uma jangada), não tinha em mente nada senão a imagém e o que ela representa – de um modo geral. Por isso, a intenção ao o evocar não tinha nenhum significado além desse.  À bela terra do Toulouse-Lautrec, e do Géricault, votos de um bom dia de feriado, e um que lhes espelhe um caminho que não seja um de correntes ou um de queda que, pelos vistos, parece que poderá dar jeito a sabe-se lá que lóbis – enquanto o belo povo e país tenta mostrar o seu mais que justo descontentamento com o  ”Micron”   (que em si já é de um lóbi nefastíssimo.
Ao belo povo da França – Vive Lá France!! ♥ )

raising the blue red and white flag

Photo by Nicolas Savignat on Pexels.com

 

 

 

 

 

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Agustina

Quando parte alguém que nos impõe aprender a língua para a poder ler, o que dizer?
Quando se aprende o que seja pelo verso e o ensaio, num pequeno mundo onde se vislumbra outro, mais as cadências da sua sonoridade possível (o que dizer, realmente?) – ?
– quando nos deparamos, no espelho das palavras, a imagem que nos fita de volta,
– quando uma parte do mundo que se vai apalpando à medida que o tempo o permite,
– quando o tempo é sempre curto,
– quando o tempo é sempre lato,
– quando se sabe que todos os diccionários são imperfeitos (escrevi com dois ”c”s porque não sei escrever, querida Agustina)
– o que dizer?
_____________________________________________________________________________________
Só me ocorre o que há instantes consegui, atabalhoadamente, escrever.
_____________________________________________________________________________________

(na eternidade das palavras que não se dissipam como o sopro que sai dos lábios, que nos banham a alma e nos dão cor ao sangue, eférmero e belo como ele é, enquanto nos corre nas veias – e no Tempo)

 

G. A.

 

 


9789726655268

Esta foi a última obra que dela, arranjei – Estava na Feira do Livro, e tinha acabado de sair. Não sabia que não iria haver mais…

 

 

 

 

 

VE Day – May 9 (May 8 – 9 | Remembrance – Lest we forget) ♥ Remembrance.

Paris was liberated in August, yes, but only months later as we well know, was there finally and end to the matter of War .   The end of the theatre of The Second World War in Europe, surrender was made and formally signed, in Berlin, through ”The German Instrument of Surrender”,  on the 8th of May.

*Rome, Mussolini’s Rome – had come to an end April 27 & 28th, shortly before VE. 

Photograph by Robert Doisneau – Ocupation camoflage , Paris 1944

 

Photograph by R. Doisneau | Occupation – ”Le Lapin de Monsieur Barabe – 1943

(LINK – to source of the two above images)

 

 


”Liberation of Paris” – Photograph by R. Doisneau

LINK – to source of the image above

 

 

I would place other images , of prisoner camps, and death camps, etc –  but.. (I still find it hard to believe that such horrors are denied) –

Twice – Hell on Earth, ground bloodied and major site of destruction and havoc within a worldwide conflict spanning all the continents, Europe, mortally on her knees bleeding… But do we forget? Do we? I wonder, do we? We have – Armistice Day (The Day of Remembrance) for that moment in our grandparents’ time, when finally the guns and the madness stopped.   But – memory became clouded after a pair of decades.  The madness returned, and by no means less bloodthirsty.
And arrivéd indeed we were, come the time of our parents, to the Second World War.
(I say grandparents and parents, because, to a large portion of the population, still, that would be the relation regardless their being mere adolescents at said moments, as we well know – at the end of war – recruits were getting younger and younger..  Even in the so called ”neutral” states, those that among other things fed those in battle, and between rationing – or the reception of ”migrants” (a word so many like to use nowadays) that would stay or pass on through.. – and exiles, the moment of VE was one of great rejoicing for the end of War. Of course, in the case of the dictatorships that ruled the two nations in the Iberian Peninsula – in Portugal – for instance, children left their schools in joy, some attaining little flags of one or another allied nation to wave about, but , the PVDE (the police that preceeded the PIDE)  as is known and documented was not fond of such public outbursts so they had to quickly disperse..
The neighbouring nation’s dictator, although maintaining it as a ”neutral” state, had his people go through such things as what is conveyed in the painting below.  I won’t caption the image, because, I believe I needn’t ).

 

 

Whilst we witness Macron repeatedly and treacherously attacking his own people in the streets, over the past 5 or 6 months, and, whilst we see the rise of propaganda instigating the rise of the Far Right all over Europe – one must ask – ”Have we forgotten”?

I go back up, to the upper part of this post and gaze at Doisneau’s photograph ”Liberation of Paris”, and hope that it is not (forgotten).

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

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Terrorismo — A Estátua de Sal

(José Preto, advogado de Bruno de Carvalho, 18/11/2018) Pode ser expressão de uma oposição política, ou opção política de um regime para manter o poder. Começou aliás por aqui. Houve o regime do terror, antes do aparecimento do terrorismo como classificação. Embora não se mostre ainda sedimentado como conceito, terrorismo é uma imputação de violência política. A meramente militar não basta, embora possa caber na designação, porque é remetida para o rol dos crimes de guerra.

via Terrorismo — A Estátua de Sal

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Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

(José Luís S. Curado, 22/11/2018) Mas, de imediato, instaurar procedimento criminal contra todos os grevistas, determinar a sua suspensão imediata com procedimento disciplinar e chamada a funções dos substitutos legais.

via Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que se desnuda conforme a noite avança na sua concava natureza, por esta esfera

***
Desvendado o firmamento, um risco lunar timidamente esboçado, cortante o seu fulgor enquanto rasga as frias trevas da noite, rapidamente se passou para além de meu horizonte.

( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se   torna
mutável ).  **
Olho para cima e ei-lo, o Pégaso esvoaçante, móvel porque me mexo, mesmo que aqui parada aparento estar.
Parada entre as sobras das sombras que se criam e se desfazem a cada instante enquanto tomam corpo noutros mapas celestes e que no entanto me enxergam aqui como se parada no tempo pelo tempo que duro, estou.
Serei um palmo de tempo num corpo que mexe,  ptolemaico,  redondo,  o seu som molhado e seu trajecto girante  junto à chama que lhe faz anil a meus olhos quando aqui não estão.   
Pelo horizonte me meço e por ele estremeço ante o astrolábio que me concedeu o Navegador-Mor. Por vezes anda mal tratado, caindo ao chão como um qualquer par de óculos que me esqueço de usar… Encontro-o quando o penso perdido,  no olhar do cão que encosta o seu nariz ao meu, numa voz vizinha que me chama e me pede um chocolate quente, noutra que se propõe a cortar-me os longos cabelos ou numa criança, rabina, que não entende a razão que o cavalinho que montara num supermercado e que muda de cores – parou. Ele tem uma capacidade em me surpreender, como quem diz – ”Estou aqui, sua tonta”.   Perdoa-me os meus defeitos, o nónio foi feito por uma matemática sem a mácula.

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que se desnuda conforme a noite avança na sua natureza concava desta esfera.  ***

 

 

Dal Segno (𝄋)  al Codetta (⊕)   & /   al Coda (⊗ ) 

|:


***(:| |:)

  𝄋 

 

(Mal vejo os dedos e no entanto
vejo-o ali, esvoaçante, junto a um
conto antigo que se desnuda
conforme a noite desta esfera
avança, na sua natureza,
concava.)


***  (:|  or    |: & :|)

***(alt. 1º⌋   &  ⌊2º ending  to repeat signs – or – straight 1x repetition  )
(alt. – Segno )

(𝄋)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


(© the above transcript was originally writen elsewhere – Decembre 23, 2017)

 

 

 

 

 

 

PianoCliffNo3_GuiAlmeida

piano cliff III – © G.A

 

 

 

   (Codetta  / Coda   & DcC-Fine ∑ ) :

Agora não liguem, o que se segue são aqueles meus exercícios em modo – ”Resnais”,  e também  próprios de quem lida (por exemplo) com contrapontos diversos que,  podem não alterar a Harmonia estructural (pelo menos de forma significativa), porém,  dizem de forma especifica quando isolados coisa diferente – na  mesma linha.
(-coisa de músicos, portanto, não liguem).

 

 

 

( ) 

 

***   ( |: & :|)

** ( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  (que)  se   (con)torna  ( , )
mutável ) .

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se  percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se  contorna 
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende  como a pele de uma maçã ,   ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e (que) se contorna ,  
mutável ) .


( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e que se  torna  
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se  percorrer o seu perímetro ou profundidade que se  torna 
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e se contorna).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se  torna  
mutável ).

( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende,  como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade torna-se 
mutável ).

 

( ) 

*  serei um palmo de tempo:
– ptolemaico
– ptolemaico, que mexe
– redondo
– que mexe, redondo
– girante
– que girante se mexe
– que ptolemaico e redondo e girante  se mexe
– molhado
– que redondo, ptolemaico, molhado e girante , se mexe.

(Um palmo de tempo e de som e trajecto que  molhado, ptolemaico, redondo e girante – se mexe. ) 

 

***   ( |: & :|)

 

 

   DcCF (the  ”da Capo – fine” of the Coda) :

( ∑ 

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que avança conforme a noite, (por esta esfera), se desnuda na sua concava natureza.

 

(Mal vejo os dedos e no entanto

vejo-o ali, esvoaçante, junto a um
conto antigo que se desnuda

 
conforme a noite desta esfera
avança,
na sua natureza,
concava.)


 

***   ( |: & :|)

 

 

 

 

 

 

 

 

_________________________________________________________________
(uma anotação, como lembrete para mim mesma)

-Ao contrário de uma partitura lida por um músico,
onde se seguiria pelas regras estabelecidas dessa arte,
os sinais que regê-la-ão em termos estructurais
(os da Repetição: ”, do Segno 𝄋 ”  , ou os  utilizados
para
Codetta ”  ”  e para Coda  ” ”   assim como aquele
que aqui emprego para designar
uma eventual componente final
de um Coda
” )  – servirão apenas como sugestão  para
uma de duas coisas, para que se siga com a disciplina
de um músico, ou, em vez disso, com uma liberdade
interpretativa de tais símbolos como se um não músico
as estivesse a ver ou num espirito semelhante ao do
Resnais.

 

Fim de texto, de quem afinal não passa de uma ”interprete” e que
olha, que – continua a olhar por exemplo, um G. Steiner, com desconfiança enquanto
levanta o nariz em protesto

(e que,
teve de se apaziguar com um amado trecho de Bach).

 

hmmmmmm… não sei se chega, creio que preciso de mais um trecho, pois acordei com mau feitio (e isto hoje está mau) –  https://www.youtube.com/watch?v=yMHMSnTQM54

 

 

 

 

 

 

 

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Somewhere – between Now and the Third Versicle


(Jimi singing Dylan’s – All Along The Watchtower – arrises in my mind’s ear, in a subtle crescendo as if it were the commencement of the dawning of the sun yet be it the night)

 

cropped-p21-04-12_17-011.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The night falls – its winds still elude unto visions of misconceived footmen lining each front, and yet  – the cricket sings.
As Babylon runs in its rivers, weeping wet, still can I not see – nor the olive groves of Galilee, nor the seas of all Being and enchantments.  These most assuredly lie somewhere between now and the third versicle of the Song of Songs.
The wind shall growl, the Watchman shall sit – until the cricket leaps a perfect fifth, perhaps a minor sixth
(to a comely bass).

 

 

cropped-img_1237.jpg

 

Somewhere Between Now And The Third Versicle

(© written elsewhere by me, Aug. 19, 2018)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


(N. i. s.)

moonlight on sea - G.A.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PARADOXO DE SALVINI E KAKCZYNSKI NA UE

Por conter uma reflexão que consideramos interessante e actual, embora meramente sectorial em termos de espectro político, publicamos este texto sobre o populismo/nacionalismo e o choque…

Source: O PARADOXO DE SALVINI E KAKCZYNSKI NA UE

Our Global Condition – Some updates (Artigos recentes, de fontes escolhidas pela fidelidade das mesmas para com os factos, e ligações para mais alguns artigos)| post idioms: EN, FR & PT

A tiny, rather insignificant note regarding this post’s  overall caption:
I was having a hard time chosing a title for this post.  I was going to leave it as *Our Global Predicament*, but, I suppose it makes not much of a difference to use either term, ”condition” or  ”predicament”.  Since I use the latter more often, this time I’ll favour the first  type of  wording.

I shall now leave the following links, straight away, with no further delay.

(thank you for reading)

 

Galinhola - de José Maria Soares Ribeiro da Costa

Galinhola – de José Maria Soares Ribeiro da Costa

 

 

 

ARTICLES (links) | ARTIGOS (ligações) | ARTICLES et actualités (liens)


 

 

OS TEMAS PROIBIDOS NO OÁSIS DE DAVOS
 – artigo de 25-01-2019 (Ligação directa para o artigo – na sua fonte

______________________________________________________________

Ten Reasons the Ecumenical Patriarchate Made a Huge Mistake in Ukraine
By George Selinsky Global Research, January 22, 2019
Pravmir.com 19 January 2019

DIRECT LINK 

__________________________________________________________________

ANALYSE: Gilets jaunes : l’acte I de la réflexion Par Cécile Daumas — 23 janvier 2019 –  liberation.fr – LINK direct

__________________________________________________________________

Ligação directa para o artigo:
«Direitos para as pessoas, regras para as multinacionais» Campanha europeia quer acabar com os “privilégios das multinacionais”
(Notícia de 18 Janeiro, 2019)   – 
in: 
jornal Tornado
 

_____________________________________________________________________

 

The Loss of Life, From World War I to World War III. What Would Happen if a Third World War Were to Break Out?
By Prof Michel Chossudovsky Global Research, November 20, 2018
– Direct Link to the article @Global Research

 

 

 

 


Regarding Venezuela (specifically): 

 

 

 

 

OEA não apoia golpe na Venesuela – notícia de 25-01-2019
*
Noticia – Fonte – LINK directo
(JORNAL DIGITAL DE INFORMAÇÃO INTERNACIONAL| DIRECTOR: JOSÉ GOULÃO)

 

_______________________________________________________

 

 

The US Puts Venezuela Under High Pressure. Chronicle of an Announced ‘Parliamentary Coup’ – Direct LINK (article 26-01-2019) By Marc Vandepitte

******
( Français)
VENEZUELA : «Un coup contre le droit international» Par Alfred de Zayas
(Lien Direct-  Mondialisation.ca, 26 janvier 2019 | Le Courrier 24 janvier 2019) 

 

_____________________________________________________

 

Au Venezuela, les militaires monnayent leur soutien à Maduro Par Benjamin Delille, correspondant à Caracas — 25 janvier 2019 à 21:06 LIEN direct    

 

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___________________________________________________

 

 

«Vassily Nebenzia, le 26 janvier au Conseil de sécurité de l’ONU. Lors des discussions au Conseil de sécurité sur les troubles qui secouent le Venezuela, Vassili Nebenzia, ambassadeur de Russie auprès de l’ONU, s’est demandé s’il ne fallait pas plutôt parler des Gilets jaunes.
Une sortie qui a ulcéré la France.»
(LIEN direct – RT France)

 

____________________________________________________

 

 

Is the US Orchestrating a coup in Venezuela?
January 23, 2019 Lucas Koerner in Venezuela analyzes the current developments withTRNN’s Sharmini Peries and Greg Wilpert
**- Direct LINK to the news cast & respective article  

 
 

 


Key: Information Regarding Featured News Sites
of preference (list & respective links)

 

 

EN———Other sites also worthy of note for one or another reason,  but,  because of there not having been the need for their use above in this post, they are placed in the list below:
PT———Uma selecção de outras publicações de relevo que, por motivo de as não ter precisado empregar mais acima, neste artigo, não estavam ainda a constar:

 

 

 

 

 

 

 


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The following articles, written these past (yet recent) years – I leave as well.

Three LINKS – each providing, through ”labels”, articles that bring forth some issues related to the present post

 

LINK # 1a – source GFA 

  #  1b (continued under the same label) – (source GFA)

LINK # 2 – Source GFA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog

 

On 15 January, the House of Commons overwhelmingly rejected the Withdrawal Agreement which the British Prime Minister, Theresa May, had negotiated with the rest of the European Union, throwing into disarray efforts to ensure the country’s orderly exit from the bloc.

via Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog

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@GTP_Updates Demonstrates Google’s European Influence Campaign — Music Technology Policy

@artistrights tweeted in reaction to the stalled Article 13 legislation in Europe “American multinational corporations impose their commercial imperialism over their vassal states. Not the Europe we love.” There probably has never been as revealing an insight into Google’s short, loathsome and treacherous lifespan as the Article 13 legislative process in the European Parliament. It […]

via @GTP_Updates Demonstrates Google’s European Influence Campaign — Music Technology Policy

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O aeroporto — Aventar

“È meglio que questa Declaracione de Impacto Ambientale saia a contento e presto, se capisci cosa intendo. O lo faccio una proposta qui non puo rifiutare.”

via O aeroporto — Aventar

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Uma homenagem a William Blake — SUPLEMENTO CULTURAL

Tudo começou com um ligeira dor de cabeça. A coisa foi piorando, tornando-se, a pouco e pouco, totalmente insuportável. Fui ao médico a conselho de um amigo. “Pode ser das lentes,” sugeria ele. E era. Como doente a minha credibilidade era visivelmente baixa. “Você tem a certeza que o seu problema é da vista?” Perguntava-me […]

via Uma homenagem a William Blake — SUPLEMENTO CULTURAL

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Anedota de fim de ano — Aventar

Não há nada como a boa disposição para ajudar a acabar um ano e a começar outro. Por isso decidi, a título absolutamente excepcional, sem exemplo, contar aqui uma pequena anedota: Um dos advogados da equipa jurídica que acabou de salvar o Benfica de ir a julgamento no processo “e-toupeira”, é membro do Conselho de…

via Anedota de fim de ano — Aventar

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Falar por traço e ponto

SUPLEMENTO CULTURAL

Morse

Falava em Morse. E com sotaque. Não se percebia um boi do que dizia. Por isso ninguém queria falar com ele. Uma namorada, compadecida, tentou tirar um curso de Morse, desses de auto-ajuda, para perceber o que lhe ia na alma. Em vão. Quanto mais Morse aprendia, mais constatava que nada sabia. Só dúvidas. Finalmente, deixou o namorado a falar — em Morse, claro — sózinho, no meio do Intendente. O povo que passava e o ouvia receou que estivesse iminente um atentado terrorista. Chamou a polícia, os serviços secretos, o SESF! Os membros desta última organização declararam-se incompetentes para o perceber. Que não!, que não percebiam nada, que não havia um só funcionário nos serviços que o percebesse, que tinham de contactar a embaixada, mas qual embaixada?!, era necessário chamar peritos do Centro de Linguística, dar formação, aumentar os salários, as horas extraordinárias, a particpação na ADSE. Tudo em…

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The Cerulean Lining

Between Night and Day, when… – when
the balance between the ”subjective”
and the ”objective” in sight
is at that magical number, and evened;
when one can still feel the protection
of the blue overcoat, an overcoat that
is there
as a smile of a Cheshire cat that begins to reveal what’s inside and out, as the universe
begins to unravel before our eyes still shielded
from a lining
(a cerulean lining – a cloak of stars / a coated moving marble, the moon dancing in between).
It is such a special moment, in an apparent silence
where the spheres begin to hum to another key
(Another key?).

 

 

FinalTwilight_Lua_GuidaAlmeidaFoto

 


©Written and published elsewhere, by me – August 5, 2016  

 

 

 

Speaking of ”keys”, I’ll leave a Tony Williams gem..
I was searching youtube to just bring one of its tracks, but, it’s hard to choose one.
I don’t usually like to place a full recording, but, he’s no longer with us and it is hard to choose.

Wishing all a wonderful week.

 

 

 

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Astraeus unBound

 

There is an absence of Time when dusk comes upon the soft blue blanket, ebbing ever so gently.
I hear only the surface, a supple murmur,
Coeus is shifting
as I sink into Panthalassa’s ghostly remains.
Remains?
Nothing remains but the soft whisper
growing louder
as each grain pronounces an astral beat
within a song of the ages.

 

 

 


 

sandbox_GuidaAlmeida

 

 

 

 


(© originally published without its title elsewhere, August 25, 2017)

 

  • Astraeus and The Blue Hour – part two***
    (Astraeus unBound)

Astraeus and The Blue Hour – part one
(Astraeus Bound)

Astraeus and The Blue Hour – part three
(Astraeus & Zephyr)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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No Prancing For Ponies..

As all-seeing, all-hearing Helios takes his “fire-darting steeds” deep into Oceanus’s open arms, in our slumber, we question not his return.
The firmament revealeth its fiery gems and we seek its worth, not wondering how to travel distance and time, through slumber, and awaken unto another day.
We sit and breathe in each heavenly body, innocent of it’s age , its journey , its permanence or demise, and linger on into the night.
The moon rabbit feeds the horses 
–  hoping to go unnoticed,
they loose their wings,
scurry off into a tour bus, but
are caught.
And thus we are returnéd unto another segment of that plotted path, within a macro geography of Time and Space, unaware of such escapades.
Helios is quite strict in running operations – no prancing for ponies (yet).

 

 


(© originally published elsewhere, January 25 – 2018, shortly after midnight)

Helius the Sun - detail on a red figure style crater-vase

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

photo credits: DREA (www.D-Rea.com)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • I did not take either photograph.  For photo credits, please click on each picture
    (if the images do not open to a separate linked page, here are the photo credits for both:
    1 – Helius the Sun | photo source : http://www.theoi.com/Titan/Helios.html
    2 – photo credits: DREA (www.D-Rea.com)
    – Red Eagle Appaloosa

 

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Por vezes vemo-nos de mão dada com uma banda sonora, e, caminha-se pelo corpo, e pelo dia, adentro (como se de mão dada, caminhando acompanados de uma ”voz-off”, que vai e que vem, como se em marés de consciência e de abstração mais, ou menos, aparente).

Não me sai a ‘Lacrimosa’ da cabeça, está como se num «loop» de comprimento largo, que retoma… parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…
Enquanto o contraponto e linha sobe, em voz múltipla (múltipla crescente, que balouça, que embora não aumente por aparência, o faz, como que degraus, aumentando com cada balouçar como se em maré que se sucede de onda em onda, num fluir, um fluir que sobe, enquanto ondula em frente)
tangida e entoada, quase sorrateiramente (mas que não é),
ascendendo e tomando (quase delicadamente (mas que não é embora o seja) )
que sereno ou douce (num não agreste) – ou forte (que não o é embora o seja),
como quem sobe de degrau em degrau até um patamar fundo,
subindo,
com um corpo em descanso, que sobe degraus,
embora direito, cabeça para baixo embora para cima veja..
(Que dizer? como descrever?)
..como as folhas que caem (só que em contrário movimento),
que sobe,
por degraus,
de linha e contaponto que balouçam
de catarse em catarse por cada degrau

que sobe numa escadaria metafórica,
que numa obra nos leva e nos lava a alma
de toda a chuva do íntimo e interior,
que estanca e verte o sangue das emoções,
que já não se verbalizam
(para cicatrizar),
que soam no ouvido da mente e da alma
(da alma que assim sobe, através de uma banda sonora que o dia apresenta
ao abrir dos olhos antes, e depois, de tomar café)
porque a alma, ela sabe, mesmo que calendários não veja,
A alma sabe a banda sonora que escolhe no acordar de qualquer dia
– numa obra que..
num Mozart que
se veste
dentro da alma,
como um douce manto que protege,
como se um casaco (interior),
que antes de verbos tomarem a mente que acorda nesse dia, e a acompanhe,
pelo dia adentro…, como se em «loop»
de comprimento largo, que retoma…, parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…

– (vou tomar o pequeno-almoço, com a banda sonora que me acompanha neste dia, de passo em passo)

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Há dias em que
a banda sonora que se nos vem, nem é um Coltrane ou um Bach,
um Mahler, ou Hendrix, ou outro, …….
– É assim.

É um Mozart.

E,
e olhando de relance o calendário dos dias, percebe-se
percebe-se a alma que assim se decidiu vestir antes de verbos virem.
Pois, a alma sabe o que precisa vestir antes de tomar corpo no dia.
Por vezes acontece na penumbra entre o sonho e o acordar.. assim.
Ela saber como se vestir para se proteger no dia para enfrentar o frio
que pode vir,
que pode vir de qualquer dia,
que pode vir em qualquer dia.

  • Bom, o som já se está a desvanecer
    enquanto surgem os sons da rua, outras vozes que de bocas saem, de cão, de carro, de pássaro…
    Esvanece a cada passo que se dá até à maquina do café
    que está
    do outro lado da alma.

E vejo o que pousara agora na mesa, que truoxera ao descer das escadas (agora reparando que, no adormecer, na abstração do mundo, das coisas, de quaisquer calendários,
já de madrugada, já neste dia
– que adormecera,
– de caderno e caneta na mão, com um começo de um qualquer esboço de uma peça que surgira, no topor de uma mente que relaxava, de palpebras a fechar.
Parece que é um monólogo, aparente, mas que não, ..não o é.  Está-se à mesa. Há uma pessoa que fala com seis que não se vêem, porém, suas cadeiras vazias estarão ocupadas, e há mais……
Há alguns que entram e saiem. Estes são outros, outros que interagem de quando em quando mas também em ”espaço / corpo negativo”. Eles vêm e vão à mesa..

Hmmm…?
Onde está o café?
(já cá venho)

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P.S.
(eu sei qual é a interpretação que está na banda sonora apresentada,
mas se não está anunciada, também não a farei.., e mesmo até porque, a que ouço, como digo, em forma de «loop», nem é esta, embora dela se aproxime)

– Era para publicar algo que há mais de uma semana andava a escrever, mas, como só está como que um apontamento inacabado, para eu não me esquecer o que me tem surgido ao longo da parte final do mês, sobre um assunto, não é hoje, em que acordei com a alma que se vestiu assim, que o farei..

Apenas deixo um texto que se me surge por esse apontamento.
É um poema.
É de um autor que não sou eu. No fim estará o seu nome, como autor, que ele usa para se vestir na personagem de autor.

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Of war and peace the truth just twists
Its curfew gull just glides
Upon four-legged forest clouds
The cowboy angel rides
With his candle lit into the sun
Though its glow is waxed in black
All except when ’neath the trees of Eden

The lamppost stands with folded arms
Its iron claws attached
To curbs ’neath holes where babies wail
Though it shadows metal badge
All and all can only fall
With a crashing but meaningless blow
No sound ever comes from the Gates of Eden

The savage soldier sticks his head in sand
And then complains
Unto the shoeless hunter who’s gone deaf
But still remains
Upon the beach where hound dogs bay
At ships with tattooed sails
Heading for the Gates of Eden

With a time-rusted compass blade
Aladdin and his lamp
Sits with Utopian hermit monks
Sidesaddle on the Golden Calf
And on their promises of paradise
You will not hear a laugh
All except inside the Gates of Eden

Relationships of ownership
They whisper in the wings
To those condemned to act accordingly
And wait for succeeding kings
And I try to harmonize with songs
The lonesome sparrow sings
There are no kings inside the Gates of Eden

The motorcycle black madonna
Two-wheeled gypsy queen
And her silver-studded phantom cause
The gray flannel dwarf to scream
As he weeps to wicked birds of prey
Who pick up on his bread crumb sins
And there are no sins inside the Gates of Eden

The kingdoms of Experience
In the precious wind they rot
While paupers change possessions
Each one wishing for what the other has got
And the princess and the prince
Discuss what’s real and what is not
It doesn’t matter inside the Gates of Eden

The foreign sun, it squints upon
A bed that is never mine
As friends and other strangers
From their fates try to resign
Leaving men wholly, totally free
To do anything they wish to do but die
And there are no trials inside the Gates of Eden

At dawn my lover comes to me
And tells me of her dreams
With no attempts to shovel the glimpse
Into the ditch of what each one means
At times I think there are no words
But these to tell what’s true
And there are no truths outside the Gates of Eden

(Poema ”Gates of Eden” de: Bob Dylan)

.

A tired hand

Por vezes bate a saudade,

nem sei bem de quem nem de quê, mas aparece e agarra-se aos ossos..

In the winter of our solitude comes Night.

It seems to bear a resemblance to lost and estranged children.

You want to embrace them but can not,
they are reflections
of your murdered selves.

They know you not,
they’re not even afraid of the non-returning dawn.

They’re misbehaved and unkept.

 

To hold the hand of cinicism.

– a tired hand,
full of lines and shapes.

Ah, how all thought, deed and past
now seem ridiculous to my eyes.

Yes, the world twirls on..

and somewhere whithin my body lies a memory
of something  (I am) no longer

– to such an extent that it
( I )
never was, had been or wiil be.

Perhaps I had always been another.

Perhaps –
I’m just sleepy………

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A Tree

 

 

 

With and Without The Brackets of Consciousness

 

Each fallen leaf a memory
a past that has been drowned
(a piece of an allegoric pie, a piece of……….)
sanity regained, (re) lost, revived

(who knows?)

swimming   in   rekindled   inexistance,    f r e e

 

 

One is always alone at crucial moments

in an utter state of ‘nothing’

 

 

 

………………………… incapable of taking oneself seriously (Thank God)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Caged – in a moment of Silence

   

“Praias de Fu…..a  IV” (painting)  –  From the Beaches of Absolution (text)

 

 

From beaches of absolution
a horrid stench..
an odour
a protrusive bulge of havoc,
death and misguided Humanity
poisons the air in a thicket-like array of fumes
more and more impenetrable
by each sorrowful step inconspicuously taken.

– ancient sands that care not
nor notice Man’s misgivings.

Bleached, broiled and barren in a
lachrymose desolation
they sickley stare back at the face of their maker in innocence.

(In innocence?)

They sit there upon a living bed
dead to one’s lamentations
simply caressing our soles (souls)
step by step.
– and all the while Petty Theft and Larsony of the heftiest degree
dance upon our graves..

heavily.

 

written by me (G. Almeida)
The image is of a painting  : “Praias de Fukush… IV “, September 26th – 2011    

 

 


( more than a month from the above, and a day past Rememberance..)  

 

.. a flittering
fleeting
forshadowed
– moment of Silence.

 

 

 

   

ENRAPTURED

 Steadfast in inaudible prayers

whispering nothing
Caged within my own transfixed Silence
Judgement and soft truce impaled
I return and do not weep –
( Again? Still? No.
I see them.
They shine

there

beyond Merriment and Bitter Dismay
in a parallel existance
within Time’s brittle house
but it’s hard to tell who’s at the door..  )
– once more water becomes treason
blood is no longer thicker..
My home mortified
 plundered
Like all gods
I judge and am judged
The one who mends all wounds is gift wrapped
The child I call Home and is all children
crucified to an empty dream called Progress
creatures enraptured
(from/with/upon/within)
unholy waters
an endless spiral of eternal communion with Number
I drift asunder
 bow misguided,
hull rotting,
sailing into a screaming state of Nothingness..
I am a ship,

my name is Man.

 

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(on a far lighter and fairer tone.. a Silence)

Behold the power and expression of  together uttering “No-Sound”.

 

***** A brief note regarding Cage’s 4′ 33”
– Composed in 1952, this piece is most likely the most notorious and controversial within a long, diversified line of compositions by the author.
No matter what one thinks and feels regarding said piece: love, amusement, scorn, bewilderment, or awe it is impossible to be indifferent or remain the same after after having been in attendance of a performance, after “hearing” it.

Originally scored in three movements for any given instrument or group of instruments, the tension created while performing and/or perceiving the work is absolutely incredible.
[ form : 1st Movement – 30” ,  2nd Movement – 2′ 23”, and the 3rd Movement – 1´40” ]

Here Cage truly acheives his desire to create a work in which both fases necessary an fundamental for an audience to perceive (and receive / experience) a work of musical art is completely irrelevant and removed from having any influence whatsoever upon each and every performance of said piece.  The work is “rid of” and completely free of composer/performer(s), so to speak.

A Bilingual Exercise

 

 

  • Visual / Verbal: bilingual interpretation of a dual conversation

 

  • uoıʇɐsɹǝʌuoɔ ןɐnp ɐ ɟo uoıʇɐʇǝɹdɹǝʇuı ןɐnbuıןıq :ןɐqɹǝʌ / ןɐnsıʌ

 

 

inominável

 

Lettre à un inconnu amour:

si tu es avec moi
j’irai avec joie,
ne craindrait rien, seulement
j’entendrai ta jolie voix,
et tes douces mains fermeront mes yeux.


Je pense que cela avait été une lettre de Bach à une de ses épouses,
mais je ne sais pas suffisamment l’allemand pour être sûr.

  • ˙ɹûs ǝɹʇê ɹnod puɐɯǝןןɐ’ן ʇuǝɯɯɐsıɟɟns sɐd sıɐs ǝu ǝظ sıɐɯ
    ‘sǝsnodé sǝs ǝp ǝun à ɥɔɐq ǝp ǝɹʇʇǝן ǝun éʇé ʇıɐʌɐ ɐןǝɔ ǝnb ǝsuǝd ǝظ

 

 

 


  • From one Platonic form to another…

    ˙˙˙ɹǝɥʇouɐ oʇ ɯɹoɟ ɔıuoʇɐןd ǝuo ɯoɹɟ

 

Reverie

 

 

Reverie – Within a state of contemplative absorption

I dreamt of you one night,
an evaporating face distant yet near.
I think I could even feel warm moist breath upon my neck;
within its cadence a “Come hither”

and away.. I was gone.

I know not your name but I feel the blood pulsing though your veins.
Enraptured, fixated by intense light ..
ah, “E pur si muove” you’ve turned your gaze.

Where am I?
When?

 

Tokyo…

Below is taken directly from the French news paper “Le Monde”

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Le monde sous la menace invisible du nuage radioactif


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La population nippone est en alerte. Elle craint, en particulier les 35 millions d’habitants de la région de Tokyo, que le vent du nord soufflant sur la centrale de Fukushima ne propage des substances radioactives jusque dans la capitale, à moins de 250 km au sud-ouest. Des taux de radioactivité ont déjà été trouvés dans des légumes, du lait et de l’eau. Depuis le 11 mars, l’accident nucléaire au Japon, et en particulier son panache radioactif, soulève donc de fortes inquiétudes.

Quelles sont les substances radioactives émises lors d’un accident nucléaire ?

Dans un nuage issu d’un accident nucléaire, on trouve des produits de la fission nucléaire, tels que du xénon, du krypton ou du tellure et surtout de l’iode 131 et du césium 137, qui ont le plus grand impact immédiat sur la santé. L’autre danger est lié aux rayonnements ionisants invisibles comme ceux provoqués par les particules alpha et bêta et les ondes gamma.

Quelle est la quantité de radioactivité émise ?

Les principales émissions de radioactivité ont eu lieu entre le 12 et le 16 mars, au moment des relargages volontaires de vapeur d’eau contaminée, pour abaisser la pression à l’intérieur des réacteurs. Selon l’Institut de radioprotection et de sûreté nucléaire (IRSN), la quantité de radioactivité émise depuis le début de l’accident se situe dans une fourchette de 1 à 10% de celle de Tchernobyl.

Quelles sont les menaces pour la population ?

Elles resteront difficiles à définir tant qu’une solution n’aura pas été trouvée sur le site de la centrale pour empêcher les rejets radioactifs. Mais contrairement à Tchernobyl, les populations ont été évacuées dans un rayon de 30 km avant et non après les premières émissions de radioactivité. Or, c’est dans cette zone que les rejets ont pu atteindre le seuil de 50 millisieverts qui nécessite la prise d’iode pour saturer la thyroïde. Au-delà de ce périmètre, le risque est la pluie, qui transporte les radionucléides et accentue leur dépôt dans l’environnement.

Que va devenir le nuage radioactif ?

Le devenir du nuage dépendra des facteurs météorologiques, notamment du vent, et de sa composition précise : la quantité d’iode radioactif se divise par exemple par deux tous les huit jours tandis que pour le césium il faut trente ans. Mais dans tous les cas, il y aura des particules dans l’atmosphère du monde entier.

Compte tenu des conditions météorologiques, le premier territoire français touché devrait être Saint-Pierre-et-Miquelon, mercredi. Mais en raison de la distance qui sépare le Japon et la France (près de 15 000 km), les radionucléides seront dilués au cours de leur transport et se retrouveront à des concentrations beaucoup plus faibles que lors de leur émission. L’Autorité de sûreté nucléaire (ASN) estime que les concentrations attendues dans l’Hexagone et les départements d’outre-mer de l’hémisphère nord devraient être de l’ordre de 0,001 becquerel par mètre cube. A titre de comparaison, les valeurs mesurées dans l’est de la France après l’accident de Tchernobyl, en mai 1986, étaient de 1 à 10 Bq/m3.

(direct link to Le Monde )

Sobre o Estado e os placards de bordeis (artigo do Jornal – O Tornado)

Deixo um artigo de uma das raríssimas fontes de jornalismo, uma onde uma pessoa respira fundo e mais uma vez agradece onde se pode encontrar neste idioma (o Português), o prazer de receber informação e de ler artigos, e onde não vê o penoso ghetto em que outra coisa se traveste e se tem travestido  (de forma tosca e tão notória)  de jornalismo.
Uma coisa é o ideário e os propósitos de gente que tinha algo em mente, que não o jornalismo, tais como Edward Bernays e seu sucessor Goebbels, outra será aquilo que se foi desenvolvendo e apurando, desde séculos antes de tais raptores e seus sósias, em que o propósito era o de informar – haver espaço para discussão – analisar – pesquisar – e servir de ferramenta para apurar o pensamento crítico (que é um bem tão precioso), assim como nos trazer coisas e eventos de relevo e de mérito, em diversas áreas (das ciências – às artes).

Poderei ser acusada de ser subjectiva se disser o que penso do artigo, em si, aqui publicado no jornal – O Tornado – mas é tão cristalina a qualidade do mesmo, que nem vejo ser necessário a minha opinião (mesmo que ela fosse útil para incentivar a sua leitura). Apenas desejo que o mesmo seja lido, e que se resgate o que será uma área tão mal tratada (e há décadas por mim, olhada de soslaio, e com um certo nojo, porque até já começa a ser dificil lembrar sequer um tempo em que se podia pegar em dois ou três jornais neste idioma, de simpatías contrárias entre os mesmos, e tirar uma espécie de azimute).
Mas ver agora tão grande fluxo de gente a procurar um jornal como O Tornado, por exemplo, mostra que há esperança, e um público não estupidificado pelos travestidos.

Artigo – autor José Preto (advogado)


LINK

(pode-se aceder ao artigo directamente através da ligação acima, ou, ao carregar sobre a imagem e frase de intodução ao artigo, aqui incluídas, seguidamente)

Deixo também algumas palavras que, embora não estejam no artigo, são do seu autor.

«O JORNAL TORNADO

Tem um título que me agrada, a prometer vendaval, por um lado, mas também a afirmar um regresso.

O Jornal Tornado quer ser e é uma das expressões do jornalismo que regressou. O jornal que tornou.

Tanto basta para que ninguém fale dele.

Ninguém o cita nas publicações agonizantes do território.

Nenhuma estação comercial fala dele e a Televisão Pública também não. É indiferente. O Jornal Tornado tem oito milhões de leitores em Língua Portuguesa nas quatro partidas do mundo. Isso dispensa qualquer atenção dos “grandes” jormalistas oficiais que reduziram o histórico Diário de Notícias a doze mil exemplares de tiragem e lhe remeteram a sede não menos histórica a uma reutilização em bloco de apartamentos.. (…) »
J. P. 


Como sou um dos leitores do jornal – O Tornado, vi o artigo que trago no outro dia.
Ainda não tinha reagido como desejava, na altura, ao o ver por não ter a adequada disponibilidade em o fazer.
E, há uma coisa que vem de há uns tempos esta parte, o não saber transmitir o quão difícil será, e é, o se conquistar leitores, como eu, e tanta gente como eu. (Podem não acreditar, por isto ser dito por mim mesma, e isso entendo, mas não posso deixar de o dizer. E isto aqui é o meu espaço: digo o que penso de forma livre, e sentida. Se me importasse com o que pensem de mim, ou de minhas opiniões (com muito, mesmo muito poucas e honrosas excepções, que me vão desaparecendo enquanto o tempo passa, ao deixarem de andar sobre a face desta nave anil , que gira em torno do nosso astro. Agora de repente, sou levada por abstracção e associação de ideias, a pensar em Kandinsky, e no valor do azul e, da cor do astro.  É bom sentir surgir tal tipo de coisas. Assim sendo, até já me vem uma música – também por abstracção e associação de ideias, de uma autora ”Helena”, à mente, porque vejo o recente tormento no país, de tal autora. E, enquanto vejo tempo duro (ainda mais duro) para esse belo povo que é o dela, recordo-me de um pedido de uma doce pessoa amiga e que, na altura por estar um pouco em estado sonâmbulo e mortiço, nem me recordava de uma obra preciosa – uma banda sonora. Na altura do pedido, recordara-me de uma banda sonora, e uma das que mesmo num tal estado me recordo – a do Cinema Paradiso. Acho que teria de estar morta mesmo, para não me recordar desse, mas foi uma tremenda falha não me vir à mente tal banda sonora que agora me lembro..
Lembrei-me de imediato de filmes do Tarko, por exemplo, assim como um filme precioso que levou o excepcional Leopardo de Ouro, esse realizado pelo talento do saudoso Álvaro de Morais, e esse por seu lado e por associação de ideias, a um músico que é autor de banda sonora de outro filme que – embora receptor de um galardão que me será mais ”banal” (premiado por um Oscar, mas isso em nada torna banal o autor, pois só engrandece o prémio, a meu ver, e apesar de tudo.  Os propósitos do plano Marshall, que de forma anti-arte conseguiram diminuir gigantes tais como um Fellini e outros, terá o lugar cativo que lhe couber no meu pensamento, ao contemplar a mutilação que causara, mas enfim….,  adiante..) – não será menos significativa a obra.
Pelo prazer de busca de música que me toca a alma, enquanto penso naquele doce pedido de quem me quer bem, aqui fica algo da Eleni Karaindrou.

É tão bom haver coisas que me encaminhem e me levem a Kandinsky, ou a obra (e agora neste caso) também, de `*Helenos.

E  outra peça de banda sonora, da mesma autora.

 

Votos de boa noite, aos que por aqui passarem.

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Bom, agora não resisto e volto ao belo e inspirado – Cimema Paradiso, que mesmo quando se anda em estado somâmbulo como naquele dia, persiste sempre na memória

 

May 2019

Among other things, this is as we know – the month that marks 500 years of Leonardo’s  having departed..
(May 2nd, 1519 – Amboise, France)

 

 

 

 

 

 


Also, on the 7th (today) we come to the moment that that marks Tchaikovsky’s 179th date of birth .
It is just a simple, and humble reminder that I leave here – as I recall that it had been fortunate for us that both had walked the Earth.

 

 

 

 

 

 

 

 

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA

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Abril / April – 2019

I beg your indulgence as – some images, and videos, may take a moment to become fully visible.
Best Wishes, to whomsoever should come upon this post.

 

 

 

(Red Carnations – By Pomar, image via FB – courtesy of the Júlio Pomar Foundation)

 

 

 

(Psalm: John Coltrane – Fouth movement from ‘A Love Supreme’)

 

 

 

 

(Ella Fitzgerald, born April 25th – singing April in Paris, via Jazz Corner | FB page)

 

 

 


(article)

 

 

 

(article)
LINK – https://www.franceculture.fr/emissions/le-reveil-culturel/john-coltrane-jazz-mystique-et-revolutionnaire  

 

 

 

 

(article)
LINK – 25A40 – O som do cravo | Um concerto em três tempos.

 


 

 

 

(Bach – choral from – St Mathew Passion | BWV 244 , Harnoncourt – Arnold Schoenberg Chor, Concentus Musicus Wein, Wiener Sangerknaben)

 

 

(Bach – Final chorale – St John Passion ”Herr, unser herrscher” (chorus) | Gardener, Monteverdi Choir, The English Baroque Soloists)

 

 

(Megaloschemos II | Bulgarian Orthodox Hymn)

 

 


(article)
LINK – https://www.jornaltornado.pt/chico-buarque-revolucao-portuguesa/

 

 

 


(Os vampiros – Zeca Afonso)

(Cantigas do Maio – Zeca Afonso)

 

 

 

 

 

(Georges Moustaki – Ma Liberté)

(Zeca Afonso – Redondo Vocàbulo)

 

Poster - 25th April '74 | Cartaz : O menino do Cravo - fotografia de Sergio Guimarães

 

 

 

 

 


(and still, because it is April 25th, and Thursday)

 

(Tarkovsky Quartet – Nuit blanche)

 

 

(Harmónicos – Jorge Peixinho)

 

 

 

 

 

 

Abril


(Acordai – Lopes Graça | Lisboa Cantat)

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

Quote

Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal (GA : De facto, no meu caso, como nunca tive uma aula do idioma, fico a querer tentar entender que raio de ensino e aprendizagem esta criatura teve durante todo o seu percurso académico. E isto, para não falar da gritante falta de noção de certas coisas elementares em termos de Direito, ou de protocolo, já que se coloca na posição em que se coloca ao visitar outro país. Nesse caso, então, é totalmente circense a criatura na sua postura. Eu comum cidadã, posso dar-me ao luxo de não me ser exigível certas coisas. Não sou ministro de qualquer governo, nem uma juiz, nem sequer sou da área, e mesmo que, tal como qualquer cidadão comum, tenha algumas noções mais que básicas de jurisprudência. || Sérgio Moro Go Home! (NO, wait, Chico Buarque and other Brazilians shouldn’t have to deal with your B.S. They truly shouldn’t, no one should. Go commit yourself, with your Cracker-Jack credentials that anyone one of sound mind questions, to a correctional facility. Or, if it pleases you more, go sit on a cactus). Oh wait, Your Bannonship, where are my manners? You’re visiting a foreign land, and somehow half a dozen ninnies – here – for some reason – see and recognize you as some kind of foreign dignitary – or – as being specialized in circus acts or something along such lines. Yes, the only title I can possibly muster is obviously not ”Your Honour”, or ”Justice whomsoever it be”, or – ”Honourable anything or person” as would be the habitual way to address a minister, just *Your Bannonship*. Do I need to explain why? Go sit on a cactus, sir. Do it now. Good-bye, and good riddance.)

(Por Joseph Praetorius, 24/04/2019) Sérgio Moro Um juiz que não sabe falar e que troca cônjuges com “conges” saberá pensar bem, já nem digo julgar bem? 415 more words

via Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal

Notre-Dame – Eglise Cathédrale de Paris


 

 

Charles_Meryon,_The_Apse_of_Notre-Dame,_Paris,_1854_II

Notre-Dame – Paris (gravure – Charles Meryton, 1854)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Julian Assange

(idioms: EN & ES ) Former President Rafael Correia : ”Assange is, and has been since last year, an Ecuadorian citizen”. As such, today’s arrest ”is not only unlawful in terms of the legal obligations with respect the status of those granted asylum (the rights thereof) and binding International Law , but also, the Ecuadorian Constitution” – which Correa classifies as ”unheard of” and ”outrageous”.
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El expresidente de Ecuador Rafael Correa – Correa ha recordado que “Assange es, desde el año pasado, ciudadano ecuatoriano”, con lo cual, según explica el exmandatario, la detención llevada acabo hoy “no solo rompe las reglas de asilo y el Derecho internacional, sino la Constitución ecuatoriana”, algo que Correa ha calificado como “inaudito” e “indignante”.
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SP – https://actualidad.rt.com/…/311328-correa-arresto-assange-l…

 

 

 


LINK:

ACLU | American Civil Liberties Union : comment on Julian Assange Arrest  
(April 11, 2019)

(Portion taken of the article. Please click on the available link for the full article)

« Ben Wizner, director of the American Civil Liberties Union’s Speech, Privacy, and Technology Project, issued the following comment in response:

“Any prosecution by the United States of Mr. Assange for Wikileaks’ publishing operations would be unprecedented and unconstitutional, and would open the door to criminal investigations of other news organizations. Moreover, prosecuting a foreign publisher for violating U.S. secrecy laws would set an especially dangerous precedent for U.S. journalists, who routinely violate foreign secrecy laws to deliver information vital to the public’s interest.

In response to the unsealed indictement, Wizner added:

“Criminally prosecuting a publisher for the publication of truthful information would be a first in American history, and unconstitutional. The government did not cross that Rubicon with today’s indictment, but the worst case scenario cannot yet be ruled out. We have no assurance that these are the only charges the government plans to bring against Mr. Assange. Further, while there is no First Amendment right to crack a government password, this indictment characterizes as ‘part of’ a criminal conspiracy the routine and protected activities journalists often engage in as part of their daily jobs, such as encouraging a source to provide more information. Given President Trump’s and his administration’s well-documented attacks on the freedom of the press, such characterizations are especially worrisome.”

 

 


Further links : (The Sydney Morning Herald)

 

 

LINK : 

The Martyrdom of Julian Assange –

Chris Hedges
Columnist

Chris Hedges is a Truthdig columnist, a Pulitzer Prize-winning journalist, a New York Times best-selling author, a professor in the college degree program offered to New Jersey state prisoners by Rutgers…(more)

(Paragraph taken from the article. Please click on the avaiable link for the full article)

« Under what law did Ecuadorian President Lenin Moreno capriciously terminate Julian Assange’s rights of asylum as a political refugee? Under what law did Moreno authorize British police to enter the Ecuadorian Embassy—diplomatically sanctioned sovereign territory—to arrest a naturalized citizen of Ecuador? Under what law did Prime Minister Theresa May order the British police to grab Assange, who has never committed a crime? Under what law did President Donald Trump demand the extradition of Assange, who is not a U.S. citizen and whose news organization is not based in the United States? »

 

 


 

 

 


Quote

Bernardo yEl Dragón que perdió el fuego — Entre Nubes

Aquella primavera estaba siendo muy lluviosa. Las nubes no paraban de echar agua y más agua sobre toda la comarca y la naturaleza comenzaba a estar un poco desbordada. Los valles que acogían los ríos no daban abasto, sus cauces eran tan anchos que más que ríos, parecían lagos y algunos animales tuvieron que emigrar […]

via Bernardo yEl Dragón que perdió el fuego — Entre Nubes

-a poem (sung in a Locrian mode, with florid counterpoint)

 

 

The Sun’s tender sheen
dances freshly on my brow
as I awaken.

In a sweet caress,
as it baths me through and through,
I wander outside.

The trees are bursting
with lemons and little birds.
I sit in wonder

each day,

when

a loved one is born.

 

 

 

 

 

 

 

 


(As today, and a few other days, whether they’re still here or ‘away’, the warmest light seems to shine even if it rains – just like today.  And, it wasn’t even raining.)

 

 

 

59 syllable poem.  –   ”575 575575 215” form | 3 haiku +  3lined strophe

© Guida Almeida

técnica mista s/tela ©

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Video

A Beirach etude

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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As ameaças ao Estado de Direito Democrático — Aventar

Talvez já poucos se recordem – a memória é, segundo alguns estudos, afectada pelas redes wi-fi – do verdadeiro assalto que o governo do Dr. Passos Coelho tentou fazer ao Tribunal Constitucional, exercendo sobre ele uma tremenda e inédita chantagem que, a dada altura, ameaçou colocar em causa não apenas o princípio da separação de…

via As ameaças ao Estado de Direito Democrático — Aventar

A moment (a fleeting moment, a poetic cadence, a moment)

 

 

 

There’s something rather poetic and difficult to describe when you chance upon opening an account you have on a social media network, and come across a piece you rarely hear performed (it’s a lovely piece, by composer: Francisco Lacerda).  It starts to play  and suddenly before your eyes appears something else.  As you look you inequivocally, and instantly feel yourself identify with the youngling, saying – ”Aw, the same as me with my dog”) – but, what you’re listening to takes you a such step beyond that,  it takes you a moment to fathom that chance poetic cadence, laced betwixt sight and sound, before you.
And thus you sit, enthralled, in a state of warm wonderment, beyond words and explanation.

 

 

 

 

 

 

 

(the above ”clip” may take a moment to load and be visible)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Listening, on the riverbank.. (open form verse, quantitative meter: 9 – 9 – 5 / 11 / 1 – 5 – 2 )


 

 

 

 

 

Sometimes Coltrane,  sometimes Bach, sometimes
whence flow  profound seas of Tchaikovsky

– cometh melted snows.

 

 

You feel the river bed move,
and there you sit,

warmed,

past Time and Season,

trickling.

 

 

 

 

(open form verse, quantitative meter)

 

 

 

 

 

 

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Quote

Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 04/03/2019) Ao desencadear uma tempestade quando se soube que ia processar algumas das pessoas que o criticaram (ou todas?), o juiz Neto de Moura pode ter agora compreendido que, numa sociedade de comunicação tão líquida, a pior das condenações é ser alvo de chacota. AJude a Estátua de Sal. Click…

via Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal

Auto e paga o báiue

SUPLEMENTO CULTURAL

Moretto_budapest

Um auto em um acto e cenas tgistes.

Dgamatis pergsonae

Maria Celina
Adbílio Costa
Grande Inquisidor

Cena 1

(Sala da casa de Celina e Adbílio)

Adbílio- Mas onde é que diabo meti o tabaco?
Maria Celina- Já viste debaixo da almofada do sofá?
Adbílio- Já vi, já vi, não está uá nada.
Maria Celina- Vai lá ver outra vez, tu tens as coisas debaixo do nariz e não as vês.
Grande Inquisidor- Oh-oh-oh!
Abílio, Maria Celina- Oh-oh-oh!!?
Grande Inquisidor- Tempos houve em que ele ouvia o que Maria Celina lhe dizia.
Adbílio- Eu não te disse que não estava uá?! Eu bem te disse que não estava uá.
Maria Celina- Vai lá ver outra vez [Adbílio sai]
Adbílio [em grande excitamento]- Encontgei! Encontgei!
Maria Celina- Eu não te disse? És sempre um cabeça no ar.
Adbílio- Mas há aqui outgo pgobuema…
Grande Inquisidor- Isto é demais! Entrem! Venham!
[de bastidores…

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the bear

 

Sung the babbling brook

dancing cooly in the breeze

in sweet surrender

 

to a soft chinook

as it passed, warm and ternder,

fragrantly through  trees,

where the humming bees

parade their brightest yellow

to a flutt’ring halt

 

where lay

the

stiffened furry bear.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

zoo bear

Photo by Rasmus Svinding on Pexels.com

 

 

 

 

 

 

 


 


59 syllable poem.  –   ”575 575575 215” form | 3 haiku +  3lined strophe

 

 

 

 

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poem

 

 

Looking at the chair,
sun ablaze on whitened hair,
– a glistening memory.

 

Your voice, deep and low
in soft cascade whence it flows
past recollection.
I feel  your sweet gaze
pour gently upon my skin
and learn that God is

 

 

tender

and
careful with my heart.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A 59 syllable poem.  I was going to call this poem ”575 575575 215”, but that made it look too much like a phone number

red telephone booth beside brown tree

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal (One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, they ought to obviously be held accountable by it as well.)

Estátua de Sal, 24/02/2019 Mais uma vez este blog foi alvo da censura do Facebook. Tudo o que publiquei aqui recentemente e que tinha sido partilhado na minha página do Facebook foi de lá banido sem qualquer explicação cabal, dizem eles porque “não está de acordo com os padrões da Comunidade” Mas, afinal o que […]

via OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal

 


(G.A. – One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, ought to obviously be held accountable by it as well.
Other than being ridiculous when seeing what is censored, it is unlawful conduct.  I have nothing against Facebook, it is a social media platform as are others,  but this seems too  bizarre not to ask.   Was facebook made by citizens from a country that allegedly has in its own Constitution something known to them as their constitutional ”First Amendment”? If so it will be hard to believe that they’d find it strange at all, and naturally expect them to understand its meaning.  Furthermore, unless they be more ignorant of things than the current President of their country, they’d obviously not be surprised that such is also in the Constitutions of other lands, not to mention international conventions – and law.  Who exactly is it that is thus breaking Law and Legality, one asks?   Or are we kept in the dark so as to make it difficult to hold whomsoever or ”whatever” it is, unaccountable?  If this is so, one must never forget that – sooner or later – TIME has a way of uncovering all deeds. Indeed, even if we’re all killed off, there might still be a whale or dolphin left that will point a fin at the culprit. Goodnight)

Time: in a Penta-iambic Quatrain.. open couplets amidst closed (clothed) lines. | ”fugued poem”

 

Crouched in a corner,
bending bouyant blur,
sitting in a room
faster than sunlight.

 


Time is no foreigner,
no shifting  murmur
in movement, to loom
perched in endless flight.

Typecast adorner,
Chronus’s porter
transfixed, flows.  As spume,
beams full in plain sight.

___

Cometh yon caboose 
– untamed, almost loose,
– anointed, jointed,
– appointed, in truce.

 

∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞

 

Bending bouyant blurr
No shifting murmur
Chronus’s porter
Untamed, almost loose
Sitting in a room
Movement, anointed
To loom there, jointed
Transfixed, flowing spume
Perched in endless flight
Faster than sunlight
Appointed in truce
Beams in a corner
Crouched in plain sight.
Time
is no
adorner, typecast foreigner

 

it
Cometh intemporal
and loose.

________________________________________

 

 

 

 

 

 

 

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Faster than sunlight
Time is no foreigner
Bending bouyant blur
In movement, to loom

In movement, to loom
Chonus’s porter
Anointed, jointed,
Beams full in plain sight.

 

 

 

 

 

 
shallow focus photography of wooden clothes clip on clothes string rack

Photo by Santosh Maharjan on Pexels.com

 

IMG_20140708_142607

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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3 haiku

 

a fractal casting
of Euclidean silence
dances on my leg

 

 

 

a rustling of leaves,
tangents – timidly pacing
the night  on each foot

 

 

 

 

 

 

 


 


©

sprawled upon the ground
lay many moving shadows.
– just shuffled through three.

(this very moment..)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Haiku (son of Zeus – son of Hera)

the battle blazes,

doth glow the fields of repentence

— upon bodies, stacked.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

© Guida Almeida

pormenor

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

 

 

 

 

Haiku (a painter’s haiku)

bursting in blossoms

smiles yon almond tree, sweely

unto the heavens

 

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(Blossoming forth bursts yon almond tree.
Where are you little cricket?

”I dream at your feet” – it answers.)


G.A.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal (There is a very strange McCarthy-like censorship occurring on the online social media network -Fb, in relation to ”Estátua de Sal”. There is no form of saying the source that is censored thusly invokes any kind of ”Hate” or that it has ever made any call for Hate Crimes of any sort, neither is there any possible excuse of there not being the necessary approval by the authors of the articles published therein. Make no mistake, said authors are legitimate and always published anywhere they please and anywhere that wishes to have them. Portugal is a country that has signed an oath – by international conventions – to uphold Freedom of Speech. There is no possible justification for said censorship that even goes against not only the mentioned International Conventions, but the country’s own constitution as well. I will not stand by and idly watch this go on, in silence, nor the throwing away of such things that at such great cost were made a fundamental right and duty in our constitution. Whomsoever is fueling such undemocratic, unconstitutional, abuse should be held accountable and denounced. No one is sure of the source of said censorship, but it has been going on for the past month. If they are ”fooling” the online social-media giant, they should be held accountable by it as well. |! | Aproveita-se para informar que continua a bizarríssima censura ao espaço do qual fui buscar este artigo. No tempo de Oliveira Salazar e de Franco no país ao lado do nosso o havia. E agora? Que dizer deste curioso regresso da tal mordaça da censura, para mais havendo acordos internacionais subscritos por nós aos quais – como Estado – somos obrigados a cumprir? Não pode haver equivoco possível, é intencional. Há cerca de um mês está patente: Censura, de tudo que seja publicado no Fb pela Estátua de Sal, sem que nela haja qualquer vestígio de quaisquer apelos a quaisquer ódios ou crimes movidos por quaisquer ódios, ou sequer que haja falta de autorização dos próprios autores dos artigos publicados. Sem justificação possível, a não ser que… (que dizer?)

(José Luís S. Curado, 18/02/2019) E concluo com uma interrogação: será que este pobre Titanic da Justiça vai para o fundo sem apelo nem agravo, com gente estranha na ponte, com os solistas da orquestra da esquerda a tocar num estranho uníssono o silêncio das valsas de Strauss? Haverá lealdades que valham tal naufrágio, meus senhores?

via O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal

Haiku (night)

stars carried, slowly
the lone cricket dreams nested
next its almond tree

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sicilian Tercet

 

Each sonnet difts in a slumber of hosts

with wings extended glide the depths of night,

all lines surrendered, untangled their ghosts.

 

Guided by form,  accounted by texture,

a blanket, thick woven, fashioned through flight,

all placed, all aligned – thought, whim and gesture.

 

They play, they soar, they dip in pirouettes

never fumbling, they moor, come without fright,

encircling, danced – embodied minuets.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

To feel the earth beneath your aching feet

and pace the depths of your sole’s (soul’s) perceptions

past the glaze of Time’s preordained retreats.

 

Cometh the dawn with merriments and
______unto swirl and line entangled

 

 

 

 

 

(90 + 30 + 17  = 147 | 147 + 3 ∈ ) 

Haiku (haiku & Yellow Blue – Kandinsky colours 2) 

feet on the warm sand

eyes drifting brisk high, brisk low

swells of indigo

 

 


 


Haiku Yellow Blue

Kandinsky colours 2

Colours two (?) line 2  (?)  

( ? ) – to / two / too 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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(Although I do not want to impose in any way any imagery of mine outside of what the words suggest,  so as to leave that to each that should com upon this post, I confess that I can’t help myself from leaving a picture of my dog on the beach when he was but a pup.. I love this picture.  I know what I’ll do, I’ll leave it way down on the post, in hopes of not ruining the read)

 

 

 

 

 

 

 

 

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