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Ivo Rosa — A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 15/07/2019) Ivo Rosa Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que uma voz se levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões. 257 more words

via Ivo Rosa — A Estátua de Sal 

 

 

Se preferirem ler já aqui o texto, na integra, deixo-o – seguidamente.

prae2

Texto escrito por: Joseph Praetorius – 15 / 07 / 2019

 

 

 

IVO ROSA

 

Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz
Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que  uma voz se
levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz
tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões.

Mais uma vez, uma imprensa de prostituídos secunda o massacre dos
inimigos dos Direitos Fundamentais. Chegaram a imputar-lhe o desrespeito
pela jurisprudência dominante, imagine-se, como se houvesse jurisprudência obrigatória, como se ali na rua do Arsenal pudesse haver poderes
legislativos…

É bem certo que a liberdade só pode ser defendida por quem saiba o que isso
seja. Almas servis, com a gleba colada à pele (como já notava o medievo
Emanuel dei Rossi) são naturais inimigas dos direitos e, portanto, da Iustitia;
evidente – e celeste – opositora da prepotência e da opressão.

Queira Thémis, Nossa Senhora, amparar o magistrado de serena bravura que
pela certa conhece e trata pelo seu nome.

E creio que os juristas com a cabeça no sítio deviam protestar ao magistrado
a disponibilidade para o que possa ser-lhe útil. Por mim, aproveitarei estas
férias para mandar ao CSM uma cartinha a estranhar o massacre consentido,
sobretudo assente em asneras óbvias, de um juiz disciplinado, que sabe
defender a sua independência e respeitar os direitos dos seus concidadãos.

Os massacres destas “novas formas” de processo, incidem, primeiro, sobre os
arguidos a destruir, depois sobre os seus advogados – mas estes têm o dever
de ter as costas largas – e, por fim – era realmente o que faltava! – ousam
alvejar os juízes que não entreguem as cabeças pretendidas.
É mesmo preciso tratar disto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre o Estado e os placards de bordeis (artigo do Jornal – O Tornado)

Deixo um artigo de uma das raríssimas fontes de jornalismo, uma onde uma pessoa respira fundo e mais uma vez agradece onde se pode encontrar neste idioma (o Português), o prazer de receber informação e de ler artigos, e onde não vê o penoso ghetto em que outra coisa se traveste e se tem travestido  (de forma tosca e tão notória)  de jornalismo.
Uma coisa é o ideário e os propósitos de gente que tinha algo em mente, que não o jornalismo, tais como Edward Bernays e seu sucessor Goebbels, outra será aquilo que se foi desenvolvendo e apurando, desde séculos antes de tais raptores e seus sósias, em que o propósito era o de informar – haver espaço para discussão – analisar – pesquisar – e servir de ferramenta para apurar o pensamento crítico (que é um bem tão precioso), assim como nos trazer coisas e eventos de relevo e de mérito, em diversas áreas (das ciências – às artes).

Poderei ser acusada de ser subjectiva se disser o que penso do artigo, em si, aqui publicado no jornal – O Tornado – mas é tão cristalina a qualidade do mesmo, que nem vejo ser necessário a minha opinião (mesmo que ela fosse útil para incentivar a sua leitura). Apenas desejo que o mesmo seja lido, e que se resgate o que será uma área tão mal tratada (e há décadas por mim, olhada de soslaio, e com um certo nojo, porque até já começa a ser dificil lembrar sequer um tempo em que se podia pegar em dois ou três jornais neste idioma, de simpatías contrárias entre os mesmos, e tirar uma espécie de azimute).
Mas ver agora tão grande fluxo de gente a procurar um jornal como O Tornado, por exemplo, mostra que há esperança, e um público não estupidificado pelos travestidos.

Artigo – autor José Preto (advogado)


LINK

(pode-se aceder ao artigo directamente através da ligação acima, ou, ao carregar sobre a imagem e frase de intodução ao artigo, aqui incluídas, seguidamente)

Deixo também algumas palavras que, embora não estejam no artigo, são do seu autor.

«O JORNAL TORNADO

Tem um título que me agrada, a prometer vendaval, por um lado, mas também a afirmar um regresso.

O Jornal Tornado quer ser e é uma das expressões do jornalismo que regressou. O jornal que tornou.

Tanto basta para que ninguém fale dele.

Ninguém o cita nas publicações agonizantes do território.

Nenhuma estação comercial fala dele e a Televisão Pública também não. É indiferente. O Jornal Tornado tem oito milhões de leitores em Língua Portuguesa nas quatro partidas do mundo. Isso dispensa qualquer atenção dos “grandes” jormalistas oficiais que reduziram o histórico Diário de Notícias a doze mil exemplares de tiragem e lhe remeteram a sede não menos histórica a uma reutilização em bloco de apartamentos.. (…) »
J. P. 


Como sou um dos leitores do jornal – O Tornado, vi o artigo que trago no outro dia.
Ainda não tinha reagido como desejava, na altura, ao o ver por não ter a adequada disponibilidade em o fazer.
E, há uma coisa que vem de há uns tempos esta parte, o não saber transmitir o quão difícil será, e é, o se conquistar leitores, como eu, e tanta gente como eu. (Podem não acreditar, por isto ser dito por mim mesma, e isso entendo, mas não posso deixar de o dizer. E isto aqui é o meu espaço: digo o que penso de forma livre, e sentida. Se me importasse com o que pensem de mim, ou de minhas opiniões (com muito, mesmo muito poucas e honrosas excepções, que me vão desaparecendo enquanto o tempo passa, ao deixarem de andar sobre a face desta nave anil , que gira em torno do nosso astro. Agora de repente, sou levada por abstracção e associação de ideias, a pensar em Kandinsky, e no valor do azul e, da cor do astro.  É bom sentir surgir tal tipo de coisas. Assim sendo, até já me vem uma música – também por abstracção e associação de ideias, de uma autora ”Helena”, à mente, porque vejo o recente tormento no país, de tal autora. E, enquanto vejo tempo duro (ainda mais duro) para esse belo povo que é o dela, recordo-me de um pedido de uma doce pessoa amiga e que, na altura por estar um pouco em estado sonâmbulo e mortiço, nem me recordava de uma obra preciosa – uma banda sonora. Na altura do pedido, recordara-me de uma banda sonora, e uma das que mesmo num tal estado me recordo – a do Cinema Paradiso. Acho que teria de estar morta mesmo, para não me recordar desse, mas foi uma tremenda falha não me vir à mente tal banda sonora que agora me lembro..
Lembrei-me de imediato de filmes do Tarko, por exemplo, assim como um filme precioso que levou o excepcional Leopardo de Ouro, esse realizado pelo talento do saudoso Álvaro de Morais, e esse por seu lado e por associação de ideias, a um músico que é autor de banda sonora de outro filme que – embora receptor de um galardão que me será mais ”banal” (premiado por um Oscar, mas isso em nada torna banal o autor, pois só engrandece o prémio, a meu ver, e apesar de tudo.  Os propósitos do plano Marshall, que de forma anti-arte conseguiram diminuir gigantes tais como um Fellini e outros, terá o lugar cativo que lhe couber no meu pensamento, ao contemplar a mutilação que causara, mas enfim….,  adiante..) – não será menos significativa a obra.
Pelo prazer de busca de música que me toca a alma, enquanto penso naquele doce pedido de quem me quer bem, aqui fica algo da Eleni Karaindrou.

É tão bom haver coisas que me encaminhem e me levem a Kandinsky, ou a obra (e agora neste caso) também, de `*Helenos.

E  outra peça de banda sonora, da mesma autora.

 

Votos de boa noite, aos que por aqui passarem.

________________-
Bom, agora não resisto e volto ao belo e inspirado – Cimema Paradiso, que mesmo quando se anda em estado somâmbulo como naquele dia, persiste sempre na memória

 


Túnel de vento (de Carlos Alberto Augusto) – mais logo, em Coimbra.

É

– um evento a não perder, uma obra com um historial absolutamente notável, num espaço único, que é, ele próprio, um elemento de força na obra composta.
Aos que tiverem hipótese em comparecer, não percam tal oportunidade (é o que tenho a dizer).

Lembro-me bem das palavras do autor da obra e o que lhe inspirou, e os registos de tal inspiração e, ___________- fiquei sem fôlego pela beleza da coisa.
Enquanto o ouvia, dei comigo de imediato a visualizar, quer com os olhos quer os ouvidos da mente, tudo – a história da fonte de inspiração (e os seus registos), e tanta coisa que a mente associa (que beleza, poética, .. tanta coisa) quer de literatura clássica, quer de outras fontes nas diversas Artes, e isto tudo arrepiava e de que maneira (no bom sentido, isto é)
Mas, sobretudo marcante, era a forma que sentia algo que é tão raro sentir no que respeita a um relato de nascer de obra que se iria criar especificamente para um momento e lugar  – e o sentia enquanto a mente se transportava ao local e fonte primária de inspiração para aquele que iria agora criar…
(uma que é tão simbólica quão forte  [- forte, que nem sei qualificar com adjectivos, daí entender tanta obra pintada, escrita, encenada, composta, e, edificada] — como uma fonte de inspiração, como o é poética num tão amplo sentido. E por isso mesmo – embora singela em termos culturais, na península ibérica, e uma que transpõe —
[mesmo que com nuances que possam divergir um pouco conforme o lugar em termos de algum de seu simbolismo, e da História nos países, ou até – na História da Humanidade]
fronteiras, quer as físicas e geográficas, quer as psíquicas, evocativas, emotivas, e de Tempo) …
Dizia, antes da poética das ideias e das memórias, me tomarem e me ter posto prestes a divagar.. 

  • que o mais marcante era sentir, enquanto a mente se transportava ao local e momentos relatados que digo, os outros sentidos ficarem de imediato colados aos da visão e audição (tão marcante).
    Sentia, enquanto identificava, e em certos momentos identificando-me — quer com observador, quer com o próprio objecto evocativo — na mente, tal fonte inspiradora inicial para a obra, o que a mente via e ouvia  pelo tacto e, estendendo-se o fenómeno até, através dos aromas diversos possíveis  (conforme o tempo / condição atmosférica, o Tempo, e o local do objecto que além do mais tinha o mar por perto (um que envolve os sentidos ainda mais, e História (aliás, histórias na História) conforme tudo que se pode imaginar como cenário que, naturalmente, tem a ver com o local e a dita fonte, inspiradora. Tal objecto, tão evocativo em tanto sentido, embora possa dizer muito a países diversos aqui deste continente (e diz), no seu elemento luso (o mar correndo nas veias (e velas) de tudo) é revelado um seu lado não apenas localizável e poético;  assim vemos penhasco e ventos e mar.   Vemos chuvas. Vemos ondulações.  Vemos escuta, vemos movimento, e vemos tudo num intenso bailado de tempo, e no Tempo).

 

EVENT – Fb LINK
https://www.facebook.com/events/2354511044655907/ 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sail (image: Guida Almeida)

Vela – (esta não é de moinho, mas deixo-a na mesma): G.A.

Il y a des moulins, de Lautrec (claro),
et des autres de van Gogh, e há (também) o moinho incontornável de Cervantes..
E há o mar, e o vento que bate nas velas e, há moinho que é embarcação..
(no nariz daquela jangada de pedra do saudoso escritor luso. E, há embarcação de vela e armação a mexer, também ondulante, que segue em mente e que é extensão, e é diversa, nos enquadramentos do tempo (e do Tempo).
Aquela de Géricault , neste caso, aqui não cabe (felizmente) no ideário que se me surge na mente, quando penso naquele relato do autor, e em velas e vento e terra e mar.

Votos de grande êxito a um querido amigo, pelo que criara através de tal ponto de partida, e aos que lhe interpretarão a obra criada, logo ao fim do dia.
Tenho a certeza que será tão notável o momento, como mais que merecidos os votos de êxito para todos, e onde um dos interpretes — é o próprio espaço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



(Uma pequena anotação :
Ao olhar o calenário lembro-me agora que hoje é um dia significatívo na história de um dos países europeus – a França.
Quando escrevi e evoquei um autor de uma obra tão forte (uma, retratando uma jangada), não tinha em mente nada senão a imagém e o que ela representa – de um modo geral. Por isso, a intenção ao o evocar não tinha nenhum significado além desse.  À bela terra do Toulouse-Lautrec, e do Géricault, votos de um bom dia de feriado, e um que lhes espelhe um caminho que não seja um de correntes ou um de queda que, pelos vistos, parece que poderá dar jeito a sabe-se lá que lóbis – enquanto o belo povo e país tenta mostrar o seu mais que justo descontentamento com o  ”Micron”   (que em si já é de um lóbi nefastíssimo.
Ao belo povo da França – Vive Lá France!! ♥ )

raising the blue red and white flag

Photo by Nicolas Savignat on Pexels.com

 

 

 

 

 

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Agustina

Quando parte alguém que nos impõe aprender a língua para a poder ler, o que dizer?
Quando se aprende o que seja pelo verso e o ensaio, num pequeno mundo onde se vislumbra outro, mais as cadências da sua sonoridade possível (o que dizer, realmente?) – ?
– quando nos deparamos, no espelho das palavras, a imagem que nos fita de volta,
– quando uma parte do mundo que se vai apalpando à medida que o tempo o permite,
– quando o tempo é sempre curto,
– quando o tempo é sempre lato,
– quando se sabe que todos os diccionários são imperfeitos (escrevi com dois ”c”s porque não sei escrever, querida Agustina)
– o que dizer?
_____________________________________________________________________________________
Só me ocorre o que há instantes consegui, atabalhoadamente, escrever.
_____________________________________________________________________________________

(na eternidade das palavras que não se dissipam como o sopro que sai dos lábios, que nos banham a alma e nos dão cor ao sangue, eférmero e belo como ele é, enquanto nos corre nas veias – e no Tempo)

 

G. A.

 

 


9789726655268

Esta foi a última obra que dela, arranjei – Estava na Feira do Livro, e tinha acabado de sair. Não sabia que não iria haver mais…

 

 

 

 

 


VE Day – May 9 (May 8 – 9 | Remembrance – Lest we forget) ♥ Remembrance.

Paris was liberated in August, yes, but only months later as we well know, was there finally and end to the matter of War .   The end of the theatre of The Second World War in Europe, surrender was made and formally signed, in Berlin, through ”The German Instrument of Surrender”,  on the 8th of May.

*Rome, Mussolini’s Rome – had come to an end April 27 & 28th, shortly before VE. 

Photograph by Robert Doisneau – Ocupation camoflage , Paris 1944

 

Photograph by R. Doisneau | Occupation – ”Le Lapin de Monsieur Barabe – 1943

(LINK – to source of the two above images)

 

 


”Liberation of Paris” – Photograph by R. Doisneau

LINK – to source of the image above

 

 

I would place other images , of prisoner camps, and death camps, etc –  but.. (I still find it hard to believe that such horrors are denied) –

Twice – Hell on Earth, ground bloodied and major site of destruction and havoc within a worldwide conflict spanning all the continents, Europe, mortally on her knees bleeding… But do we forget? Do we? I wonder, do we? We have – Armistice Day (The Day of Remembrance) for that moment in our grandparents’ time, when finally the guns and the madness stopped.   But – memory became clouded after a pair of decades.  The madness returned, and by no means less bloodthirsty.
And arrivéd indeed we were, come the time of our parents, to the Second World War.
(I say grandparents and parents, because, to a large portion of the population, still, that would be the relation regardless their being mere adolescents at said moments, as we well know – at the end of war – recruits were getting younger and younger..  Even in the so called ”neutral” states, those that among other things fed those in battle, and between rationing – or the reception of ”migrants” (a word so many like to use nowadays) that would stay or pass on through.. – and exiles, the moment of VE was one of great rejoicing for the end of War. Of course, in the case of the dictatorships that ruled the two nations in the Iberian Peninsula – in Portugal – for instance, children left their schools in joy, some attaining little flags of one or another allied nation to wave about, but , the PVDE (the police that preceeded the PIDE)  as is known and documented was not fond of such public outbursts so they had to quickly disperse..
The neighbouring nation’s dictator, although maintaining it as a ”neutral” state, had his people go through such things as what is conveyed in the painting below.  I won’t caption the image, because, I believe I needn’t ).

 

 

Whilst we witness Macron repeatedly and treacherously attacking his own people in the streets, over the past 5 or 6 months, and, whilst we see the rise of propaganda instigating the rise of the Far Right all over Europe – one must ask – ”Have we forgotten”?

I go back up, to the upper part of this post and gaze at Doisneau’s photograph ”Liberation of Paris”, and hope that it is not (forgotten).

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

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May 2019

Among other things, this is as we know – the month that marks 500 years of Leonardo’s  having departed..
(May 2nd, 1519 – Amboise, France)

 

 

 

 

 

 


Also, on the 7th (today) we come to the moment that that marks Tchaikovsky’s 179th date of birth .
It is just a simple, and humble reminder that I leave here – as I recall that it had been fortunate for us that both had walked the Earth.

 

 

 

 

 

 

 

 

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA

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Abril / April – 2019

I beg your indulgence as – some images, and videos, may take a moment to become fully visible.
Best Wishes, to whomsoever should come upon this post.

 

 

 

(Red Carnations – By Pomar, image via FB – courtesy of the Júlio Pomar Foundation)

 

 

 

(Psalm: John Coltrane – Fouth movement from ‘A Love Supreme’)

 

 

 

 

(Ella Fitzgerald, born April 25th – singing April in Paris, via Jazz Corner | FB page)

 

 

 


(article)

 

 

 

(article)
LINK – https://www.franceculture.fr/emissions/le-reveil-culturel/john-coltrane-jazz-mystique-et-revolutionnaire  

 

 

 

 

(article)
LINK – 25A40 – O som do cravo | Um concerto em três tempos.

 


 

 

 

(Bach – choral from – St Mathew Passion | BWV 244 , Harnoncourt – Arnold Schoenberg Chor, Concentus Musicus Wein, Wiener Sangerknaben)

 

 

(Bach – Final chorale – St John Passion ”Herr, unser herrscher” (chorus) | Gardener, Monteverdi Choir, The English Baroque Soloists)

 

 

(Megaloschemos II | Bulgarian Orthodox Hymn)

 

 


(article)
LINK – https://www.jornaltornado.pt/chico-buarque-revolucao-portuguesa/

 

 

 


(Os vampiros – Zeca Afonso)

(Cantigas do Maio – Zeca Afonso)

 

 

 

 

 

(Georges Moustaki – Ma Liberté)

(Zeca Afonso – Redondo Vocàbulo)

 

Poster - 25th April '74 | Cartaz : O menino do Cravo - fotografia de Sergio Guimarães

 

 

 

 

 


(and still, because it is April 25th, and Thursday)

 

(Tarkovsky Quartet – Nuit blanche)

 

 

(Harmónicos – Jorge Peixinho)

 

 

 

 

 

 

Abril


(Acordai – Lopes Graça | Lisboa Cantat)

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 


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Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal (GA : De facto, no meu caso, como nunca tive uma aula do idioma, fico a querer tentar entender que raio de ensino e aprendizagem esta criatura teve durante todo o seu percurso académico. E isto, para não falar da gritante falta de noção de certas coisas elementares em termos de Direito, ou de protocolo, já que se coloca na posição em que se coloca ao visitar outro país. Nesse caso, então, é totalmente circense a criatura na sua postura. Eu comum cidadã, posso dar-me ao luxo de não me ser exigível certas coisas. Não sou ministro de qualquer governo, nem uma juiz, nem sequer sou da área, e mesmo que, tal como qualquer cidadão comum, tenha algumas noções mais que básicas de jurisprudência. || Sérgio Moro Go Home! (NO, wait, Chico Buarque and other Brazilians shouldn’t have to deal with your B.S. They truly shouldn’t, no one should. Go commit yourself, with your Cracker-Jack credentials that anyone one of sound mind questions, to a correctional facility. Or, if it pleases you more, go sit on a cactus). Oh wait, Your Bannonship, where are my manners? You’re visiting a foreign land, and somehow half a dozen ninnies – here – for some reason – see and recognize you as some kind of foreign dignitary – or – as being specialized in circus acts or something along such lines. Yes, the only title I can possibly muster is obviously not ”Your Honour”, or ”Justice whomsoever it be”, or – ”Honourable anything or person” as would be the habitual way to address a minister, just *Your Bannonship*. Do I need to explain why? Go sit on a cactus, sir. Do it now. Good-bye, and good riddance.)

(Por Joseph Praetorius, 24/04/2019) Sérgio Moro Um juiz que não sabe falar e que troca cônjuges com “conges” saberá pensar bem, já nem digo julgar bem? 415 more words

via Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal


Notre-Dame – Eglise Cathédrale de Paris


 

 

Charles_Meryon,_The_Apse_of_Notre-Dame,_Paris,_1854_II

Notre-Dame – Paris (gravure – Charles Meryton, 1854)

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Julian Assange

(idioms: EN & ES ) Former President Rafael Correia : ”Assange is, and has been since last year, an Ecuadorian citizen”. As such, today’s arrest ”is not only unlawful in terms of the legal obligations with respect the status of those granted asylum (the rights thereof) and binding International Law , but also, the Ecuadorian Constitution” – which Correa classifies as ”unheard of” and ”outrageous”.
_____
El expresidente de Ecuador Rafael Correa – Correa ha recordado que “Assange es, desde el año pasado, ciudadano ecuatoriano”, con lo cual, según explica el exmandatario, la detención llevada acabo hoy “no solo rompe las reglas de asilo y el Derecho internacional, sino la Constitución ecuatoriana”, algo que Correa ha calificado como “inaudito” e “indignante”.
_________________________________________
SP – https://actualidad.rt.com/…/311328-correa-arresto-assange-l…

 

 

 


LINK:

ACLU | American Civil Liberties Union : comment on Julian Assange Arrest  
(April 11, 2019)

(Portion taken of the article. Please click on the available link for the full article)

« Ben Wizner, director of the American Civil Liberties Union’s Speech, Privacy, and Technology Project, issued the following comment in response:

“Any prosecution by the United States of Mr. Assange for Wikileaks’ publishing operations would be unprecedented and unconstitutional, and would open the door to criminal investigations of other news organizations. Moreover, prosecuting a foreign publisher for violating U.S. secrecy laws would set an especially dangerous precedent for U.S. journalists, who routinely violate foreign secrecy laws to deliver information vital to the public’s interest.

In response to the unsealed indictement, Wizner added:

“Criminally prosecuting a publisher for the publication of truthful information would be a first in American history, and unconstitutional. The government did not cross that Rubicon with today’s indictment, but the worst case scenario cannot yet be ruled out. We have no assurance that these are the only charges the government plans to bring against Mr. Assange. Further, while there is no First Amendment right to crack a government password, this indictment characterizes as ‘part of’ a criminal conspiracy the routine and protected activities journalists often engage in as part of their daily jobs, such as encouraging a source to provide more information. Given President Trump’s and his administration’s well-documented attacks on the freedom of the press, such characterizations are especially worrisome.”

 

 


Further links : (The Sydney Morning Herald)

 

 

LINK : 

The Martyrdom of Julian Assange –

Chris Hedges
Columnist

Chris Hedges is a Truthdig columnist, a Pulitzer Prize-winning journalist, a New York Times best-selling author, a professor in the college degree program offered to New Jersey state prisoners by Rutgers…(more)

(Paragraph taken from the article. Please click on the avaiable link for the full article)

« Under what law did Ecuadorian President Lenin Moreno capriciously terminate Julian Assange’s rights of asylum as a political refugee? Under what law did Moreno authorize British police to enter the Ecuadorian Embassy—diplomatically sanctioned sovereign territory—to arrest a naturalized citizen of Ecuador? Under what law did Prime Minister Theresa May order the British police to grab Assange, who has never committed a crime? Under what law did President Donald Trump demand the extradition of Assange, who is not a U.S. citizen and whose news organization is not based in the United States? »

 

 


 

 

 



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Bernardo yEl Dragón que perdió el fuego — Entre Nubes

Aquella primavera estaba siendo muy lluviosa. Las nubes no paraban de echar agua y más agua sobre toda la comarca y la naturaleza comenzaba a estar un poco desbordada. Los valles que acogían los ríos no daban abasto, sus cauces eran tan anchos que más que ríos, parecían lagos y algunos animales tuvieron que emigrar […]

via Bernardo yEl Dragón que perdió el fuego — Entre Nubes


-a poem (sung in a Locrian mode, with florid counterpoint)

 

 

The Sun’s tender sheen
dances freshly on my brow
as I awaken.

In a sweet caress,
as it baths me through and through,
I wander outside.

The trees are bursting
with lemons and little birds.
I sit in wonder

each day,

when

a loved one is born.

 

 

 

 

 

 

 

 


(As today, and a few other days, whether they’re still here or ‘away’, the warmest light seems to shine even if it rains – just like today.  And, it wasn’t even raining.)

 

 

 

59 syllable poem.  –   ”575 575575 215” form | 3 haiku +  3lined strophe

© Guida Almeida

técnica mista s/tela ©

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SOS (Emergency – Mozambique) Embaixada da República de Moçambique em Lisboa – Comunicado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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New Zealand – March 15

 

 

 

 

https://www.chrc-ccdp.gc.ca/eng/content/statement-canadian-human-rights-commission-joins-world-outrage-and-sadness-over-new-zealand 

 

 

 

 

 

 

Prime Minister Jacinda Arden  in the wake of the Christchurch attack.

Prime Minister Jacinda Arden – photo – from the article above


Video

A Beirach etude

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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As ameaças ao Estado de Direito Democrático — Aventar

Talvez já poucos se recordem – a memória é, segundo alguns estudos, afectada pelas redes wi-fi – do verdadeiro assalto que o governo do Dr. Passos Coelho tentou fazer ao Tribunal Constitucional, exercendo sobre ele uma tremenda e inédita chantagem que, a dada altura, ameaçou colocar em causa não apenas o princípio da separação de…

via As ameaças ao Estado de Direito Democrático — Aventar


A moment (a fleeting moment, a poetic cadence, a moment)

 

 

 

There’s something rather poetic and difficult to describe when you chance upon opening an account you have on a social media network, and come across a piece you rarely hear performed (it’s a lovely piece, by composer: Francisco Lacerda).  It starts to play  and suddenly before your eyes appears something else.  As you look you inequivocally, and instantly feel yourself identify with the youngling, saying – ”Aw, the same as me with my dog”) – but, what you’re listening to takes you a such step beyond that,  it takes you a moment to fathom that chance poetic cadence, laced betwixt sight and sound, before you.
And thus you sit, enthralled, in a state of warm wonderment, beyond words and explanation.

 

 

 

 

 

 

 

(the above ”clip” may take a moment to load and be visible)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Listening, on the riverbank.. (open form verse, quantitative meter: 9 – 9 – 5 / 11 / 1 – 5 – 2 )


 

 

 

 

 

Sometimes Coltrane,  sometimes Bach, sometimes
whence flow  profound seas of Tchaikovsky

– cometh melted snows.

 

 

You feel the river bed move,
and there you sit,

warmed,

past Time and Season,

trickling.

 

 

 

 

(open form verse, quantitative meter)

 

 

 

 

 

 

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Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 04/03/2019) Ao desencadear uma tempestade quando se soube que ia processar algumas das pessoas que o criticaram (ou todas?), o juiz Neto de Moura pode ter agora compreendido que, numa sociedade de comunicação tão líquida, a pior das condenações é ser alvo de chacota. AJude a Estátua de Sal. Click…

via Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal


Auto e paga o báiue

SUPLEMENTO CULTURAL

Moretto_budapest

Um auto em um acto e cenas tgistes.

Dgamatis pergsonae

Maria Celina
Adbílio Costa
Grande Inquisidor

Cena 1

(Sala da casa de Celina e Adbílio)

Adbílio- Mas onde é que diabo meti o tabaco?
Maria Celina- Já viste debaixo da almofada do sofá?
Adbílio- Já vi, já vi, não está uá nada.
Maria Celina- Vai lá ver outra vez, tu tens as coisas debaixo do nariz e não as vês.
Grande Inquisidor- Oh-oh-oh!
Abílio, Maria Celina- Oh-oh-oh!!?
Grande Inquisidor- Tempos houve em que ele ouvia o que Maria Celina lhe dizia.
Adbílio- Eu não te disse que não estava uá?! Eu bem te disse que não estava uá.
Maria Celina- Vai lá ver outra vez [Adbílio sai]
Adbílio [em grande excitamento]- Encontgei! Encontgei!
Maria Celina- Eu não te disse? És sempre um cabeça no ar.
Adbílio- Mas há aqui outgo pgobuema…
Grande Inquisidor- Isto é demais! Entrem! Venham!
[de bastidores…

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the bear

 

Sung the babbling brook

dancing cooly in the breeze

in sweet surrender

 

to a soft chinook

as it passed, warm and ternder,

fragrantly through  trees,

where the humming bees

parade their brightest yellow

to a flutt’ring halt

 

where lay

the

stiffened furry bear.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

zoo bear

Photo by Rasmus Svinding on Pexels.com

 

 

 

 

 

 

 


 


59 syllable poem.  –   ”575 575575 215” form | 3 haiku +  3lined strophe

 

 

 

 

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poem

 

 

Looking at the chair,
sun ablaze on whitened hair,
– a glistening memory.

 

Your voice, deep and low
in soft cascade whence it flows
past recollection.
I feel  your sweet gaze
pour gently upon my skin
and learn that God is

 

 

tender

and
careful with my heart.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A 59 syllable poem.  I was going to call this poem ”575 575575 215”, but that made it look too much like a phone number

red telephone booth beside brown tree

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal (One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, they ought to obviously be held accountable by it as well.)

Estátua de Sal, 24/02/2019 Mais uma vez este blog foi alvo da censura do Facebook. Tudo o que publiquei aqui recentemente e que tinha sido partilhado na minha página do Facebook foi de lá banido sem qualquer explicação cabal, dizem eles porque “não está de acordo com os padrões da Comunidade” Mas, afinal o que […]

via OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal

 


(G.A. – One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, ought to obviously be held accountable by it as well.
Other than being ridiculous when seeing what is censored, it is unlawful conduct.  I have nothing against Facebook, it is a social media platform as are others,  but this seems too  bizarre not to ask.   Was facebook made by citizens from a country that allegedly has in its own Constitution something known to them as their constitutional ”First Amendment”? If so it will be hard to believe that they’d find it strange at all, and naturally expect them to understand its meaning.  Furthermore, unless they be more ignorant of things than the current President of their country, they’d obviously not be surprised that such is also in the Constitutions of other lands, not to mention international conventions – and law.  Who exactly is it that is thus breaking Law and Legality, one asks?   Or are we kept in the dark so as to make it difficult to hold whomsoever or ”whatever” it is, unaccountable?  If this is so, one must never forget that – sooner or later – TIME has a way of uncovering all deeds. Indeed, even if we’re all killed off, there might still be a whale or dolphin left that will point a fin at the culprit. Goodnight)


Time: in a Penta-iambic Quatrain.. open couplets amidst closed (clothed) lines. | ”fugued poem”

 

Crouched in a corner,
bending bouyant blur,
sitting in a room
faster than sunlight.

 


Time is no foreigner,
no shifting  murmur
in movement, to loom
perched in endless flight.

Typecast adorner,
Chronus’s porter
transfixed, flows.  As spume,
beams full in plain sight.

___

Cometh yon caboose 
– untamed, almost loose,
– anointed, jointed,
– appointed, in truce.

 

∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞∞

 

Bending bouyant blurr
No shifting murmur
Chronus’s porter
Untamed, almost loose
Sitting in a room
Movement, anointed
To loom there, jointed
Transfixed, flowing spume
Perched in endless flight
Faster than sunlight
Appointed in truce
Beams in a corner
Crouched in plain sight.
Time
is no
adorner, typecast foreigner

 

it
Cometh intemporal
and loose.

________________________________________

 

 

 

 

 

 

 

____________________

Faster than sunlight
Time is no foreigner
Bending bouyant blur
In movement, to loom

In movement, to loom
Chonus’s porter
Anointed, jointed,
Beams full in plain sight.

 

 

 

 

 

 
shallow focus photography of wooden clothes clip on clothes string rack

Photo by Santosh Maharjan on Pexels.com

 

IMG_20140708_142607

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(more…)


3 haiku

 

a fractal casting
of Euclidean silence
dances on my leg

 

 

 

a rustling of leaves,
tangents – timidly pacing
the night  on each foot

 

 

 

 

 

 

 


 


©

sprawled upon the ground
lay many moving shadows.
– just shuffled through three.

(this very moment..)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Haiku (son of Zeus – son of Hera)

the battle blazes,

doth glow the fields of repentence

— upon bodies, stacked.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

© Guida Almeida

pormenor

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

 

 

 

 


Haiku (a painter’s haiku)

bursting in blossoms

smiles yon almond tree, sweely

unto the heavens

 

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(Blossoming forth bursts yon almond tree.
Where are you little cricket?

”I dream at your feet” – it answers.)


G.A.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal (There is a very strange McCarthy-like censorship occurring on the online social media network -Fb, in relation to ”Estátua de Sal”. There is no form of saying the source that is censored thusly invokes any kind of ”Hate” or that it has ever made any call for Hate Crimes of any sort, neither is there any possible excuse of there not being the necessary approval by the authors of the articles published therein. Make no mistake, said authors are legitimate and always published anywhere they please and anywhere that wishes to have them. Portugal is a country that has signed an oath – by international conventions – to uphold Freedom of Speech. There is no possible justification for said censorship that even goes against not only the mentioned International Conventions, but the country’s own constitution as well. I will not stand by and idly watch this go on, in silence, nor the throwing away of such things that at such great cost were made a fundamental right and duty in our constitution. Whomsoever is fueling such undemocratic, unconstitutional, abuse should be held accountable and denounced. No one is sure of the source of said censorship, but it has been going on for the past month. If they are ”fooling” the online social-media giant, they should be held accountable by it as well. |! | Aproveita-se para informar que continua a bizarríssima censura ao espaço do qual fui buscar este artigo. No tempo de Oliveira Salazar e de Franco no país ao lado do nosso o havia. E agora? Que dizer deste curioso regresso da tal mordaça da censura, para mais havendo acordos internacionais subscritos por nós aos quais – como Estado – somos obrigados a cumprir? Não pode haver equivoco possível, é intencional. Há cerca de um mês está patente: Censura, de tudo que seja publicado no Fb pela Estátua de Sal, sem que nela haja qualquer vestígio de quaisquer apelos a quaisquer ódios ou crimes movidos por quaisquer ódios, ou sequer que haja falta de autorização dos próprios autores dos artigos publicados. Sem justificação possível, a não ser que… (que dizer?)

(José Luís S. Curado, 18/02/2019) E concluo com uma interrogação: será que este pobre Titanic da Justiça vai para o fundo sem apelo nem agravo, com gente estranha na ponte, com os solistas da orquestra da esquerda a tocar num estranho uníssono o silêncio das valsas de Strauss? Haverá lealdades que valham tal naufrágio, meus senhores?

via O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal


Haiku (night)

stars carried, slowly
the lone cricket dreams nested
next its almond tree

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sicilian Tercet

- I was to give this to the man who enspired it, but my mom insisted on having it - ♥ with his blessing

 

Each sonnet difts in a slumber of hosts

with wings extended glide the depths of night,

all lines surrendered, untangled their ghosts.

 

Guided by form,  accounted by texture,

a blanket, thick woven, fashioned through flight,

all placed, all aligned – thought, whim and gesture.

 

They play, they soar, they dip in pirouettes

never fumbling, they moor, come without fright,

encircling, danced – embodied minuets.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

To feel the earth beneath your aching feet

and pace the depths of your sole’s (soul’s) perceptions

past the glaze of Time’s preordained retreats.

 

Cometh the dawn with merriments and
______unto swirl and line entangled

 

 

 

 

 

(90 + 30 + 17  = 147 | 147 + 3 ∈ ) 


Haiku (haiku & Yellow Blue – Kandinsky colours 2) 

feet on the warm sand

eyes drifting brisk high, brisk low

swells of indigo

 

 


 


Haiku Yellow Blue

Kandinsky colours 2

Colours two (?) line 2  (?)  

( ? ) – to / two / too 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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(Although I do not want to impose in any way any imagery of mine outside of what the words suggest,  so as to leave that to each that should com upon this post, I confess that I can’t help myself from leaving a picture of my dog on the beach when he was but a pup.. I love this picture.  I know what I’ll do, I’ll leave it way down on the post, in hopes of not ruining the read)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

Moro fará do Brasil o país com mais presos do mundo e governo do Rio já anuncia presídio vertical — Educação Política

O projeto de encarceramento em massa apresentado na segunda-feira, 4 de fevereiro, pelo ministro da Justiça, Sério Moro, deve transformar o Brasil no país com o maior número de presos do mundo. O m… Fonte: Moro fará do Brasil o país com mais presos do mundo e governo do Rio já anuncia presídio vertical

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