Artwork / Paintings / Etchings / Music & Art News / General News

Posts tagged “Music

Jessye Norman

It’s difficult to describe how profoundly moving it had always been to hear or see Jessye Norman as she graced the stage so wonderfully with her phenomenal talent.   A majestic and beautiful presence, that is difficult to word.

 

I’d borrow the phrase ”flights of angels take thee”.. , but, I usually viewed the owner of that voice as an angel walking among us, so, I’ll say :

– Go thee sweetly – returnéd thou art now to that beloved heavenly host –  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Wonderful Jessye Norman

 

 

 

 

 

 

 


…travelling through the Baroque in the night, beneath a waxing crescent moon, before sleep

 

 

 

 

 

 


Prelude & Basso Ostinato, Ballada, Prelude, Harlem Mist, and Angelico (- and – I suppose I may be tempted to leave a Haiku – but – only after listening to Angelico or the previous prelude. Hmmmm – perhaps a Sicilian Tercet…)

 

Ah, but, I must soon stop hovering and awaken.

(ok- it’s true I did see the sun rise – but – I’m still in that blue hour mode)

__________
Good morning.

 

 

(Prelude & Basso Ostinato

 

 

 

 

(Ballada)

 

 

 

 

(Prelude – from the ”Petite Suite”, performed by M. Henriques)

 

 

 

 

(Harlem Mist)

 

 

 

 

 

 

(”Angelico” – from Musica Callada  / Book 1 – 1)

 

 

 

(haiku)


Dripping rays of light
trickling through – key after key
as the gentlest rain

 

 

 

 

 

 

 


(Sicilian tercet)

 

trickling, A sweet torrent mist in the night,
adrift mid-air then settling  in layers,
wraps yon blue hour as it comes to full height

 

from that moistened, warm heart that drifts and sails
aloft, mid-air then settling in prayers
as the blanket is woven –  for one’s trails

 

 

 

 

 

 

 

 

_________–_______________

 

 

 

 

 

 






Ok – ok – I had seen the following video posted and had saved its LINK  to watch later when I’d come back .
(so I’ll leave it here as well, for when I come back). It was to have been posted yesterday, but I got sidetracked.

 

 


Wishing all a nice day –

close up photo of dog wearing sunglasses

Photo by Ilargian Faus on Pexels.com

 

 

 

.


Túnel de vento (de Carlos Alberto Augusto) – mais logo, em Coimbra.

É

– um evento a não perder, uma obra com um historial absolutamente notável, num espaço único, que é, ele próprio, um elemento de força na obra composta.
Aos que tiverem hipótese em comparecer, não percam tal oportunidade (é o que tenho a dizer).

Lembro-me bem das palavras do autor da obra e o que lhe inspirou, e os registos de tal inspiração e, ___________- fiquei sem fôlego pela beleza da coisa.
Enquanto o ouvia, dei comigo de imediato a visualizar, quer com os olhos quer os ouvidos da mente, tudo – a história da fonte de inspiração (e os seus registos), e tanta coisa que a mente associa (que beleza, poética, .. tanta coisa) quer de literatura clássica, quer de outras fontes nas diversas Artes, e isto tudo arrepiava e de que maneira (no bom sentido, isto é)
Mas, sobretudo marcante, era a forma que sentia algo que é tão raro sentir no que respeita a um relato de nascer de obra que se iria criar especificamente para um momento e lugar  – e o sentia enquanto a mente se transportava ao local e fonte primária de inspiração para aquele que iria agora criar…
(uma que é tão simbólica quão forte  [- forte, que nem sei qualificar com adjectivos, daí entender tanta obra pintada, escrita, encenada, composta, e, edificada] — como uma fonte de inspiração, como o é poética num tão amplo sentido. E por isso mesmo – embora singela em termos culturais, na península ibérica, e uma que transpõe —
[mesmo que com nuances que possam divergir um pouco conforme o lugar em termos de algum de seu simbolismo, e da História nos países, ou até – na História da Humanidade]
fronteiras, quer as físicas e geográficas, quer as psíquicas, evocativas, emotivas, e de Tempo) …
Dizia, antes da poética das ideias e das memórias, me tomarem e me ter posto prestes a divagar.. 

  • que o mais marcante era sentir, enquanto a mente se transportava ao local e momentos relatados que digo, os outros sentidos ficarem de imediato colados aos da visão e audição (tão marcante).
    Sentia, enquanto identificava, e em certos momentos identificando-me — quer com observador, quer com o próprio objecto evocativo — na mente, tal fonte inspiradora inicial para a obra, o que a mente via e ouvia  pelo tacto e, estendendo-se o fenómeno até, através dos aromas diversos possíveis  (conforme o tempo / condição atmosférica, o Tempo, e o local do objecto que além do mais tinha o mar por perto (um que envolve os sentidos ainda mais, e História (aliás, histórias na História) conforme tudo que se pode imaginar como cenário que, naturalmente, tem a ver com o local e a dita fonte, inspiradora. Tal objecto, tão evocativo em tanto sentido, embora possa dizer muito a países diversos aqui deste continente (e diz), no seu elemento luso (o mar correndo nas veias (e velas) de tudo) é revelado um seu lado não apenas localizável e poético;  assim vemos penhasco e ventos e mar.   Vemos chuvas. Vemos ondulações.  Vemos escuta, vemos movimento, e vemos tudo num intenso bailado de tempo, e no Tempo).

 

EVENT – Fb LINK
https://www.facebook.com/events/2354511044655907/ 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sail (image: Guida Almeida)

Vela – (esta não é de moinho, mas deixo-a na mesma): G.A.

Il y a des moulins, de Lautrec (claro),
et des autres de van Gogh, e há (também) o moinho incontornável de Cervantes..
E há o mar, e o vento que bate nas velas e, há moinho que é embarcação..
(no nariz daquela jangada de pedra do saudoso escritor luso. E, há embarcação de vela e armação a mexer, também ondulante, que segue em mente e que é extensão, e é diversa, nos enquadramentos do tempo (e do Tempo).
Aquela de Géricault , neste caso, aqui não cabe (felizmente) no ideário que se me surge na mente, quando penso naquele relato do autor, e em velas e vento e terra e mar.

Votos de grande êxito a um querido amigo, pelo que criara através de tal ponto de partida, e aos que lhe interpretarão a obra criada, logo ao fim do dia.
Tenho a certeza que será tão notável o momento, como mais que merecidos os votos de êxito para todos, e onde um dos interpretes — é o próprio espaço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



(Uma pequena anotação :
Ao olhar o calenário lembro-me agora que hoje é um dia significatívo na história de um dos países europeus – a França.
Quando escrevi e evoquei um autor de uma obra tão forte (uma, retratando uma jangada), não tinha em mente nada senão a imagém e o que ela representa – de um modo geral. Por isso, a intenção ao o evocar não tinha nenhum significado além desse.  À bela terra do Toulouse-Lautrec, e do Géricault, votos de um bom dia de feriado, e um que lhes espelhe um caminho que não seja um de correntes ou um de queda que, pelos vistos, parece que poderá dar jeito a sabe-se lá que lóbis – enquanto o belo povo e país tenta mostrar o seu mais que justo descontentamento com o  ”Micron”   (que em si já é de um lóbi nefastíssimo.
Ao belo povo da França – Vive Lá France!! ♥ )

raising the blue red and white flag

Photo by Nicolas Savignat on Pexels.com

 

 

 

 

 

.


Abril / April – 2019

I beg your indulgence as – some images, and videos, may take a moment to become fully visible.
Best Wishes, to whomsoever should come upon this post.

 

 

 

(Red Carnations – By Pomar, image via FB – courtesy of the Júlio Pomar Foundation)

 

 

 

(Psalm: John Coltrane – Fouth movement from ‘A Love Supreme’)

 

 

 

 

(Ella Fitzgerald, born April 25th – singing April in Paris, via Jazz Corner | FB page)

 

 

 


(article)

 

 

 

(article)
LINK – https://www.franceculture.fr/emissions/le-reveil-culturel/john-coltrane-jazz-mystique-et-revolutionnaire  

 

 

 

 

(article)
LINK – 25A40 – O som do cravo | Um concerto em três tempos.

 


 

 

 

(Bach – choral from – St Mathew Passion | BWV 244 , Harnoncourt – Arnold Schoenberg Chor, Concentus Musicus Wein, Wiener Sangerknaben)

 

 

(Bach – Final chorale – St John Passion ”Herr, unser herrscher” (chorus) | Gardener, Monteverdi Choir, The English Baroque Soloists)

 

 

(Megaloschemos II | Bulgarian Orthodox Hymn)

 

 


(article)
LINK – https://www.jornaltornado.pt/chico-buarque-revolucao-portuguesa/

 

 

 


(Os vampiros – Zeca Afonso)

(Cantigas do Maio – Zeca Afonso)

 

 

 

 

 

(Georges Moustaki – Ma Liberté)

(Zeca Afonso – Redondo Vocàbulo)

 

Poster - 25th April '74 | Cartaz : O menino do Cravo - fotografia de Sergio Guimarães

 

 

 

 

 


(and still, because it is April 25th, and Thursday)

 

(Tarkovsky Quartet – Nuit blanche)

 

 

(Harmónicos – Jorge Peixinho)

 

 

 

 

 

 

Abril


(Acordai – Lopes Graça | Lisboa Cantat)

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 


The Cerulean Lining

Between Night and Day, when… – when
the balance between the ”subjective”
and the ”objective” in sight
is at that magical number, and evened;
when one can still feel the protection
of the blue overcoat, an overcoat that
is there
as a smile of a Cheshire cat that begins to reveal what’s inside and out, as the universe
begins to unravel before our eyes still shielded
from a lining
(a cerulean lining – a cloak of stars / a coated moving marble, the moon dancing in between).
It is such a special moment, in an apparent silence
where the spheres begin to hum to another key
(Another key?).

 

 

FinalTwilight_Lua_GuidaAlmeidaFoto

 


©Written and published elsewhere, by me – August 5, 2016  

 

 

 

Speaking of ”keys”, I’ll leave a Tony Williams gem..
I was searching youtube to just bring one of its tracks, but, it’s hard to choose one.
I don’t usually like to place a full recording, but, he’s no longer with us and it is hard to choose.

Wishing all a wonderful week.

 

 

 

.


Sharon

Oh, Darn…
I’m still getting over my Leonard (Oh Leonard, my Leonard (  !¡ )
and I don’t know when that will happen.

This image I found on the internet, through a ''google search'', nevertheless, I can't ascertain the original source or photographer. If anyone knows, please let me know.

This image I found on the internet, through a ”google search”, nevertheless, I can’t ascertain the original source or photographer. If anyone knows, please let me know.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

And now….

 

We’ve now lost a warrior  of LOve and Beauty. Perhaps she’ll be singing some of his poems somewhere in the universe tonight, or her own work, I do not know.

And I shall use my best English,  for all I can say is:

 

Fucking disease, Fuck thyself..,

f**k thyself royally.


Dear Sharon..

(I’m at a loss for words, but, may you continue to shine through your music and stance)

Goodnight princess


(the ”featured image” (one of Sharon Jones) for this post comes from – HERE)

.


Por vezes vemo-nos de mão dada com uma banda sonora, e, caminha-se pelo corpo, e pelo dia, adentro (como se de mão dada, caminhando acompanados de uma ”voz-off”, que vai e que vem, como se em marés de consciência e de abstração mais, ou menos, aparente).

Não me sai a ‘Lacrimosa’ da cabeça, está como se num «loop» de comprimento largo, que retoma… parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…
Enquanto o contraponto e linha sobe, em voz múltipla (múltipla crescente, que balouça, que embora não aumente por aparência, o faz, como que degraus, aumentando com cada balouçar como se em maré que se sucede de onda em onda, num fluir, um fluir que sobe, enquanto ondula em frente)
tangida e entoada, quase sorrateiramente (mas que não é),
ascendendo e tomando (quase delicadamente (mas que não é embora o seja) )
que sereno ou douce (num não agreste) – ou forte (que não o é embora o seja),
como quem sobe de degrau em degrau até um patamar fundo,
subindo,
com um corpo em descanso, que sobe degraus,
embora direito, cabeça para baixo embora para cima veja..
(Que dizer? como descrever?)
..como as folhas que caem (só que em contrário movimento),
que sobe,
por degraus,
de linha e contaponto que balouçam
de catarse em catarse por cada degrau

que sobe numa escadaria metafórica,
que numa obra nos leva e nos lava a alma
de toda a chuva do íntimo e interior,
que estanca e verte o sangue das emoções,
que já não se verbalizam
(para cicatrizar),
que soam no ouvido da mente e da alma
(da alma que assim sobe, através de uma banda sonora que o dia apresenta
ao abrir dos olhos antes, e depois, de tomar café)
porque a alma, ela sabe, mesmo que calendários não veja,
A alma sabe a banda sonora que escolhe no acordar de qualquer dia
– numa obra que..
num Mozart que
se veste
dentro da alma,
como um douce manto que protege,
como se um casaco (interior),
que antes de verbos tomarem a mente que acorda nesse dia, e a acompanhe,
pelo dia adentro…, como se em «loop»
de comprimento largo, que retoma…, parando de quando em quando, como que num soluçar, e retomando…

– (vou tomar o pequeno-almoço, com a banda sonora que me acompanha neste dia, de passo em passo)

______________________________________

Há dias em que
a banda sonora que se nos vem, nem é um Coltrane ou um Bach,
um Mahler, ou Hendrix, ou outro, …….
– É assim.

É um Mozart.

E,
e olhando de relance o calendário dos dias, percebe-se
percebe-se a alma que assim se decidiu vestir antes de verbos virem.
Pois, a alma sabe o que precisa vestir antes de tomar corpo no dia.
Por vezes acontece na penumbra entre o sonho e o acordar.. assim.
Ela saber como se vestir para se proteger no dia para enfrentar o frio
que pode vir,
que pode vir de qualquer dia,
que pode vir em qualquer dia.

  • Bom, o som já se está a desvanecer
    enquanto surgem os sons da rua, outras vozes que de bocas saem, de cão, de carro, de pássaro…
    Esvanece a cada passo que se dá até à maquina do café
    que está
    do outro lado da alma.

E vejo o que pousara agora na mesa, que truoxera ao descer das escadas (agora reparando que, no adormecer, na abstração do mundo, das coisas, de quaisquer calendários,
já de madrugada, já neste dia
– que adormecera,
– de caderno e caneta na mão, com um começo de um qualquer esboço de uma peça que surgira, no topor de uma mente que relaxava, de palpebras a fechar.
Parece que é um monólogo, aparente, mas que não, ..não o é.  Está-se à mesa. Há uma pessoa que fala com seis que não se vêem, porém, suas cadeiras vazias estarão ocupadas, e há mais……
Há alguns que entram e saiem. Estes são outros, outros que interagem de quando em quando mas também em ”espaço / corpo negativo”. Eles vêm e vão à mesa..

Hmmm…?
Onde está o café?
(já cá venho)

_________________________________
P.S.
(eu sei qual é a interpretação que está na banda sonora apresentada,
mas se não está anunciada, também não a farei.., e mesmo até porque, a que ouço, como digo, em forma de «loop», nem é esta, embora dela se aproxime)

– Era para publicar algo que há mais de uma semana andava a escrever, mas, como só está como que um apontamento inacabado, para eu não me esquecer o que me tem surgido ao longo da parte final do mês, sobre um assunto, não é hoje, em que acordei com a alma que se vestiu assim, que o farei..

Apenas deixo um texto que se me surge por esse apontamento.
É um poema.
É de um autor que não sou eu. No fim estará o seu nome, como autor, que ele usa para se vestir na personagem de autor.

_________________________

Of war and peace the truth just twists
Its curfew gull just glides
Upon four-legged forest clouds
The cowboy angel rides
With his candle lit into the sun
Though its glow is waxed in black
All except when ’neath the trees of Eden

The lamppost stands with folded arms
Its iron claws attached
To curbs ’neath holes where babies wail
Though it shadows metal badge
All and all can only fall
With a crashing but meaningless blow
No sound ever comes from the Gates of Eden

The savage soldier sticks his head in sand
And then complains
Unto the shoeless hunter who’s gone deaf
But still remains
Upon the beach where hound dogs bay
At ships with tattooed sails
Heading for the Gates of Eden

With a time-rusted compass blade
Aladdin and his lamp
Sits with Utopian hermit monks
Sidesaddle on the Golden Calf
And on their promises of paradise
You will not hear a laugh
All except inside the Gates of Eden

Relationships of ownership
They whisper in the wings
To those condemned to act accordingly
And wait for succeeding kings
And I try to harmonize with songs
The lonesome sparrow sings
There are no kings inside the Gates of Eden

The motorcycle black madonna
Two-wheeled gypsy queen
And her silver-studded phantom cause
The gray flannel dwarf to scream
As he weeps to wicked birds of prey
Who pick up on his bread crumb sins
And there are no sins inside the Gates of Eden

The kingdoms of Experience
In the precious wind they rot
While paupers change possessions
Each one wishing for what the other has got
And the princess and the prince
Discuss what’s real and what is not
It doesn’t matter inside the Gates of Eden

The foreign sun, it squints upon
A bed that is never mine
As friends and other strangers
From their fates try to resign
Leaving men wholly, totally free
To do anything they wish to do but die
And there are no trials inside the Gates of Eden

At dawn my lover comes to me
And tells me of her dreams
With no attempts to shovel the glimpse
Into the ditch of what each one means
At times I think there are no words
But these to tell what’s true
And there are no truths outside the Gates of Eden

(Poema ”Gates of Eden” de: Bob Dylan)

.


Toots (I know he was only 94 years young, but still, it hurts the soul to see him go)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

What an amazing, beautiful soul.. what an amazing beautiful soul

(blessed, and the beautiful gift he shared with us..)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bless you, Toots, forever

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.


…..em tom de fuga

 

 

India_Ink_on_paper_GuidaAlmeida03_2016
Ink on paper, Guida Almeida – 03 / 2016

 

Vincent_van_Gogh_-_Sunflowers_(Metropolitan_Museum_of_Art)
 Two Sunflowers –  oil on canvas, Van Gogh 1887 

 

enamelRedAndIndiaInkOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016
 mixed media on paper, 33,5cm x 42cm, G. Almeida, 03 / 2016

 

Vincent_van_Gogh_-_Bloeiende_pruimenboomgaard-_naar_Hiroshige_-_Google_Art_Project
 Bloeiende pruimenboomgaard  (naar Hiroshige) – oil on canvas, Van Gogh 1887

 

1890-Vincent-Van-Gogh-Amandier-en-fleurs-Huile-sur-Toile-73x92-cm-Amsterdam-Rijksmuseum-Vincent-Van-GoghAlmond Tree Blossoms – Vincent Van Gogh,  oil on canvas,1890

 

blossomsPhotoGuidaAlmeida
photo – G. Almeida
sans titre_parJeanPaulRiopelle1955

 

 (Ink & Watercolour on paper,
Jean Paul Riopelle 1955)

 

 

FuguedPoemGuidaAlmeida___March2016

 

Hapi’s sibling – iseetheriverbeforeme – Flowing in Prayer form : originally posted elsewhere April 2013, by G. Almeida ,
is a ”fugued ” poem  
 for better reading -please click on the image to zoom in

 

 photo___GuidaAlmeida
 photo – G.Almeida

 

 Peacocks_and_Peonies_I_and_II_(LaFarge)JPG
(detail of photo taken by James Steakley, of)  Peacocks and Peonies I and II  – stained glass, John LaFarge  1882

 

monet.wl-clouds
 Water Lilies – oil on canvas, Monet 1903

 

 1225px-Vincent_van_Gogh_-_Banks_of_the_Seine_with_the_Pont_de_Clichy_in_the_Spring_(1887)River Bank in Springtime / Banks of the Seine with the Pont de Clichy in the Spring –  oil on canvas, Van Gogh 1887 

 

Bach
Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach
Bach
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ ᙠɒɔʜ
ᙠɒɔʜ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ ᗷɐⅽµ
ᗷɐⅽµ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ ʜɔɒᙠ
ʜɔɒᙠ

Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach
Bach
Bach Bach
Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach
Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach Bach

 

 

IndiaInkOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016
ink on paper, 42cm x 33,5cm, G.Almeida, 03 / 2016

 

 Vincent_van_Gogh_-_Sunflowers_(Metropolitan_Museum_of_Art)Two Cut Sunflowers – Van Gogh, oil on canvas, 1887

 

mixedMediaOnPaper_GuidaAlmeida_03_2016mixed media on paper, 33,5cm x 42cm, G. Almeida, 03 / 2016

 

   Bach is a four letter word, as is the word in Portuguese for fugue. As it happens, in Portuguese – fugue, has another meaning. It means ”a leak”, an escape”  or ”to run”, as well.
So, I’ll just leave this post here and make a «fuga», go ouside and smell some flowers while I can.
I hope you have a lovely Spring.

Naturally, the beginning of Spring not only makes one think of flowers (and a ”reawakening” of the planet (that in truth doesn’t sleep, though it may seem to…) as it enters the season), the equinox landing on what during Bach’s time was his birthday brings to mind a poem first written in the end of March of 2013 (I call it  a ”fugued poem” because it reads also from the bottom line up, through every other line, from the centre out, from ”out” to ”centre”, or exchanging the three groups of four lines between themselves).
The days at the end of the month bring to mind what we now call Bach’s birthday, and also other birthdays (one very dear to my heart, and also Van Vogh’s).

How could I make a Spring post and not place Bill Evan’s – ”You Must Believe in Spring”?

 

I can’t.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

And as I think of the planet’s apparent  ”reawakening”, as I mention above, and the authors that come to mind (those in this post, and another, who would have also celebrated a birthday at the end of the month..) how could I not include a sample of a new recording called – Gaia ?

I can’t.

 

 

 

 

 

Wishing all a wonderful Spring
♥ Take care.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.


Joe Cocker – eternally grateful for your having shared with us your gifts

 

so hard to choose from your repertoir, dear Joe

 

 

 

 

 

(and one of my favourites among so many, next)

 

 

 

(this of course)

 

(i still remember him this time with this same song with Ray Charles ♥)

 

(and with Patti Labele and Billy Preston, wow..)

 

(this rendition is so special)

 

 

 

(this Lovin’ Spoonful tune, love it)

 

 

 

 

(love this)

 

 

 

 

 

(this also..)

 

 

 

 

 

(I could never leave this out.. never)

 

(and last year.., I have no idea how  you were able to give us this, with your lungs the way they were ♥ …….speachless)

 

 

 

 

and …

 

 

 

 

Oh Joe.. ♥

 

 

Joe Cocker

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 


Duetos da Sé (Concerto/Concert) – a Duo

amargar_PorAliceValenteAlves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DinisPorJoaoGodinho

 

 

 

 

DinisCosta_porMayana

 

 

 

 

 

 

 

 

542146_122178037913520_1795971846_n

Duetos da Sé Travessa do Almargem 1 B 1100-019 Lisboa Tel. (351) 21 885 0041 E-mail: geral@duetosdase.com Site: http://www.duetosdase.com

Concerto: Dinis Costa – piano, e Guida Costa (Margarida) – voz / trombone de varas, nos Duetos da Sé, Sábado dia 15 de Novembro, às 22h

I am pleased to announce a concert this Saturday night (10pm) in Lisbon
at – Duetos da Sé – in Lisbon.

Facebook links:
–                                 Dinis Costa
                                  Margarida Costa (Guida)

–                                 Duetos da Sé

 

 

other (outros) links:

Duetos da Sé

 

 

 

(após o concerto haverá mais a dizer.. aqui) after the concert something will most likely be posted here ► Guida Fine Arts

 

 

Photographs:
G. Costa – Alice Valente Alves,
D. Costa – João Godinho / M. Modesto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.


CA – um conto sonoro para o inverno dos tempos (a soundscape that is Lunar and otherwise)

 

 

 

 

 

 

Gemeos

 

Estarei ainda muito perto da luz?
Poderei esquecer
estes rostos,estas vozes,
e ficar diante do meu rosto?
Às vezes,como num sonho,
vejo formas como um rosto
e pergunto:”De quem é este rosto?”
E ainda:”Quem pergunta isto?”
E:”E com quem fala?”
Estarei ainda longe de Ti,
quem quer que sejas ou eu seja?
Cresce a noite à minha volta,
terei palavras para falar-Te?
E compreenderás Tu este,
não sei qual de nós,que procura
a Tua face entre as sombras?
Quando eu me calar
sabei que estarei diante de uma coisa imensa.
E que esta é a minha voz,
o que no fundo de isto se escuta.

de Nenhum Sítio(1984)
– de Manuel António Pina

 

 

 

 

 

 

 

 Music by G. Costa | Artwork by G. Almeida | poem by Manuel Antonio Pina

 

 

 

 

.


Playing For Change Day – Cascais (Portugal) 21 de Setembro / September 21st

This post is in English (En) and Portuguese (PT)

 

 

 

ThePianoCliffNo2_GuiAlmeida

 

É com muito prazer e orgulho que anuncio um evento, cuja organização e coordenação em Portugal é feito por Bernardo Freire da Cruz , hoje, Sábado dia 21 de Setembro (2013), em Cascais, entre as 16h e 23h.
Ao todo neste dia irão ocorrer pelo mundo fora 288 eventos nos 54 países envolvidos.

Citarei o que está no evento que foi colocado na rede social FB, aqui, logo a seguir à imagem e texto em inglês que se seguem.

 

***

 

It is my extreme pleasure to announce a dear friend and colleague’s organizing of (and performing as well in) “Playing for Change”

in Portugal.

I have been informed by  Bernardo Freire da Cruz that it shall be held in Cascais today – Saturday 21st of September, 2013 between 4pm and 11pm.

I leave you the information gathered from the FB “event” beneath the image belown
(it is also in both tongues)

Admission to the event is free, to those who can make it out to Cascais, I truly hope you have a great time.

 

1044513_10151538975687017_355639803_n

(Event / Evento)
Hoje

16:00 até 23:00

(tempo – Limpo 25°C)
Concertos de Angariação pela Educação Musical – ENTRADA LIVRE
Reunimos um grupo com vontade de fazer a diferença e participar no 1LOVE Playing for Change Day.
Entre concertos de variados estilos que se vão prolongar pela tarde fora e o ambiente chill out que o próprio jardim proporciona, contamos com a tua presença para tornar este dia memorável.
Estaremos no Parque Palmela, em Cascais, a partir das 16h00 até às 23h30 do dia 21 de Setembro (Dia Internacional da Paz).

A todos os amantes de música,
Até Já!

We gathered a group hoping to make a difference and take part in 1LOVE Playing for Change Day.
Between concerts of various styles that will last through the afternoon and a chill out atmosphere that the garden provides, we count on your presence to make this day memorable.
We will be in Parque Palmela, Cascais, from 04:00pm until 11h30pm on 21 September (International Day of Peace).

To all music lovers
See you there!

Os Nossos Músicos:

Ruca Fernandes(fado/jazz)
Acompanhado ao piano por Bernardo Cruz
SweetArt(mellow jazz)
LS ( Vice-Campeoão Nacional de beatbox 2012)
Zé Cruz (ethnic)
Mariachi & Rouxinol (flamenco)
Fabrik of Luv (hip-hop/funk/soul)
Imajinn Gugolplex (metal progressivo instrumental)
Standback (Rock’n’roll)
Cat Green & the Strange Fellas (Funk)

Eles vão ajudar, e tu?

Com o Apoio de:
Rota Jovem
Pedaços de Aventura

As doações podem ser efectuadas no local ou directamente neste site:
http://playingforchangeday.org/show/playing-for-change-day–cascais

As causas para onde o dinheiro irá reverter podem ser encontradas aqui:
http://playingforchange.org/


The Moon with its Blues

ao amor que arde vivo dentro de nós pelos que foram,

assim como por quem nos rege o presente
– não há rédea mais segura e apertada que aquela que nos impomos a nós próprios pela força desse sentimento, e não há vida para além do mesmo.

 


Sonny

 Mr. Rollins

 

To my small Hearth His fire came

(by Emily Dickinson)

To my small Hearth His fire came—
And all my House aglow
Did fan and rock, with sudden light—
‘Twas Sunrise—’twas the Sky—

Impanelled from no Summer brief—
With limit of Decay—
‘Twas Noon—without the News of Night—
Nay, Nature, it was Day—

The mighy Sonny Rollins turns 81 today: Happy Birthday Mr. Rollins

(Hoje faz 81 anos Sonny Rollins)


Zeca Afonso – a voice from the past that speaks to the future

.. e acabo de me lembrar que há 24 anos desapareceu-nos, deixou-nos fisicamente..




Zeca Afonso..

– uma pureza (de)em espirito, (de)em pessoa.




























“The Sands of Time” ( fotografia, G. Almeida)

http://www.rtp.pt/noticias/player.swf

_______________________________________

(En)

Zeca Afonso (2 August 1929 – 23 February 1987)






The Crowd

Time’s sands erode the outer casing
A constant change in aerodynamic stucture as one desintegrates
(and reintegrates)
swimming to the shore of Memory.

There I find:

grooves,
recollective lines of oblivion that sweep some of the grains
belonging to Mnemosyne.
Each an image, a shade, a fragrance.. a hussssssssssh..

After each wave wipes away the markings of Time only those deepest remain.
The essence of Being that shall always “Be”
as I carry each remnant grain in my very small
and utterly deep pocket.

An inner landscape that bears only some faces.
Shocked by the absence of some, unaware of the presence of others.
I hadn’t even realized you’d left,

A crowd,
a compost of Thought, Ouvre and Time.
A multiple,
a multitude of different “Yous”

I could be a different you for you are no longer.
but in truth –
I am another.

I am that which has always been, that which is
– and forever shall be..
all others.

Maria MFA Costa