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Terrorismo — A Estátua de Sal

(José Preto, advogado de Bruno de Carvalho, 18/11/2018) Pode ser expressão de uma oposição política, ou opção política de um regime para manter o poder. Começou aliás por aqui. Houve o regime do terror, antes do aparecimento do terrorismo como classificação. Embora não se mostre ainda sedimentado como conceito, terrorismo é uma imputação de violência política. A meramente militar não basta, embora possa caber na designação, porque é remetida para o rol dos crimes de guerra.

via Terrorismo — A Estátua de Sal

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Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

(José Luís S. Curado, 22/11/2018) Mas, de imediato, instaurar procedimento criminal contra todos os grevistas, determinar a sua suspensão imediata com procedimento disciplinar e chamada a funções dos substitutos legais.

via Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

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Luís Montenegro clarificou posição de Passos Coelho — Aventar

Deixou de se saber o que vai pensando Passos Coelho sobre a política do PSD e do país, se regressará ou quando regressará o afinal vencedor das últimas eleições legislativas. 182 more words

via Luís Montenegro clarificou posição de Passos Coelho — Aventar

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que se desnuda conforme a noite avança na sua concava natureza, por esta esfera

***
Desvendado o firmamento, um risco lunar timidamente esboçado, cortante o seu fulgor enquanto rasga as frias trevas da noite, rapidamente se passou para além de meu horizonte.

( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se   torna
mutável ).  **
Olho para cima e ei-lo, o Pégaso esvoaçante, móvel porque me mexo, mesmo que aqui parada aparento estar.
Parada entre as sobras das sombras que se criam e se desfazem a cada instante enquanto tomam corpo noutros mapas celestes e que no entanto me enxergam aqui como se parada no tempo pelo tempo que duro, estou.
Serei um palmo de tempo num corpo que mexe,  ptolemaico,  redondo,  o seu som molhado e seu trajecto girante  junto à chama que lhe faz anil a meus olhos quando aqui não estão.   
Pelo horizonte me meço e por ele estremeço ante o astrolábio que me concedeu o Navegador-Mor. Por vezes anda mal tratado, caindo ao chão como um qualquer par de óculos que me esqueço de usar… Encontro-o quando o penso perdido,  no olhar do cão que encosta o seu nariz ao meu, numa voz vizinha que me chama e me pede um chocolate quente, noutra que se propõe a cortar-me os longos cabelos ou numa criança, rabina, que não entende a razão que o cavalinho que montara num supermercado e que muda de cores – parou. Ele tem uma capacidade em me surpreender, como quem diz – ”Estou aqui, sua tonta”.   Perdoa-me os meus defeitos, o nónio foi feito por uma matemática sem a mácula.

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que se desnuda conforme a noite avança na sua natureza concava desta esfera.  ***

 

 

Dal Segno (𝄋)  al Codetta (⊕)   & /   al Coda (⊗ ) 

|:


***(:| |:)

  𝄋 

 

(Mal vejo os dedos e no entanto
vejo-o ali, esvoaçante, junto a um
conto antigo que se desnuda
conforme a noite desta esfera
avança, na sua natureza,
concava.)


***  (:|  or    |: & :|)

***(alt. 1º⌋   &  ⌊2º ending  to repeat signs – or – straight 1x repetition  )
(alt. – Segno )

(𝄋)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


(© the above transcript was originally writen elsewhere – Decembre 23, 2017)

 

 

 

 

 

 

PianoCliffNo3_GuiAlmeida

piano cliff III – © G.A

 

 

 

   (Codetta  / Coda   & DcC-Fine ∑ ) :

Agora não liguem, o que se segue são aqueles meus exercícios em modo – ”Resnais”,  e também  próprios de quem lida (por exemplo) com contrapontos diversos que,  podem não alterar a Harmonia estructural (pelo menos de forma significativa), porém,  dizem de forma especifica quando isolados coisa diferente – na  mesma linha.
(-coisa de músicos, portanto, não liguem).

 

 

 

( ) 

 

***   ( |: & :|)

** ( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  (que)  se   (con)torna  ( , )
mutável ) .

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se  percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se  contorna 
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende  como a pele de uma maçã ,   ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e (que) se contorna ,  
mutável ) .


( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e que se  torna  
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se  percorrer o seu perímetro ou profundidade que se  torna 
mutável ).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende, como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e se contorna).

( o horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade e  se  torna  
mutável ).

( horizonte?  O horizonte é algo que nos transcende,  como a pele de uma maçã ao se percorrer o seu perímetro ou profundidade torna-se 
mutável ).

 

( ) 

*  serei um palmo de tempo:
– ptolemaico
– ptolemaico, que mexe
– redondo
– que mexe, redondo
– girante
– que girante se mexe
– que ptolemaico e redondo e girante  se mexe
– molhado
– que redondo, ptolemaico, molhado e girante , se mexe.

(Um palmo de tempo e de som e trajecto que  molhado, ptolemaico, redondo e girante – se mexe. ) 

 

***   ( |: & :|)

 

 

   DcCF (the  ”da Capo – fine” of the Coda) :

( ∑ 

Mal vejo os dedos e no entanto vejo-o ali, esvoaçante, junto a um conto antigo que avança conforme a noite, (por esta esfera), se desnuda na sua concava natureza.

 

(Mal vejo os dedos e no entanto

vejo-o ali, esvoaçante, junto a um
conto antigo que se desnuda

 
conforme a noite desta esfera
avança,
na sua natureza,
concava.)


 

***   ( |: & :|)

 

 

 

 

 

 

 

 

_________________________________________________________________
(uma anotação, como lembrete para mim mesma)

-Ao contrário de uma partitura lida por um músico,
onde se seguiria pelas regras estabelecidas dessa arte,
os sinais que regê-la-ão em termos estructurais
(os da Repetição: ”, do Segno 𝄋 ”  , ou os  utilizados
para
Codetta ”  ”  e para Coda  ” ”   assim como aquele
que aqui emprego para designar
uma eventual componente final
de um Coda
” )  – servirão apenas como sugestão  para
uma de duas coisas, para que se siga com a disciplina
de um músico, ou, em vez disso, com uma liberdade
interpretativa de tais símbolos como se um não músico
as estivesse a ver ou num espirito semelhante ao do
Resnais.

 

Fim de texto, de quem afinal não passa de uma ”interprete” e que
olha, que – continua a olhar por exemplo, um G. Steiner, com desconfiança enquanto
levanta o nariz em protesto

(e que,
teve de se apaziguar com um amado trecho de Bach).

 

hmmmmmm… não sei se chega, creio que preciso de mais um trecho, pois acordei com mau feitio (e isto hoje está mau) –  https://www.youtube.com/watch?v=yMHMSnTQM54

 

 

 

 

 

 

 

.

Somewhere – between Now and the Third Versicle


(Jimi singing Dylan’s – All Along The Watchtower – arrises in my mind’s ear, in a subtle crescendo as if it were the commencement of the dawning of the sun yet be it the night)

 

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The night falls – its winds still elude unto visions of misconceived footmen lining each front, and yet  – the cricket sings.
As Babylon runs in its rivers, weeping wet, still can I not see – nor the olive groves of Galilee, nor the seas of all Being and enchantments.  These most assuredly lie somewhere between now and the third versicle of the Song of Songs.
The wind shall growl, the Watchman shall sit – until the cricket leaps a perfect fifth, perhaps a minor sixth
(to a comely bass).

 

 

cropped-img_1237.jpg

 

Somewhere Between Now And The Third Versicle

(© written elsewhere by me, Aug. 19, 2018)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


(N. i. s.)

moonlight on sea - G.A.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PARADOXO DE SALVINI E KAKCZYNSKI NA UE

Por conter uma reflexão que consideramos interessante e actual, embora meramente sectorial em termos de espectro político, publicamos este texto sobre o populismo/nacionalismo e o choque…

Source: O PARADOXO DE SALVINI E KAKCZYNSKI NA UE

Our Global Condition – Some updates (Artigos recentes, de fontes escolhidas pela fidelidade das mesmas para com os factos, e ligações para mais alguns artigos)| post idioms: EN, FR & PT

A tiny, rather insignificant note regarding this post’s  overall caption:
I was having a hard time chosing a title for this post.  I was going to leave it as *Our Global Predicament*, but, I suppose it makes not much of a difference to use either term, ”condition” or  ”predicament”.  Since I use the latter more often, this time I’ll favour the first  type of  wording.

I shall now leave the following links, straight away, with no further delay.

(thank you for reading)

 

Galinhola - de José Maria Soares Ribeiro da Costa

Galinhola – de José Maria Soares Ribeiro da Costa

 

 

 

ARTICLES (links) | ARTIGOS (ligações) | ARTICLES et actualités (liens)


 

 

OS TEMAS PROIBIDOS NO OÁSIS DE DAVOS
 – artigo de 25-01-2019 (Ligação directa para o artigo – na sua fonte

______________________________________________________________

Ten Reasons the Ecumenical Patriarchate Made a Huge Mistake in Ukraine
By George Selinsky Global Research, January 22, 2019
Pravmir.com 19 January 2019

DIRECT LINK 

__________________________________________________________________

ANALYSE: Gilets jaunes : l’acte I de la réflexion Par Cécile Daumas — 23 janvier 2019 –  liberation.fr – LINK direct

__________________________________________________________________

Ligação directa para o artigo:
«Direitos para as pessoas, regras para as multinacionais» Campanha europeia quer acabar com os “privilégios das multinacionais”
(Notícia de 18 Janeiro, 2019)   – 
in: 
jornal Tornado
 

_____________________________________________________________________

 

The Loss of Life, From World War I to World War III. What Would Happen if a Third World War Were to Break Out?
By Prof Michel Chossudovsky Global Research, November 20, 2018
– Direct Link to the article @Global Research

 

 

 

 


Regarding Venezuela (specifically): 

 

 

 

 

OEA não apoia golpe na Venesuela – notícia de 25-01-2019
*
Noticia – Fonte – LINK directo
(JORNAL DIGITAL DE INFORMAÇÃO INTERNACIONAL| DIRECTOR: JOSÉ GOULÃO)

 

_______________________________________________________

 

 

The US Puts Venezuela Under High Pressure. Chronicle of an Announced ‘Parliamentary Coup’ – Direct LINK (article 26-01-2019) By Marc Vandepitte

******
( Français)
VENEZUELA : «Un coup contre le droit international» Par Alfred de Zayas
(Lien Direct-  Mondialisation.ca, 26 janvier 2019 | Le Courrier 24 janvier 2019) 

 

_____________________________________________________

 

Au Venezuela, les militaires monnayent leur soutien à Maduro Par Benjamin Delille, correspondant à Caracas — 25 janvier 2019 à 21:06 LIEN direct    

 

___________________________________________________

 

 

 

___________________________________________________

 

 

«Vassily Nebenzia, le 26 janvier au Conseil de sécurité de l’ONU. Lors des discussions au Conseil de sécurité sur les troubles qui secouent le Venezuela, Vassili Nebenzia, ambassadeur de Russie auprès de l’ONU, s’est demandé s’il ne fallait pas plutôt parler des Gilets jaunes.
Une sortie qui a ulcéré la France.»
(LIEN direct – RT France)

 

____________________________________________________

 

 

Is the US Orchestrating a coup in Venezuela?
January 23, 2019 Lucas Koerner in Venezuela analyzes the current developments withTRNN’s Sharmini Peries and Greg Wilpert
**- Direct LINK to the news cast & respective article  

 
 

 


Key: Information Regarding Featured News Sites
of preference (list & respective links)

 

 

EN———Other sites also worthy of note for one or another reason,  but,  because of there not having been the need for their use above in this post, they are placed in the list below:
PT———Uma selecção de outras publicações de relevo que, por motivo de as não ter precisado empregar mais acima, neste artigo, não estavam ainda a constar:

 

 

 

 

 

 

 


_____

The following articles, written these past (yet recent) years – I leave as well.

Three LINKS – each providing, through ”labels”, articles that bring forth some issues related to the present post

 

LINK # 1a – source GFA 

  #  1b (continued under the same label) – (source GFA)

LINK # 2 – Source GFA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog

 

On 15 January, the House of Commons overwhelmingly rejected the Withdrawal Agreement which the British Prime Minister, Theresa May, had negotiated with the rest of the European Union, throwing into disarray efforts to ensure the country’s orderly exit from the bloc.

via Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog

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@GTP_Updates Demonstrates Google’s European Influence Campaign — Music Technology Policy

@artistrights tweeted in reaction to the stalled Article 13 legislation in Europe “American multinational corporations impose their commercial imperialism over their vassal states. Not the Europe we love.” There probably has never been as revealing an insight into Google’s short, loathsome and treacherous lifespan as the Article 13 legislative process in the European Parliament. It […]

via @GTP_Updates Demonstrates Google’s European Influence Campaign — Music Technology Policy

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Falar por traço e ponto

SUPLEMENTO CULTURAL

Morse

Falava em Morse. E com sotaque. Não se percebia um boi do que dizia. Por isso ninguém queria falar com ele. Uma namorada, compadecida, tentou tirar um curso de Morse, desses de auto-ajuda, para perceber o que lhe ia na alma. Em vão. Quanto mais Morse aprendia, mais constatava que nada sabia. Só dúvidas. Finalmente, deixou o namorado a falar — em Morse, claro — sózinho, no meio do Intendente. O povo que passava e o ouvia receou que estivesse iminente um atentado terrorista. Chamou a polícia, os serviços secretos, o SESF! Os membros desta última organização declararam-se incompetentes para o perceber. Que não!, que não percebiam nada, que não havia um só funcionário nos serviços que o percebesse, que tinham de contactar a embaixada, mas qual embaixada?!, era necessário chamar peritos do Centro de Linguística, dar formação, aumentar os salários, as horas extraordinárias, a particpação na ADSE. Tudo em…

View original post 356 more words

The Cerulean Lining

Between Night and Day, when… – when
the balance between the ”subjective”
and the ”objective” in sight
is at that magical number, and evened;
when one can still feel the protection
of the blue overcoat, an overcoat that
is there
as a smile of a Cheshire cat that begins to reveal what’s inside and out, as the universe
begins to unravel before our eyes still shielded
from a lining
(a cerulean lining – a cloak of stars / a coated moving marble, the moon dancing in between).
It is such a special moment, in an apparent silence
where the spheres begin to hum to another key
(Another key?).

 

 

FinalTwilight_Lua_GuidaAlmeidaFoto

 


©Written and published elsewhere, by me – August 5, 2016  

 

 

 

Speaking of ”keys”, I’ll leave a Tony Williams gem..
I was searching youtube to just bring one of its tracks, but, it’s hard to choose one.
I don’t usually like to place a full recording, but, he’s no longer with us and it is hard to choose.

Wishing all a wonderful week.

 

 

 

.

Num intervalo de sobremesa

 

Estava aquele sorrir, enigmático e belo, a atiçar-me. O seu brilho encandeava o envoltório cerco da qual furava com inequívoco esplendor. Não há, não havia aljubeiro,  apenas  uma capa translucida entre esferas para que não se ofusque os sentidos. Seu brilho traçava uma belíssima elipse sobre algo que, mais do que aquilo que é, me trazia uma imagem Felliniana de si mesmo – vista por instantes num filme, e, tal como no filme, onde antes de julgamento – se navegava. Tinha decidido, por repentino cansaço se abater sobre o corpo, ir em busca de uma sopa de peixes, consoladora, na esperança de não haver argumento possível para que os que não se alimentam se alimentem. E ali fiquei, estampada naquele sorriso.

No intervalo de sobremesa, ao regressar, eis que o véu se dissipara e a dois dedos da linha do horizonte, de quem medisse, pairava já em tom cremoso, deslumbrante, e terno, tal como o caminho agora diáfono e delineado
(esse – cerca de um dedo de espessura, pela mesma medição, seguindo entre mim e o que se sente ser o infinito)
que se sabe terminar além do que é visível.
Pois é, a visão não tem curvas. Não as tem como terá a audição (por exemplo).
Ousando agora olhar para cima, o firmamento, pejado, amplamente se descortinara.
Sento-me.

Sinto a mão como se não fosse minha agarrar-me nos dedos de um pé (esquerdo, julgo que o esquerdo) que saía de baixo de uma perna não cruzada. Ouço o contraponto; ora em espelho ora em stretto, por vezes florido, tecido por ondas como se numa embarcação dentro do tal filme de que me recordara alguns instantes antes – o contraponto de quem está prestes a ocultar-me o sorrir celeste, como quem diz – ”Vai agora dormir. Vai.”
________________
(*suspiro* – no mais contrário possível ao magnânimo Pintor, que grande piroseira aconteceria se tentasse espelhar semelhante deslumbre.
Como…. ?
E porquê?
….Oh! Porquê.., pfffffffff, estou parva, mas é claro que assim é. Se assim não fosse, não teria graça alguma. É propositado)

 

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(© publicado originalmente 26 de Setembro, de 2017 noutro ”local”)

 

 

 

 

 

 

.

Astraeus unBound

 

There is an absence of Time when dusk comes upon the soft blue blanket, ebbing ever so gently.
I hear only the surface, a supple murmur,
Coeus is shifting
as I sink into Panthalassa’s ghostly remains.
Remains?
Nothing remains but the soft whisper
growing louder
as each grain pronounces an astral beat
within a song of the ages.

 

 

 


 

sandbox_GuidaAlmeida

 

 

 

 


(© originally published without its title elsewhere, August 25, 2017)

 

  • Astraeus and The Blue Hour – part two***
    (Astraeus unBound)

Astraeus and The Blue Hour – part one
(Astraeus Bound)

Astraeus and The Blue Hour – part three
(Astraeus & Zephyr)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

 

No Prancing For Ponies..

As all-seeing, all-hearing Helios takes his “fire-darting steeds” deep into Oceanus’s open arms, in our slumber, we question not his return.
The firmament revealeth its fiery gems and we seek its worth, not wondering how to travel distance and time, through slumber, and awaken unto another day.
We sit and breathe in each heavenly body, innocent of it’s age , its journey , its permanence or demise, and linger on into the night.
The moon rabbit feeds the horses 
–  hoping to go unnoticed,
they loose their wings,
scurry off into a tour bus, but
are caught.
And thus we are returnéd unto another segment of that plotted path, within a macro geography of Time and Space, unaware of such escapades.
Helios is quite strict in running operations – no prancing for ponies (yet).

 

 


(© originally published elsewhere, January 25 – 2018, shortly after midnight)

Helius the Sun - detail on a red figure style crater-vase

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

photo credits: DREA (www.D-Rea.com)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • I did not take either photograph.  For photo credits, please click on each picture
    (if the images do not open to a separate linked page, here are the photo credits for both:
    1 – Helius the Sun | photo source : http://www.theoi.com/Titan/Helios.html
    2 – photo credits: DREA (www.D-Rea.com)
    – Red Eagle Appaloosa

 

.

 

 

 

 

 

 

:

 

 

Por vezes vemo-nos de mão dada com uma banda sonora, e, caminha-se pelo corpo, e pelo dia, adentro (como se de mão dada, caminhando acompanados de uma ”voz-off”, que vai e que vem, como se em marés de consciência e de abstração mais, ou menos, aparente).

Não me sai a ‘Lacrimosa’ da cabeça, está como se num «loop» de comprimento largo, que retoma… parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…
Enquanto o contraponto e linha sobe, em voz múltipla (múltipla crescente, que balouça, que embora não aumente por aparência, o faz, como que degraus, aumentando com cada balouçar como se em maré que se sucede de onda em onda, num fluir, um fluir que sobe, enquanto ondula em frente)
tangida e entoada, quase sorrateiramente (mas que não é),
ascendendo e tomando (quase delicadamente (mas que não é embora o seja) )
que sereno ou douce (num não agreste) – ou forte (que não o é embora o seja),
como quem sobe de degrau em degrau até um patamar fundo,
subindo,
com um corpo em descanso, que sobe degraus,
embora direito, cabeça para baixo embora para cima veja..
(Que dizer? como descrever?)
..como as folhas que caem (só que em contrário movimento),
que sobe,
por degraus,
de linha e contaponto que balouçam
de catarse em catarse por cada degrau

que sobe numa escadaria metafórica,
que numa obra nos leva e nos lava a alma
de toda a chuva do íntimo e interior,
que estanca e verte o sangue das emoções,
que já não se verbalizam
(para cicatrizar),
que soam no ouvido da mente e da alma
(da alma que assim sobe, através de uma banda sonora que o dia apresenta
ao abrir dos olhos antes, e depois, de tomar café)
porque a alma, ela sabe, mesmo que calendários não veja,
A alma sabe a banda sonora que escolhe no acordar de qualquer dia
– numa obra que..
num Mozart que
se veste
dentro da alma,
como um douce manto que protege,
como se um casaco (interior),
que antes de verbos tomarem a mente que acorda nesse dia, e a acompanhe,
pelo dia adentro…, como se em «loop»
de comprimento largo, que retoma…, parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…

– (vou tomar o pequeno-almoço, com a banda sonora que me acompanha neste dia, de passo em passo)

______________________________________

Há dias em que
a banda sonora que se nos vem, nem é um Coltrane ou um Bach,
um Mahler, ou Hendrix, ou outro, …….
– É assim.

É um Mozart.

E,
e olhando de relance o calendário dos dias, percebe-se
percebe-se a alma que assim se decidiu vestir antes de verbos virem.
Pois, a alma sabe o que precisa vestir antes de tomar corpo no dia.
Por vezes acontece na penumbra entre o sonho e o acordar.. assim.
Ela saber como se vestir para se proteger no dia para enfrentar o frio
que pode vir,
que pode vir de qualquer dia,
que pode vir em qualquer dia.

  • Bom, o som já se está a desvanecer
    enquanto surgem os sons da rua, outras vozes que de bocas saem, de cão, de carro, de pássaro…
    Esvanece a cada passo que se dá até à maquina do café
    que está
    do outro lado da alma.

E vejo o que pousara agora na mesa, que truoxera ao descer das escadas (agora reparando que, no adormecer, na abstração do mundo, das coisas, de quaisquer calendários,
já de madrugada, já neste dia
– que adormecera,
– de caderno e caneta na mão, com um começo de um qualquer esboço de uma peça que surgira, no topor de uma mente que relaxava, de palpebras a fechar.
Parece que é um monólogo, aparente, mas que não, ..não o é.  Está-se à mesa. Há uma pessoa que fala com seis que não se vêem, porém, suas cadeiras vazias estarão ocupadas, e há mais……
Há alguns que entram e saiem. Estes são outros, outros que interagem de quando em quando mas também em ”espaço / corpo negativo”. Eles vêm e vão à mesa..

Hmmm…?
Onde está o café?
(já cá venho)

_________________________________
P.S.
(eu sei qual é a interpretação que está na banda sonora apresentada,
mas se não está anunciada, também não a farei.., e mesmo até porque, a que ouço, como digo, em forma de «loop», nem é esta, embora dela se aproxime)

– Era para publicar algo que há mais de uma semana andava a escrever, mas, como só está como que um apontamento inacabado, para eu não me esquecer o que me tem surgido ao longo da parte final do mês, sobre um assunto, não é hoje, em que acordei com a alma que se vestiu assim, que o farei..

Apenas deixo um texto que se me surge por esse apontamento.
É um poema.
É de um autor que não sou eu. No fim estará o seu nome, como autor, que ele usa para se vestir na personagem de autor.

_________________________

Of war and peace the truth just twists
Its curfew gull just glides
Upon four-legged forest clouds
The cowboy angel rides
With his candle lit into the sun
Though its glow is waxed in black
All except when ’neath the trees of Eden

The lamppost stands with folded arms
Its iron claws attached
To curbs ’neath holes where babies wail
Though it shadows metal badge
All and all can only fall
With a crashing but meaningless blow
No sound ever comes from the Gates of Eden

The savage soldier sticks his head in sand
And then complains
Unto the shoeless hunter who’s gone deaf
But still remains
Upon the beach where hound dogs bay
At ships with tattooed sails
Heading for the Gates of Eden

With a time-rusted compass blade
Aladdin and his lamp
Sits with Utopian hermit monks
Sidesaddle on the Golden Calf
And on their promises of paradise
You will not hear a laugh
All except inside the Gates of Eden

Relationships of ownership
They whisper in the wings
To those condemned to act accordingly
And wait for succeeding kings
And I try to harmonize with songs
The lonesome sparrow sings
There are no kings inside the Gates of Eden

The motorcycle black madonna
Two-wheeled gypsy queen
And her silver-studded phantom cause
The gray flannel dwarf to scream
As he weeps to wicked birds of prey
Who pick up on his bread crumb sins
And there are no sins inside the Gates of Eden

The kingdoms of Experience
In the precious wind they rot
While paupers change possessions
Each one wishing for what the other has got
And the princess and the prince
Discuss what’s real and what is not
It doesn’t matter inside the Gates of Eden

The foreign sun, it squints upon
A bed that is never mine
As friends and other strangers
From their fates try to resign
Leaving men wholly, totally free
To do anything they wish to do but die
And there are no trials inside the Gates of Eden

At dawn my lover comes to me
And tells me of her dreams
With no attempts to shovel the glimpse
Into the ditch of what each one means
At times I think there are no words
But these to tell what’s true
And there are no truths outside the Gates of Eden

(Poema ”Gates of Eden” de: Bob Dylan)

.

Sebastião Salgado (a truly powerful message – w/ French, English subtitles)

 

(français)

(english)

 

(below is a LINK with this video available in 34 languages – open and choose your preference)

http://www.amara.org/en/videos/f1MY7ozU0lIQ/url/475363/

 

 

 

 

 

 

Praia de F___________III (2011 - G.Almeida)

Praias de F… NºIII
(2011 – G.Almeida)

John Cage

 

 

(September/Setembro 5, 1912 – August/Agosto 12, 1992)

 

 

 

in aller freundschaft (there is a key)

 

 

 

 

 

 

[

]In A Landscape (1948)

 

 

 

 

 

 

variations 5 (1965) – Link with full feaTure film of the entire performance from a 1966 German broadcast.

The actual músic/coreography begins after 5 minutes of the 49:25 minute video contained therein.

Esta ligação, para a obra “Variações V”, de 1965 , contém a actuação completa que se pode começar a visionar após cerca de 5 minutos do começo do vídeo, de 49 minutos: é uma actuação que terá sido transmitida na televisão Alemã em 1966.

 

 

 

 

 

 

Songbooks (John Cage: music & E.E. Cummings: lyrics, 1970)
w/ Cathy Berberian on vocals.

 

 

 

 

 

 

..pelos 100 anos  de John Cage.

_

A tired hand

Por vezes bate a saudade,

nem sei bem de quem nem de quê, mas aparece e agarra-se aos ossos..

In the winter of our solitude comes Night.

It seems to bear a resemblance to lost and estranged children.

You want to embrace them but can not,
they are reflections
of your murdered selves.

They know you not,
they’re not even afraid of the non-returning dawn.

They’re misbehaved and unkept.

 

To hold the hand of cinicism.

– a tired hand,
full of lines and shapes.

Ah, how all thought, deed and past
now seem ridiculous to my eyes.

Yes, the world twirls on..

and somewhere whithin my body lies a memory
of something  (I am) no longer

– to such an extent that it
( I )
never was, had been or wiil be.

Perhaps I had always been another.

Perhaps –
I’m just sleepy………

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

A Tree

 

 

 

With and Without The Brackets of Consciousness

 

Each fallen leaf a memory
a past that has been drowned
(a piece of an allegoric pie, a piece of……….)
sanity regained, (re) lost, revived

(who knows?)

swimming   in   rekindled   inexistance,    f r e e

 

 

One is always alone at crucial moments

in an utter state of ‘nothing’

 

 

 

………………………… incapable of taking oneself seriously (Thank God)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

.

Palavras antigas e outras………. “Mensagem de ano novo” / New Year’s Message (in Portuguese & English)

« mata-se por fio de vaidade e outro de finíssima e subtil crueza. mais do que incompreender o homem ausenta-se da sua própria realidade incompreendendo o deslumbrante que é sorrir generosamente das vitórias do outro. o mistério é uma coisa terrível que a linguagem acende e unidos e dispersos somos fendas irrisórias. mediadoras porém do impávido racionalismo que nos afasta e aproxima reduz esmaga e recria. como numa ode de Keats onde o sentido gemelar é destruidor e fulgurante. mata-se por um fio de vigilante raiva. sobrevive-se como cavaleiros andantes sobre um chão de espigas e de cardos. simbióticos. original nostalgia de ainda suspender o mal.

bom dia mundo. que somos reis nus. de pés feridos. de alma de árvore.»

de Isabel Mendes Ferreira

 

O que dizer, ou acrescentar, ao que aqui acima está escrito??

Trouxe estas palavras para aqui para inaugurar o dia, o ano,
assim como o Espaço……

Aquele espaço……..,

– o do Homem que teima em (in)existir numa realidade paralela à sua “condição”.

O Espaço, pois……………..

– dentro e fora da dimensão que nos reduz praticamente ao “infinito”, e/ou ao “zero”, conforme o ponto cartesiano ocupado no universo que se desloca num constante “respirar” fora de todas as portas das dimensões, percepitiveis, ou não.

E retomando o que vejo:
um  «espaço,  o do Homem que teima em (in)existir numa realidade paralela à sua “condição”. »

Não, não quero ser injusta.
Sei que não serão, ou não somos todos assim.
E que num ou noutro há ou haverá “mutação(ões)” e/ou migração(ões) entre o que “É” e o que “Não É”.

Mas vejamos……………………,
ou melhor, olhemo-nos bem
– de “dentro” para “fora”,
de fora para dentro, e perguntemo-nos a nós próprios o seguinte (por exemplo):

Com estas duas “realidades” onde está a “Forma” do que “real” é?

Eu às vezes sei, mas felizmente esqueço-me.
Assim na maior parte da minha ocupação no Espaço e no Tempo disto a que por habito chamamos “Universo”
posso dedicar-me ao que considero ser a manifestação do Divino:
O descobrir (redescobrir), encontrar (reencontrar), e sentir o Outro
(dentro e fora das suas e/ou minhas dimensões, conforme o possível, ou o que me é possivel )
– [ ou me é dado [?] a ser possivel ]

Bom, agora deixo o que escrevi na altura em que li as palavras da autora cujo texto cito no início desta publicação.

Ela, assim como outros, afectam-me (felizmente), e muitas das vezes de uma forma que me leva a escrever para me exprimir  (coisa bastante difícil para mim, garanto-vos)

Assim sendo deixo a minha “Mensagem de ano novo”, assim como o desejo de vos ver (a todos) com um ano repleto de ternura, amor do(s) e pelo(s) Outro(s), compaixão e iluminação.

Desejo-vos (alías – “nos”) um mundo melhor, e equipado da solidareidade necessária para sarar o mundo.
Bem hajam.

* Podem até nos estancar o sangue, mas cegar-nos à beleza do outro, isso nunca… ai não.
E pergunto-me, para quê viver sem nos alimentarmos do Outro?
Sabemos que porventura há quem tenha a deficiência da ausência de boca para alimentar a alma, e que assim vegete..

e morre-se..

É uma crueldade tripla esta indignidade, uma inexistência desalmada, (des)almada.

(In)existir ao ter assim a primeira parte do aparelho digestivo tapado por sabe-se lá que mordaças e/ou açaimes, uma que será possivelmente a avareza de espirito, outro, o do desgosto pelo bem alheio será por.. ai!
Eu sei lá?
.. que motivo real poderá haver em tamanha estupidez?
É uma grande chaga cega na existência do Homem.

© Guida Almeida

técnica mista s/tela

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Bom 2012.

Guida

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Caged – in a moment of Silence

   

“Praias de Fu…..a  IV” (painting)  –  From the Beaches of Absolution (text)

 

 

From beaches of absolution
a horrid stench..
an odour
a protrusive bulge of havoc,
death and misguided Humanity
poisons the air in a thicket-like array of fumes
more and more impenetrable
by each sorrowful step inconspicuously taken.

– ancient sands that care not
nor notice Man’s misgivings.

Bleached, broiled and barren in a
lachrymose desolation
they sickley stare back at the face of their maker in innocence.

(In innocence?)

They sit there upon a living bed
dead to one’s lamentations
simply caressing our soles (souls)
step by step.
– and all the while Petty Theft and Larsony of the heftiest degree
dance upon our graves..

heavily.

 

written by me (G. Almeida)
The image is of a painting  : “Praias de Fukush… IV “, September 26th – 2011    

 

 


( more than a month from the above, and a day past Rememberance..)  

 

.. a flittering
fleeting
forshadowed
– moment of Silence.

 

 

 

   

ENRAPTURED

 Steadfast in inaudible prayers

whispering nothing
Caged within my own transfixed Silence
Judgement and soft truce impaled
I return and do not weep –
( Again? Still? No.
I see them.
They shine

there

beyond Merriment and Bitter Dismay
in a parallel existance
within Time’s brittle house
but it’s hard to tell who’s at the door..  )
– once more water becomes treason
blood is no longer thicker..
My home mortified
 plundered
Like all gods
I judge and am judged
The one who mends all wounds is gift wrapped
The child I call Home and is all children
crucified to an empty dream called Progress
creatures enraptured
(from/with/upon/within)
unholy waters
an endless spiral of eternal communion with Number
I drift asunder
 bow misguided,
hull rotting,
sailing into a screaming state of Nothingness..
I am a ship,

my name is Man.

 

.


.


(on a far lighter and fairer tone.. a Silence)

Behold the power and expression of  together uttering “No-Sound”.

 

***** A brief note regarding Cage’s 4′ 33”
– Composed in 1952, this piece is most likely the most notorious and controversial within a long, diversified line of compositions by the author.
No matter what one thinks and feels regarding said piece: love, amusement, scorn, bewilderment, or awe it is impossible to be indifferent or remain the same after after having been in attendance of a performance, after “hearing” it.

Originally scored in three movements for any given instrument or group of instruments, the tension created while performing and/or perceiving the work is absolutely incredible.
[ form : 1st Movement – 30” ,  2nd Movement – 2′ 23”, and the 3rd Movement – 1´40” ]

Here Cage truly acheives his desire to create a work in which both fases necessary an fundamental for an audience to perceive (and receive / experience) a work of musical art is completely irrelevant and removed from having any influence whatsoever upon each and every performance of said piece.  The work is “rid of” and completely free of composer/performer(s), so to speak.

A Bilingual Excercize

 

 

  • Visual / Verbal: bilingual interpretation of a dual conversation

 

  • uoıʇɐsɹǝʌuoɔ ןɐnp ɐ ɟo uoıʇɐʇǝɹdɹǝʇuı ןɐnbuıןıq :ןɐqɹǝʌ / ןɐnsıʌ

 

 

inominável

 

Lettre à un inconnu amour:

si tu es avec moi
j’irai avec joie,
ne craindrai rien, seulement
j’entenderai ta jolie voix,
et tes doux mains fermeront mes yeux.


Je pense que cela avait été une lettre de Bach à une de ses épouses,
mais je ne sais pas suffisamment l’allemand pour être sûr.
 

  • ˙ɹûs ǝɹʇê ɹnod puɐɯǝןןɐ’ן ʇuǝɯɯɐsıɟɟns sɐd sıɐs ǝu ǝظ sıɐɯ
    ‘sǝsnodé sǝs ǝp ǝun à ɥɔɐq ǝp ǝɹʇʇǝן ǝun éʇé ʇıɐʌɐ ɐןǝɔ ǝnb ǝsuǝd ǝظ

 

 

 


  • From one Platonic form to another…

    ˙˙˙ɹǝɥʇouɐ oʇ ɯɹoɟ ɔıuoʇɐןd ǝuo ɯoɹɟ

 

 

PSX_20140714_062902

 

Reverie – Within a state of contemplative absorption

I dreamt of you one night,
an evaporating face distant yet near.
I think I could even feel warm moist breath upon my neck;
within its cadence a “Come hither”

and away.. I was gone.

I know not your name but I feel the blood pulsing though your veins.
Enraptured, fixated by intense light ..
ah, “E pur si muove” you’ve turned your gaze.

Where am I?
When?

 

Tokyo…

Below is taken directly from the French news paper “Le Monde”

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Le monde sous la menace invisible du nuage radioactif


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La population nippone est en alerte. Elle craint, en particulier les 35 millions d’habitants de la région de Tokyo, que le vent du nord soufflant sur la centrale de Fukushima ne propage des substances radioactives jusque dans la capitale, à moins de 250 km au sud-ouest. Des taux de radioactivité ont déjà été trouvés dans des légumes, du lait et de l’eau. Depuis le 11 mars, l’accident nucléaire au Japon, et en particulier son panache radioactif, soulève donc de fortes inquiétudes.

Quelles sont les substances radioactives émises lors d’un accident nucléaire ?

Dans un nuage issu d’un accident nucléaire, on trouve des produits de la fission nucléaire, tels que du xénon, du krypton ou du tellure et surtout de l’iode 131 et du césium 137, qui ont le plus grand impact immédiat sur la santé. L’autre danger est lié aux rayonnements ionisants invisibles comme ceux provoqués par les particules alpha et bêta et les ondes gamma.

Quelle est la quantité de radioactivité émise ?

Les principales émissions de radioactivité ont eu lieu entre le 12 et le 16 mars, au moment des relargages volontaires de vapeur d’eau contaminée, pour abaisser la pression à l’intérieur des réacteurs. Selon l’Institut de radioprotection et de sûreté nucléaire (IRSN), la quantité de radioactivité émise depuis le début de l’accident se situe dans une fourchette de 1 à 10% de celle de Tchernobyl.

Quelles sont les menaces pour la population ?

Elles resteront difficiles à définir tant qu’une solution n’aura pas été trouvée sur le site de la centrale pour empêcher les rejets radioactifs. Mais contrairement à Tchernobyl, les populations ont été évacuées dans un rayon de 30 km avant et non après les premières émissions de radioactivité. Or, c’est dans cette zone que les rejets ont pu atteindre le seuil de 50 millisieverts qui nécessite la prise d’iode pour saturer la thyroïde. Au-delà de ce périmètre, le risque est la pluie, qui transporte les radionucléides et accentue leur dépôt dans l’environnement.

Que va devenir le nuage radioactif ?

Le devenir du nuage dépendra des facteurs météorologiques, notamment du vent, et de sa composition précise : la quantité d’iode radioactif se divise par exemple par deux tous les huit jours tandis que pour le césium il faut trente ans. Mais dans tous les cas, il y aura des particules dans l’atmosphère du monde entier.

Compte tenu des conditions météorologiques, le premier territoire français touché devrait être Saint-Pierre-et-Miquelon, mercredi. Mais en raison de la distance qui sépare le Japon et la France (près de 15 000 km), les radionucléides seront dilués au cours de leur transport et se retrouveront à des concentrations beaucoup plus faibles que lors de leur émission. L’Autorité de sûreté nucléaire (ASN) estime que les concentrations attendues dans l’Hexagone et les départements d’outre-mer de l’hémisphère nord devraient être de l’ordre de 0,001 becquerel par mètre cube. A titre de comparaison, les valeurs mesurées dans l’est de la France après l’accident de Tchernobyl, en mai 1986, étaient de 1 à 10 Bq/m3.

(direct link to Le Monde )

Haiku (son of Zeus – son of Hera)

the battle blazes,

doth glow the fields of repentence

— upon bodies, stacked.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

© Guida Almeida

pormenor

 

 

 

 

 

 

 

 

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Haiku (a painter’s haiku)

bursting in blossoms

smiles yon almond tree, sweely

unto the heavens

 

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(Blossoming forth bursts yon almond tree.
Where are you little cricket?

”I dream at your feet” – it answers.)


G.A.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal (There is a very strange McCarthy-like censorship occurring on the online social media network -Fb, in relation to ”Estátua de Sal”. There is no form of saying the source that is censored thusly invokes any kind of ”Hate” or that it has ever made any call for Hate Crimes of any sort, neither is there any possible excuse of there not being the necessary approval by the authors of the articles published therein. Make no mistake, said authors are legitimate and always published anywhere they please and anywhere that wishes to have them. Portugal is a country that has signed an oath – by international conventions – to uphold Freedom of Speech. There is no possible justification for said censorship that even goes against not only the mentioned International Conventions, but the country’s own constitution as well. I will not stand by and idly watch this go on, in silence, nor the throwing away of such things that at such great cost were made a fundamental right and duty in our constitution. Whomsoever is fueling such undemocratic, unconstitutional, abuse should be held accountable and denounced. No one is sure of the source of said censorship, but it has been going on for the past month. If they are ”fooling” the online social-media giant, they should be held accountable by it as well. |! | Aproveita-se para informar que continua a bizarríssima censura ao espaço do qual fui buscar este artigo. No tempo de Oliveira Salazar e de Franco no país ao lado do nosso o havia. E agora? Que dizer deste curioso regresso da tal mordaça da censura, para mais havendo acordos internacionais subscritos por nós aos quais – como Estado – somos obrigados a cumprir? Não pode haver equivoco possível, é intencional. Há cerca de um mês está patente: Censura, de tudo que seja publicado no Fb pela Estátua de Sal, sem que nela haja qualquer vestígio de quaisquer apelos a quaisquer ódios ou crimes movidos por quaisquer ódios, ou sequer que haja falta de autorização dos próprios autores dos artigos publicados. Sem justificação possível, a não ser que… (que dizer?)

(José Luís S. Curado, 18/02/2019) E concluo com uma interrogação: será que este pobre Titanic da Justiça vai para o fundo sem apelo nem agravo, com gente estranha na ponte, com os solistas da orquestra da esquerda a tocar num estranho uníssono o silêncio das valsas de Strauss? Haverá lealdades que valham tal naufrágio, meus senhores?

via O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal

Haiku (night)

stars carried, slowly
the lone cricket dreams nested
next its almond tree

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sicilian Tercet

 

Each sonnet difts in a slumber of hosts

with wings extended glide the depths of night,

all lines surrendered, untangled their ghosts.

 

Guided by form,  accounted by texture,

a blanket, thick woven, fashioned through flight,

all placed, all aligned – thought, whim and gesture.

 

They play, they soar, they dip in pirouettes

never fumbling, they moor, come without fright,

encircling, danced – embodied minuets.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

To feel the earth beneath your aching feet

and pace the depths of your sole’s (soul’s) perceptions

past the glaze of Time’s preordained retreats

 

Cometh the dawn with merriments and
______unto swirl and line entangled

 

Haiku (Yellow Blue – Kandinsky colours 2) 

feet on the warm sand

eyes drifting brisk high, brisk low

swells of indigo

 


 

Haiku Yellow Blue

Kandinsky colours 2

Colours two (?) line 2  (?)  

( ? ) – to / two / too 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


(Although I do not want to impose in any way any imagery of mine outside of what the words suggest,  so as to leave that to each that should com upon this post, I confess that I can’t help myself from leaving a picture of my dog on the beach when he was but a pup.. I love this picture.  I know what I’ll do, I’ll leave it way down on the post, in hopes of not ruining the read)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

ICE Let Sexual Assault Reports Slide At Migrant Detention Centers Run By Contractors: Inspector General — AMA NEwsInfo

Federal immigration officials are not adequately policing contractors running immigrant detention centers where serious problems are often going unreported, according to a report the inspector general for the Department of Homeland Security released last week. In some cases, contractors ― including both private businesses and public operations, such as county jails ― failed to notify Immigration…

via ICE Let Sexual Assault Reports Slide At Migrant Detention Centers Run By Contractors: Inspector General — AMA NEwsInfo

Quote

A posição do Estado português sobre a Venezuela — Aventar

As relações internacionais estabelecem-se sobre um código de conduta semelhante ao das hienas e dos cães selvagens. Não há nações amigas, há nações com interesses comuns. 356 more words

via A posição do Estado português sobre a Venezuela — Aventar

Quote

Venezuela, golpe dello Stato profondo di Manlio Dinucci | in: Rete VOLTAIRE | Roma (Italia) | 29 Gennaio, 2019 (original article idioms: Italiano, Português, Türkçe, Românâ, Español, English, Deutsch, Nederlands, ΕΛΛΗΝΙΚΆ, 中文 )

(Lien  | Ligação directa para o artigo na sua totalidade  |  LINK to full article) :
« L’ART DE LA GUERRE » Venezuela, putsch de l’État profond US par Manlio Dinucci – in: VoltaireNet.org 

 

« L’ART DE LA GUERRE »

Venezuela, putsch de l’État profond US

En définitive, le président Trump s’est aligné sur les ambitions de l’État profond US de destruction du Bassin des Caraïbes. Il a conforté le vice-président Mike Pence et le sénateur Marco Rubio dans leur opération de déstabilisation du Venezuela. Il pourrait aussi soutenir les deux mêmes hommes dans leur projet pour Israël et contre la Syrie.

 | ROME (ITALIE) 

Venezuela, a putsch by the US deep state

Finally, President Trump has aligned himself with the ambitions of the US deep state for the destruction of the Caribbean Basin. He has confirmed Vice-President Mike Pence and Senator Marco Rubio in their operation to destabilise Venezuela. He may also support the same two men in their project for Israël and against Syria.

 | ROME (ITALY) 
(…)