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an old painting of a young pianist at his post, at intermission

guida_2oilpaintCarl_lostpaintings_photoManuelaSandeFreire

Man & his piano – GA  (a lost work, oil on hardboard –  © painting photographed by  M Sande Freire) 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Batatas, mas fritas.. (por construcções)

 

 

 

na busca de um qualquer paraíso, idílico  Estar, onde espírito, sentindo repouso porém sem adormecimento dos sentidos, desejos, e anseios por algo (que são coisas que nos acordam), e sem que se canse, aqui ou ali, pelas vicissitudes da vida, no se Ser e no Devir, de etapa em etapa, que se cruza / sobrepõe /  ou corre por intervalos ao longo do tempo *….

(Tempo, aquele espaço que tem um fluir, numa direcção aparente, mas que pelos filtros e limites de nosso entendimento, que por graça não é perfeito (que alivio, não o ser, não é?) – vai num ou noutro sentido, por vezes mais, por vezes como se numa geometria das esferas, em bola, ou coisa assim)

* …onde uma pessoa o idealiza, buscando-o, desejando-o, no local de origem, ou noutro,

é uma busca motora existencial, tanta vez, e para tantos, e natural, mas,
onde a vida (amor, lutas, et cetera) e seu palpável sentido, aquando / a quanto – busca, ela própria que mói, ou pode moer, é aqui que uma pessoa vê,
– o significado que pode ver (entre outras, mas sobretudo este) num maratonista.  (E não só isso, naturalmente. Nem no boneco (do maratonista), nem na busca).

 

 

 

 

 

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– que construcção mais estranha de frase a que acabo de ver, em mim, como producto que se dá ou recebe, por nós mesmos (logo à partida), mas da qual cada vez mais é difícil em lhe fugir, serão cascas de uma qualquer cebola, metafórica, do Ser / Estar / Devir ?
Não sei bem.
Mas, tanto faz (creio).

 

 

 

 

Vou fritar umas batatas. ”Ó mãe, o cão está a ladrar..”.
hmmmmm… Onde é que pus o telefone? , eu ouço-o mas não o vejo… ”Ó mãe…”
( bolas, acabei de pisar uma coisa que se colou aos pés..). Cão anda cá, não precisas ladrar assim, que coisa.. Onde está a bola?

Uf, guitar,cello study III

oil on paper © G.A

Por vezes vemo-nos de mão dada com uma banda sonora, e, caminha-se pelo corpo, e pelo dia, adentro (como se de mão dada, caminhando acompanados de uma ”voz-off”, que vai e que vem, como se em marés de consciência e de abstração mais, ou menos, aparente).

Não me sai a ‘Lacrimosa’ da cabeça, está como se num «loop» de comprimento largo, que retoma… parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…
Enquanto o contraponto e linha sobe, em voz múltipla (múltipla crescente, que balouça, que embora não aumente por aparência, o faz, como que degraus, aumentando com cada balouçar como se em maré que se sucede de onda em onda, num fluir, um fluir que sobe, enquanto ondula em frente)
tangida e entoada, quase sorrateiramente (mas que não é),
ascendendo e tomando (quase delicadamente (mas que não é embora o seja) )
que sereno ou douce (num não agreste) – ou forte (que não o é embora o seja),
como quem sobe de degrau em degrau até um patamar fundo,
subindo,
com um corpo em descanso, que sobe degraus,
embora direito, cabeça para baixo embora para cima veja..
(Que dizer? como descrever?)
..como as folhas que caem (só que em contrário movimento),
que sobe,
por degraus,
de linha e contaponto que balouçam
de catarse em catarse por cada degrau

que sobe numa escadaria metafórica,
que numa obra nos leva e nos lava a alma
de toda a chuva do íntimo e interior,
que estanca e verte o sangue das emoções,
que já não se verbalizam
(para cicatrizar),
que soam no ouvido da mente e da alma
(da alma que assim sobe, através de uma banda sonora que o dia apresenta
ao abrir dos olhos antes, e depois, de tomar café)
porque a alma, ela sabe, mesmo que calendários não veja,
A alma sabe a banda sonora que escolhe no acordar de qualquer dia
– numa obra que..
num Mozart que
se veste
dentro da alma,
como um douce manto que protege,
como se um casaco (interior),
que antes de verbos tomarem a mente que acorda nesse dia, e a acompanhe,
pelo dia adentro…, como se em «loop»
de comprimento largo, que retoma…, parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…

– (vou tomar o pequeno-almoço, com a banda sonora que me acompanha neste dia, de passo em passo)

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Há dias em que
a banda sonora que se nos vem, nem é um Coltrane ou um Bach,
um Mahler, ou Hendrix, ou outro, …….
– É assim.

É um Mozart.

E,
e olhando de relance o calendário dos dias, percebe-se
percebe-se a alma que assim se decidiu vestir antes de verbos virem.
Pois, a alma sabe o que precisa vestir antes de tomar corpo no dia.
Por vezes acontece na penumbra entre o sonho e o acordar.. assim.
Ela saber como se vestir para se proteger no dia para enfrentar o frio
que pode vir,
que pode vir de qualquer dia,
que pode vir em qualquer dia.

  • Bom, o som já se está a desvanecer
    enquanto surgem os sons da rua, outras vozes que de bocas saem, de cão, de carro, de pássaro…
    Esvanece a cada passo que se dá até à maquina do café
    que está
    do outro lado da alma.

E vejo o que pousara agora na mesa, que truoxera ao descer das escadas (agora reparando que, no adormecer, na abstração do mundo, das coisas, de quaisquer calendários,
já de madrugada, já neste dia
– que adormecera,
– de caderno e caneta na mão, com um começo de um qualquer esboço de uma peça que surgira, no topor de uma mente que relaxava, de palpebras a fechar.
Parece que é um monólogo, aparente, mas que não, ..não o é.  Está-se à mesa. Há uma pessoa que fala com seis que não se vêem, porém, suas cadeiras vazias estarão ocupadas, e há mais……
Há alguns que entram e saiem. Estes são outros, outros que interagem de quando em quando mas também em ”espaço / corpo negativo”. Eles vêm e vão à mesa..

Hmmm…?
Onde está o café?
(já cá venho)

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P.S.
(eu sei qual é a interpretação que está na banda sonora apresentada,
mas se não está anunciada, também não a farei.., e mesmo até porque, a que ouço, como digo, em forma de «loop», nem é esta, embora dela se aproxime)

– Era para publicar algo que há mais de uma semana andava a escrever, mas, como só está como que um apontamento inacabado, para eu não me esquecer o que me tem surgido ao longo da parte final do mês, sobre um assunto, não é hoje, em que acordei com a alma que se vestiu assim, que o farei..

Apenas deixo um texto que se me surge por esse apontamento.
É um poema.
É de um autor que não sou eu. No fim estará o seu nome, como autor, que ele usa para se vestir na personagem de autor.

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Of war and peace the truth just twists
Its curfew gull just glides
Upon four-legged forest clouds
The cowboy angel rides
With his candle lit into the sun
Though its glow is waxed in black
All except when ’neath the trees of Eden

The lamppost stands with folded arms
Its iron claws attached
To curbs ’neath holes where babies wail
Though it shadows metal badge
All and all can only fall
With a crashing but meaningless blow
No sound ever comes from the Gates of Eden

The savage soldier sticks his head in sand
And then complains
Unto the shoeless hunter who’s gone deaf
But still remains
Upon the beach where hound dogs bay
At ships with tattooed sails
Heading for the Gates of Eden

With a time-rusted compass blade
Aladdin and his lamp
Sits with Utopian hermit monks
Sidesaddle on the Golden Calf
And on their promises of paradise
You will not hear a laugh
All except inside the Gates of Eden

Relationships of ownership
They whisper in the wings
To those condemned to act accordingly
And wait for succeeding kings
And I try to harmonize with songs
The lonesome sparrow sings
There are no kings inside the Gates of Eden

The motorcycle black madonna
Two-wheeled gypsy queen
And her silver-studded phantom cause
The gray flannel dwarf to scream
As he weeps to wicked birds of prey
Who pick up on his bread crumb sins
And there are no sins inside the Gates of Eden

The kingdoms of Experience
In the precious wind they rot
While paupers change possessions
Each one wishing for what the other has got
And the princess and the prince
Discuss what’s real and what is not
It doesn’t matter inside the Gates of Eden

The foreign sun, it squints upon
A bed that is never mine
As friends and other strangers
From their fates try to resign
Leaving men wholly, totally free
To do anything they wish to do but die
And there are no trials inside the Gates of Eden

At dawn my lover comes to me
And tells me of her dreams
With no attempts to shovel the glimpse
Into the ditch of what each one means
At times I think there are no words
But these to tell what’s true
And there are no truths outside the Gates of Eden

(Poema ”Gates of Eden” de: Bob Dylan)

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Sharon

Oh, Darn…
I’m still getting over my Leonard (Oh Leonard, my Leonard (  !¡ )
and I don’t know when that will happen.

This image I found on the internet, through a ''google search'', nevertheless, I can't ascertain the original source or photographer. If anyone knows, please let me know.

This image I found on the internet, through a ”google search”, nevertheless, I can’t ascertain the original source or photographer. If anyone knows, please let me know.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

And now….

 

We’ve now lost a warrior  of LOve and Beauty. Perhaps she’ll be singing some of his poems somewhere in the universe tonight, or her own work, I do not know.

And I shall use my best English,  for all I can say is:

 

Fucking disease, Fuck thyself..,

f**k thyself royally.


Dear Sharon..

(I’m at a loss for words, but, may you continue to shine through your music and stance)

Goodnight princess


(the ”featured image” (one of Sharon Jones) for this post comes from – HERE)

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Toots (I know he was only 94 years young, but still, it hurts the soul to see him go)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

What an amazing, beautiful soul.. what an amazing beautiful soul

(blessed, and the beautiful gift he shared with us..)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bless you, Toots, forever

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gallery

Sol_O (solo)

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ÀMarGAr

Sol_O
solo
sol-ow / yet sol-ight

*(sol_O, ..na Basilica da…)

Basilica da Estrela…

                                                Sometimes

                          one doesn’t need to think much to see the reason behind a name..

                       …i supose..

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note: sol = sun, in Portuguese
estrela = star

photographes: G. Almeida

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View original post

…..em tom de fuga

 

 

India_Ink_on_paper_GuidaAlmeida03_2016
Ink on paper, Guida Almeida – 03 / 2016

 

Vincent_van_Gogh_-_Sunflowers_(Metropolitan_Museum_of_Art)
 Two Sunflowers –  oil on canvas, Van Gogh 1887 

 

enamelRedAndIndiaInkOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016
 mixed media on paper, 33,5cm x 42cm, G. Almeida, 03 / 2016

 

Vincent_van_Gogh_-_Bloeiende_pruimenboomgaard-_naar_Hiroshige_-_Google_Art_Project
 Bloeiende pruimenboomgaard  (naar Hiroshige) – oil on canvas, Van Gogh 1887

 

1890-Vincent-Van-Gogh-Amandier-en-fleurs-Huile-sur-Toile-73x92-cm-Amsterdam-Rijksmuseum-Vincent-Van-GoghAlmond Tree Blossoms – Vincent Van Gogh,  oil on canvas,1890

 

blossomsPhotoGuidaAlmeida
photo – G. Almeida
sans titre_parJeanPaulRiopelle1955

 

 (Ink & Watercolour on paper,
Jean Paul Riopelle 1955)

 

 

FuguedPoemGuidaAlmeida___March2016

 

Hapi’s sibling – iseetheriverbeforeme – Flowing in Prayer form : originally posted elsewhere April 2013, by G. Almeida ,
is a ”fugued ” poem  
 for better reading -please click on the image to zoom in

 

 photo___GuidaAlmeida
 photo – G.Almeida

 

 Peacocks_and_Peonies_I_and_II_(LaFarge)JPG
(detail of photo taken by James Steakley, of)  Peacocks and Peonies I and II  – stained glass, John LaFarge  1882

 

monet.wl-clouds
 Water Lilies – oil on canvas, Monet 1903

 

 1225px-Vincent_van_Gogh_-_Banks_of_the_Seine_with_the_Pont_de_Clichy_in_the_Spring_(1887)River Bank in Springtime / Banks of the Seine with the Pont de Clichy in the Spring –  oil on canvas, Van Gogh 1887 

 

Bach
Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach
Bach
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ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
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ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
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IndiaInkOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016
ink on paper, 42cm x 33,5cm, G.Almeida, 03 / 2016

 

 Vincent_van_Gogh_-_Sunflowers_(Metropolitan_Museum_of_Art)Two Cut Sunflowers – Van Gogh, oil on canvas, 1887

 

mixedMediaOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016mixed media on paper, 33,5cm x 42cm, G. Almeida, 03 / 2016

 

   Bach is a four letter word, as is the word in Portuguese for fugue. As it happens, in Portuguese – fugue, has another meaning. It means ”a leak”, an escape”  or ”to run”, as well.
So, I’ll just leave this post here and make a «fuga», go ouside and smell some flowers while I can.
I hope you have a lovely Spring.

Naturally, the beginning of Spring not only makes one think of flowers (and a ”reawakening” of the planet (that in truth doesn’t sleep, though it may seem to…) as it enters the season), the equinox landing on what during Bach’s time was his birthday brings to mind a poem first written in the end of March of 2013 (I call it  a ”fugued poem” because it reads also from the bottom line up, through every other line, from the centre out, from ”out” to ”centre”, or exchanging the three groups of four lines between themselves).
The days at the end of the month bring to mind what we now call Bach’s birthday, and also other birthdays (one very dear to my heart, and also Van Vogh’s).

How could I make a Spring post and not place Bill Evan’s – ”You Must Believe in Spring”?

 

I can’t.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

And as I think of the planet’s apparent  ”reawakening”, as I mention above, and the authors that come to mind (those in this post, and another, who would have also celebrated a birthday at the end of the month..) how could I not include a sample of a new recording called – Gaia ?

I can’t.

 

 

 

 

 

Wishing all a wonderful Spring
♥ Take care.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Paul Bley – and now Pierre Boulez..

I know they were not “young” (in physical terms) but..

(all I can say is *F___
– the year is already costing …
, or perhaps it’s but the burden of time, i know not..)

 

 

As I calmly realized the year (in what much of the planet, in it’s elliptic voyage around our star, consideres an end and a beginning)
changed its numeric name,
I came upon the news of one master of masters leaving this realm, and thought – no.

no, i shall not begin the year in my blog with an absence; and no,

i shall not be adding to the shower of posts regarding his leaving (which i obviously find just, natural, and “correct” (if you will) but always seem to, more often as time passes –

(“as time passes”, now there’s a concept that leaves me evermore bewildered..) leave me at want for more of it while they live (at least on my part)
– but such is a burden of one who forgets they are of skin and bone, and like us – mortal..
One leaves it for yet another rainy day because the sky is dark, the dog is barking, the dishes are piling, the belly is hurting, the baby is crying, the ice is melting..
( oh F___.).
(…).
.

 

Thoughts within thoughts, within thoughts, like a Russian matryoshka doll.. as one sets forth to write and not be able to turn time enough, just enough to say “hello – i’m here. i see you. you make me smile..”

 

 

 

  • and now………….. and now,

within a hiccup of time, Boulez……..
(oh F___.
F___.
F___.)

 

 

 

 

  • (write, you silly creature. – who me?
    – no, the Easter Bunny.
    – but what can I say now?
    – you waited, your problem. / get on with it.
    – but it’s the first thing i write – in the year
    – when one hopes for hope, and… (ok – i see it.., i think).
    – what do you mean first thing > in the year? ummmm, how many circles – one?                two? two and a half? three-quarters? (of who’s math?)
    – ok – stop being a wiseguy..
    – wiseguy? ..but i’m a girl
    – ugh, it’s a figure of speech, you ninny. one more wisecrack like that and i’ll put                 you into detention, nose to the wall, dunce-cap on..)

 

 

 

I’m so sorry, Paul, and Pierre, you deserve so much more..

from someone who has revelled in your work, and your work upon – and within – others i revel in and cherish so much (who, as you, also worked upon me)

What can I say, indeed?

My heart goes out to your (pertaining to the both of you)
loved ones, as it does to all of us whom you have touched..

  • (the first publication i saw regarding the sad news of P. Bley – Ottawa Citizen – site – article Jan. 5)
  • (regarding P. Boulez – i received by phone, today)

 


  • Please excuse me as I go somewhere (to a piece) that is neither of their’s but, nevertheless, takes me to both and to a part of me…

     

    (also – I haven’t forgotten that one of them performed in the unit’s first recording, prior to this)

    (on this day – I needed to hear this.. to re-hear it, I mean)

 

 

 


 

 

 

Yes, it would not seem right to not place a few things – out a large body of work by, or about, either.
(it’s always so very difficult to choose, when there is so much to choose from – and it saddens me to write this post about either)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

  • – and now I leave blessings, many blessings to whomsoever reads this, for the year that is new (and despite the heavy tone of this post).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Love saves us from our most wretched wounds, it is the only thing that overcomes death.

It is also limitless – I do not know if death is (and it’s not in my nature to care if it is or not)

‘Saudade’, a portuguese term, should it be the name of this post? No, perhaps not. I’ll just leave it like it is

 


 

 

Não sei qual a razão por detrás do nome da Mata dos Medos.  Não me mete medo algum, apenas cria, sobre, e sob a minha pele, a temperatura de uma saudade de parar a respiração, e a sensação de gravidade aumentada embora levite..

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TISA – hello dear, seems we’ve been expecting you.. can’t say I’m surprised (unfortunately) / Se fossem dar uma voltinha ao bilhar grande..

(Post : written in EN | PT , containing supporting documents in FR | EN | DE | PT)
*  EN (english)
PT (português)
FR (français)
DE (Deutsch)

used liks | liens d’occasion | ligações utilizadas | gebrauchte Links :

fr_tisapaper_final_hqp_internal
de_tisapaper_final_web
TiSA Annex on Domestic Regulation
TiSA Annex on Electronic Commerce
TiSA Air Transport Negotiating Text

Service Economy (wiki definition)

(EN | PT | FR | DE ..etc @Fédération syndicale européenne des services publics) Negociações secretas ameaçam os serviços públicos em 50 países | Secret negotiations threaten public services in 50 countries | Des négociations secrètes menacent les services publics dans 50 pays | Geheimverhandlungen bedrohen öffentlichen Dienstleistungen in 50 Ländern 

(EN | PT | FR | DE ..etc @Public Services International) TISA: leaked document reveals secret talks to promote health “tourism” and privatisation 

(EN | SP @AWP – Associated Whistleblowing Press) TISA – Leaked document reveals secret talks to privatize and raise health costs (TISA – Documento filtrado revela negociaciones secretas para privatizar la salud y alzar su coste)

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My thoughts:

(EN text)

Not long ago (March – 2014) an article to help organize my thoughts regarding (and outlook on) Trade Deals, Global economy and war,
(LINK to post – The Ukraine, the new European Powder Keg, trade deals TPP and TTIP – war)

and at the time it was painfully visible amidst the struggle to get the TTP or TTIP agreements signed (other things being visible beforehand) that the power balance between the mega stars according to the world bank were as they were (EU, China, other BRICs nations, USA, BRICs as a unit, and the puchasing power of either Trade Deals: TTP | TTIP – that strangely had no BRICs through a process and for reasons that for now I shall not go into); to get straight to the point
– an urgent desire (who knows at what cost) to obtain the top of the podium
(so to speak)
not only of global economic dominion but through such dominion to finally achieve Ayn Rand’s wishes that place us at the mercy of all Distópiic authors’ worst nightmares (not just those of Orwell, Huxley, Bradbury, Kafka, Nabokov, Golding, and Nolan among others but ironically even Rand’s own Anthem-like world if one is to correctly identify the governing body).

We all know of how modern democracies have succumbed to lack of sovereignty already due to Lobby and Trade Deals passed in the most shifty of manners
(making it ridiculous to take the voting process, for instance, seriously in what one still calls “sovereign” states. )

and how already distopic the world
(whether in what we still stubbornly call demicratic nations, regardless of Democracy actually existing in said countries or not, or other types of regimes be they dictatorships or whatever they be..)

we live in has become.

ParteB_doDipticoIII_daSerie_PraiasDeF___deGuidaAlmeida

I suppose in light of China (for instance) not accepting or entering the TTP. Brazil not being in the mood for the TTIP, etc.
and the recent making of the New Development Bank (AKA – the “BRICS Development Bank” – currently run by K. V. Kamath)

made such matters more urgent still on the part of those poor suffering souls
(ie. the promoters of either deals: the TTP or the TTIP)
who think they’re “losing terain”
(how my heart bleeds on their account, I think I’ll just have get myself a popsicle or something..)

Well, isn’t this sweet. They look like kids playing in Sandbox. If only the Sandbox weren’t what it is..

The problem with this kind of Kindergarten foolery is that they aren’t in Kindergarten and there’s no one to place them in a corner with their noses to the corner (and appropriate headgear – the dunce hat).

I have to take things to this level (forgive me) because the entire subject matter is so tragic and monstrous that I would run out of adjectives (adverbs, nouns, verbs.. – the whole lot)
before I begin to say how I feel.

While we’re on the subject of great folley, does anyone have any updates on Fukushima?

OtherHalfDiptico_GuidaAlmeida

Oh, I almost forgot (silly me), have I mentioned the fact that the former President of the European Commission, Mr. José Manuel Durão Barroso (2004 – 2014), a man who had *fled from his responsabilities as Portuguese Prime Minister to become

(*elected 2002 – flew the coop in 2004 after showing much promise in terms of turning public utilities & services to the private sector and into commodities (in his own country), like a puppy wagging a proverbial tail and eager to please
(not necessarily his voters and non-voters whom he chose to represent by going into office in 2002, but that’s another matter..), thereby the apple of the EU’s “European Coucil”‘s eye as ‘Presidential material’ – and to think this man started his political climb from the Portuguese ‘Maoist Party’ – MRPP, talk about gymnastics.. I mean – wow!), 

(to become) the long running man of Power for the EU during the recent 10 years, has upon retirement from said position (position – LOL)
been granted
(the way it was announced (not even two weeks ago) was very much in the lines of “The Gang That Couldn’t Shoot Straight”, actually perhaps more Copolla like come to think of it)
by the hand of the man he’s subsituting (with his expressed *blessing) entrance to replace Mr. Francisco P. Balsemão in the Bilderberg’s lovely – Steering Committee.
I’m not sure what exactly the definition for *retirment is within such a group but perhaps Mr. Kissinger could give a very nice one (maybe a Disney-like version, that would be cute. I’m picturing it right now..).

I have a sweet little Link (in PT) from Mr. Balsemão’s very own (one of many) News sources – Visão
I haver another Link (also in PT) from another news source – Publico
(this second news link right above has an interesting way of saying it – making one think of lovely crowning receptions for Succession.. Oh my, I’ve gone back to Disney-like imagery in my mind’s eye.)

Aaaaaah.. the Bilderberg kindergarten bunch, here’s a very fresh update showing the current Steering Committee of that darling group of blossoming kindergarten boys and girls (all so cute and daisy-like – I’m sure all they need is a hug and weeeee.. off to get cotton-candy, girl-scout cookies and playing leap-frog while their mommy and daddy aren’t looking so they don’t get scolded for mischievous behaviour) – LINK

Again, since we were on the subject of great folley, and now having all sorts of Disney-like animations in my head, does anyone have any updates on Fukushima?


(português)

O que me ocorre (assim de repente) ?
Vou deixar uma resposta que agradará a um certo grupo de gente que dizem ser muito nossos amigos, informando e alertando-nos sobre a actualidade, e outros ainda que nos tem felicitado tanto pelo esforço do país e o éxito e..-  blah, blah, blah..blah,  mais uns quantos que por sufrágio ficaram colocados na AR (quer em partidos do actual executivo, quer na oposição) e que certamente estão roucos de falar/informar/defender os interesses das pessoas regidas pela dita assembleia.
Um tratado que, pelos vistos e à semelhança de outros (os espero que já famosos TTP  e TTIP), serve para ultrapassar a legislação das terras abrangidas, põem uma pessoa a questionar ainda mais o motivo de votar (remetendo a questão do sufrágio das nações implicadas nele ao ridículo e ‘imbecilizante’).



– É um tratado muito fofinho,
para corrigir falhas em outros tratados que afinal
ficam aquém das expectativas para conseguir regulamentar coisas que (para o nosso bem) não se pode saber estarem a ser regulamentadas,
coisas tais como a correcta
densidade das sandes de couratos ou,
a permitida utilização de aparelhos electrónicos, quando aquecem, por parte das pulgas que partilham o mesmo gato.
Certamente será pouco mais que isto.
Imagino-o cheio de lacinhos cor de rosa, balõezinhos azul cueca,
tiras nas pontas em tafetá,
com palhacinhos a dançar por perto e abelhinhas a voar,
e com um cadeado lindo em banda desenhada feito holograma que paira, trancando tudo apesar de
se apresentar como efeito visual,
afastando qualquer mão que se lhe aproxima com
uma palmadinha e um raspanete meio piegas.
É um tratado pensado e desejado para o nosso bem,
criado por gente muito engraçada e desejado por gente ainda mais engraçada.

Enfim, entre a entrada do recém emigrado (por pouco tempo, para a terra do Walt Disney), ex-presidente da comissão europeia, como membro da direcção do Grupo Bilderberg para suceder o senhor que agora estará junto ao Kissinger (e outros), num grupo de Ex-não-sei-quês a fazer uma espécie de desmame (quiçá) com idas ao parque aquático da Nazaré e tertúlias no Lidl, e ao que parece, uma espécie de inquietação por não achar ‘tratadas’ as coisas como deve de ser após o recém fundar do Banco dos BRICS, tendo em mente um artigo que foi escrito em Março de 2014
– The Ukraine, the new European Powder Keg, trade deals TPP and TTIP – war , 

só me apetece perguntar se alguém tem novidades sobre Fukushima.
(Irra!!)

ChessHandBYGuidaAlmeida