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O anti-historicismo – D. Sebastião (1973), do escultor João Cutileiro, em Lagos (Algarve). — .\\ konstelazone //.

D. Sebastião, do escultor João Cutileiro, foi inaugurado em 1973 em Lagos, por ocasião da comemoração do IV Centenário do Alvará da elevação de Lagos a cidade, por D. Sebastião (J. Fernandes Pereira). Apesar de resultar da encomenda oficial da edilidade, esta obra é um marco na ruptura com o academismo da estatuária do Estado […]

via O anti-historicismo – D. Sebastião (1973), do escultor João Cutileiro, em Lagos (Algarve). — .\\ konstelazone //.


Prelude & Basso Ostinato, Ballada, Prelude, Harlem Mist, and Angelico (- and – I suppose I may be tempted to leave a Haiku – but – only after listening to Angelico or the previous prelude. Hmmmm – perhaps a Sicilian Tercet…)

 

Ah, but, I must soon stop hovering and awaken.

(ok- it’s true I did see the sun rise – but – I’m still in that blue hour mode)

__________
Good morning.

 

 

(Prelude & Basso Ostinato

 

 

 

 

(Ballada)

 

 

 

 

(Prelude – from the ”Petite Suite”, performed by M. Henriques)

 

 

 

 

(”Harlem Mist” – from the album *Wilderness)
 

 

 

 

(”Angelico” – from Musica Callada  / Book 1 – 1)

 

 

 

(haiku)


Dripping rays of light
trickling through – key after key
as the gentlest rain

 

 

 

 

 

 

 


(Sicilian tercet)

 

trickling, A sweet torrent mist in the night,
adrift mid-air then settling  in layers,
wraps yon blue hour as it comes to full height

 

from that moistened, warm heart that drifts and sails
aloft, mid-air then settling in prayers
as the blanket is woven –  for one’s trails

 

 

 

 

 

 

 

 

_________–_______________

 

 

 

 

 

 






Ok – ok – I had seen the following video posted and had saved its LINK  to watch later when I’d come back .
(so I’ll leave it here as well, for when I come back). It was to have been posted yesterday, but I got sidetracked.

( I suppose I can also leave a link with the full proceedings, https://youtu.be/j5u1skEoqLs?t=354 )

 


Wishing all a nice day –

close up photo of dog wearing sunglasses

Photo by Ilargian Faus on Pexels.com

 

 

 

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Legislação Régia (1836)

 

 

LINK – http://legislacaoregia.parlamento.pt/V/1/16/88/p22 

 

Screen Shot 07-31-19 at 12.17 AM

 

 

 

LINK / LIGAÇÃO   –    http://legislacaoregia.parlamento.pt/V/1/16/88/p22 

 


Túnel de vento (de Carlos Alberto Augusto) – mais logo, em Coimbra.

É

– um evento a não perder, uma obra com um historial absolutamente notável, num espaço único, que é, ele próprio, um elemento de força na obra composta.
Aos que tiverem hipótese em comparecer, não percam tal oportunidade (é o que tenho a dizer).

Lembro-me bem das palavras do autor da obra e o que lhe inspirou, e os registos de tal inspiração e, ___________- fiquei sem fôlego pela beleza da coisa.
Enquanto o ouvia, dei comigo de imediato a visualizar, quer com os olhos quer os ouvidos da mente, tudo – a história da fonte de inspiração (e os seus registos), e tanta coisa que a mente associa (que beleza, poética, .. tanta coisa) quer de literatura clássica, quer de outras fontes nas diversas Artes, e isto tudo arrepiava e de que maneira (no bom sentido, isto é)
Mas, sobretudo marcante, era a forma que sentia algo que é tão raro sentir no que respeita a um relato de nascer de obra que se iria criar especificamente para um momento e lugar  – e o sentia enquanto a mente se transportava ao local e fonte primária de inspiração para aquele que iria agora criar…
(uma que é tão simbólica quão forte  [- forte, que nem sei qualificar com adjectivos, daí entender tanta obra pintada, escrita, encenada, composta, e, edificada] — como uma fonte de inspiração, como o é poética num tão amplo sentido. E por isso mesmo – embora singela em termos culturais, na península ibérica, e uma que transpõe —
[mesmo que com nuances que possam divergir um pouco conforme o lugar em termos de algum de seu simbolismo, e da História nos países, ou até – na História da Humanidade]
fronteiras, quer as físicas e geográficas, quer as psíquicas, evocativas, emotivas, e de Tempo) …
Dizia, antes da poética das ideias e das memórias, me tomarem e me ter posto prestes a divagar.. 

  • que o mais marcante era sentir, enquanto a mente se transportava ao local e momentos relatados que digo, os outros sentidos ficarem de imediato colados aos da visão e audição (tão marcante).
    Sentia, enquanto identificava, e em certos momentos identificando-me — quer com observador, quer com o próprio objecto evocativo — na mente, tal fonte inspiradora inicial para a obra, o que a mente via e ouvia  pelo tacto e, estendendo-se o fenómeno até, através dos aromas diversos possíveis  (conforme o tempo / condição atmosférica, o Tempo, e o local do objecto que além do mais tinha o mar por perto (um que envolve os sentidos ainda mais, e História (aliás, histórias na História) conforme tudo que se pode imaginar como cenário que, naturalmente, tem a ver com o local e a dita fonte, inspiradora. Tal objecto, tão evocativo em tanto sentido, embora possa dizer muito a países diversos aqui deste continente (e diz), no seu elemento luso (o mar correndo nas veias (e velas) de tudo) é revelado um seu lado não apenas localizável e poético;  assim vemos penhasco e ventos e mar.   Vemos chuvas. Vemos ondulações.  Vemos escuta, vemos movimento, e vemos tudo num intenso bailado de tempo, e no Tempo).

 

EVENT – Fb LINK
https://www.facebook.com/events/2354511044655907/ 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sail (image: Guida Almeida)

Vela – (esta não é de moinho, mas deixo-a na mesma): G.A.

Il y a des moulins, de Lautrec (claro),
et des autres de van Gogh, e há (também) o moinho incontornável de Cervantes..
E há o mar, e o vento que bate nas velas e, há moinho que é embarcação..
(no nariz daquela jangada de pedra do saudoso escritor luso. E, há embarcação de vela e armação a mexer, também ondulante, que segue em mente e que é extensão, e é diversa, nos enquadramentos do tempo (e do Tempo).
Aquela de Géricault , neste caso, aqui não cabe (felizmente) no ideário que se me surge na mente, quando penso naquele relato do autor, e em velas e vento e terra e mar.

Votos de grande êxito a um querido amigo, pelo que criara através de tal ponto de partida, e aos que lhe interpretarão a obra criada, logo ao fim do dia.
Tenho a certeza que será tão notável o momento, como mais que merecidos os votos de êxito para todos, e onde um dos interpretes — é o próprio espaço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



(Uma pequena anotação :
Ao olhar o calenário lembro-me agora que hoje é um dia significatívo na história de um dos países europeus – a França.
Quando escrevi e evoquei um autor de uma obra tão forte (uma, retratando uma jangada), não tinha em mente nada senão a imagém e o que ela representa – de um modo geral. Por isso, a intenção ao o evocar não tinha nenhum significado além desse.  À bela terra do Toulouse-Lautrec, e do Géricault, votos de um bom dia de feriado, e um que lhes espelhe um caminho que não seja um de correntes ou um de queda que, pelos vistos, parece que poderá dar jeito a sabe-se lá que lóbis – enquanto o belo povo e país tenta mostrar o seu mais que justo descontentamento com o  ”Micron”   (que em si já é de um lóbi nefastíssimo.
Ao belo povo da França – Vive Lá France!! ♥ )

raising the blue red and white flag

Photo by Nicolas Savignat on Pexels.com

 

 

 

 

 

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May 2019

Among other things, this is as we know – the month that marks 500 years of Leonardo’s  having departed..
(May 2nd, 1519 – Amboise, France)

 

 

 

 

 

 


Also, on the 7th (today) we come to the moment that that marks Tchaikovsky’s 179th date of birth .
It is just a simple, and humble reminder that I leave here – as I recall that it had been fortunate for us that both had walked the Earth.

 

 

 

 

 

 

 

 

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA

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Our Global Condition – Some updates (Artigos recentes, de fontes escolhidas pela fidelidade das mesmas para com os factos, e ligações para mais alguns artigos)| post idioms: EN, FR & PT

A tiny, rather insignificant note regarding this post’s  overall caption:
I was having a hard time chosing a title for this post.  I was going to leave it as *Our Global Predicament*, but, I suppose it makes not much of a difference to use either term, ”condition” or  ”predicament”.  Since I use the latter more often, this time I’ll favour the first  type of  wording.

I shall now leave the following links, straight away, with no further delay.

(thank you for reading)

 

Galinhola - de José Maria Soares Ribeiro da Costa

Galinhola – de José Maria Soares Ribeiro da Costa

 

 

 

ARTICLES (links) | ARTIGOS (ligações) | ARTICLES et actualités (liens)


 

 

OS TEMAS PROIBIDOS NO OÁSIS DE DAVOS
 – artigo de 25-01-2019 (Ligação directa para o artigo – na sua fonte

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Ten Reasons the Ecumenical Patriarchate Made a Huge Mistake in Ukraine
By George Selinsky Global Research, January 22, 2019
Pravmir.com 19 January 2019

DIRECT LINK 

__________________________________________________________________

ANALYSE: Gilets jaunes : l’acte I de la réflexion Par Cécile Daumas — 23 janvier 2019 –  liberation.fr – LINK direct

__________________________________________________________________

Ligação directa para o artigo:
«Direitos para as pessoas, regras para as multinacionais» Campanha europeia quer acabar com os “privilégios das multinacionais”
(Notícia de 18 Janeiro, 2019)   – 
in: 
jornal Tornado
 

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The Loss of Life, From World War I to World War III. What Would Happen if a Third World War Were to Break Out?
By Prof Michel Chossudovsky Global Research, November 20, 2018
– Direct Link to the article @Global Research

 

 

 

 


Regarding Venezuela (specifically): 

 

 

 

 

OEA não apoia golpe na Venesuela – notícia de 25-01-2019
*
Noticia – Fonte – LINK directo
(JORNAL DIGITAL DE INFORMAÇÃO INTERNACIONAL| DIRECTOR: JOSÉ GOULÃO)

 

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The US Puts Venezuela Under High Pressure. Chronicle of an Announced ‘Parliamentary Coup’ – Direct LINK (article 26-01-2019) By Marc Vandepitte

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( Français)
VENEZUELA : «Un coup contre le droit international» Par Alfred de Zayas
(Lien Direct-  Mondialisation.ca, 26 janvier 2019 | Le Courrier 24 janvier 2019) 

 

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Au Venezuela, les militaires monnayent leur soutien à Maduro Par Benjamin Delille, correspondant à Caracas — 25 janvier 2019 à 21:06 LIEN direct    

 

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«Vassily Nebenzia, le 26 janvier au Conseil de sécurité de l’ONU. Lors des discussions au Conseil de sécurité sur les troubles qui secouent le Venezuela, Vassili Nebenzia, ambassadeur de Russie auprès de l’ONU, s’est demandé s’il ne fallait pas plutôt parler des Gilets jaunes.
Une sortie qui a ulcéré la France.»
(LIEN direct – RT France)

 

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Is the US Orchestrating a coup in Venezuela?
January 23, 2019 Lucas Koerner in Venezuela analyzes the current developments withTRNN’s Sharmini Peries and Greg Wilpert
**- Direct LINK to the news cast & respective article  

 
 

 


Key: Information Regarding Featured News Sites
of preference (list & respective links)

 

 

EN———Other sites also worthy of note for one or another reason,  but,  because of there not having been the need for their use above in this post, they are placed in the list below:
PT———Uma selecção de outras publicações de relevo que, por motivo de as não ter precisado empregar mais acima, neste artigo, não estavam ainda a constar:

 

 

 

 

 

 

 


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The following articles, written these past (yet recent) years – I leave as well.

Three LINKS – each providing, through ”labels”, articles that bring forth some issues related to the present post

 

LINK # 1a – source GFA 

  #  1b (continued under the same label) – (source GFA)

LINK # 2 – Source GFA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Quote

Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog

 

On 15 January, the House of Commons overwhelmingly rejected the Withdrawal Agreement which the British Prime Minister, Theresa May, had negotiated with the rest of the European Union, throwing into disarray efforts to ensure the country’s orderly exit from the bloc.

via Brexit: The latest impasse [What Think Tanks are thinking] — European Parliamentary Research Service Blog


Amadeo de Souza-Cardoso & Pablo Picasso (Oct 25 – and two towering figures in the world of Fine Art)

Two great men from the world of Fine Arts that thus share the day, both intimately tied to a date iniciating and terminating the grandest of all works of art.
October 25,1881 – Birth of Pablo Picasso
October 25, 1918 – Death of Amadeo de Souza-Cardoso

(Português)   Um dia que é assim ligado a duas forças (figuras) ENORMES no mundo das belas artes, pelo iniciar e finalizar da maior obra de todas – a vida.
Having stated the above in the first hour of the day I now reiterate my feelings and add other things that have been on my mind lately (but only a few)

 

 

I’ll also add some images of some of the works by both that I love so well.

As for the other thoughts..
I’ll place them below so as not to tinge or taint the beauty of both men’s oeuvre with ugliness

(well – I must admit that the last link isn´t so and for that reason I leave it last so as to end on a note of courage and  ethics)

Amadeo & Pablo

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Regarding the age we live in:
I leave a Saramago quote made 14 years ago plus links to articles from the past 24 hours

(in Portuguese some, and others in English)

 

Nós estamos a assistir ao que eu chamaria a morte do cidadão e, no seu lugar, o que temos e, cada vez mais, é o cliente. Agora já ninguém nos pergunta o que é que pensamos, agora perguntam-nos qual a marca do carro, de fato, de gravata que temos, quanto ganhamos…” José Saramago – Fonte: El Mundo (1998)

 

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(PT)
Do jornal – Jornal de Notícias:

«  “A senhora Merkel é responsável da Alemanha, eu sou responsável de França. Nós encontramo-nos na situação de ter de tomar decisões a favor dos países onde nunca fomos eleitos. E cada um de nós pode perceber que isso levanta problemas democráticos”, adiantou o presidente francês.

“Não temos mandato para gerir esses países e, por isso, temos de lhes pedir para que façam esforços (…) Mas se a Alemanha e França não tivessem decidido assumir as suas responsabilidades, onde estaríamos hoje?”, afirmou ainda Sarkozy.  »

– Lendo notícias destas só dá vontade de responder (como já disse a uma pessoa amiga em relação a este artigo):
Sim. Talvez estariamos nos os Sarentos que Sanrozy fala, sem dividas, é o que é.. pois é. Mas a verdade é que por muito que eles e seus anteriores tivessem pedido que no caso de países como o nosso, se desmantelasse o “tecido económico” que tinham (no nosso caso foi flagrante o quererem nos transformar numa colónia balnear, e pior.. quem nos des-governava na altura de entrar, e consequentes anos, na CEE.. aceitou.. qual cahorrito a abanar a cauda feliz e contente na sua incompetência grave.. pois)

 

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(EN)
Some of my more recent thoughts regarding Wikileaks are

– that It has been constantly “blackballed” by the very same institutions that have ruthlessly conquered the world and copiously bleed us without the bat of an eye (War monging Arms dealers & High finance / Banking institutions)
Why?
– because showing crimes of war, is deemed worse than beating men when they’re down, or starving. People who try to shed light upon that which is true criminal behavior (paint it as you wish, this is what it is), and-or  hypocrisy, are a threat to them (we understand.. If those that are bled awaken from their dream-like nunbness, said fiends have no future)

 

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(PT)  Nem de propósito e à semelhança da WikiLeaks temos estes que estão nesta notícia que provavelmente são olhados de lado por atacar redes de pedofilia, pois.
ver aqui – Diário de Notícias

e no
Público

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(PT)
E mais uma notícia sobre os senhores que nos obrigam a pagar com o dinheiro que não é deles, é nosso, juros sobre dinheiro que.. que é nosso e não é deles..

jornal – “Económico”

 

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(e deixo algumas das coisas que já tinha dito em relação a este video noutro lugar, em Português a seguir ao video)

 

Finally a video-clip from a couple of days back showing a young 24 year old war veteran protecting  those unarmed from harm’s way at the hands of whom supposedly had been appointed to protect..

Some of which one can clearly read as feeling shame from listening to his words.

 

 

  • «     uma coisa é um homem (com, ou sem consciência do seu corpo), erguer-se nos seus 24 anos (e quando digo “consciência do seu corpo” não me refiro ao físico que é o que se vê, mas sim o dos “herois” helênicos, do primeiro épico homérico, onde, como ainda hoje se diz, a coragem e/ou a bravura  vem como um acto do instincto, é imediato e instantâneo.. a bravura como acto sem tempo de raciocínio.. só reacção) Este homem de 24 primaveras, se nos colocássemos MESMO nos pés dele, educado como foi, e que se vê com ideais (certas ou erradas mas as tem, assim como valores que ele menciona “n” vezes), este menino foi mandado para uma guerra que sabemos injusta, mas que ele em nome de sua pátria defendeu.. e ao contrário de muitos pelo mundo fora, com tanta mortandade, este menino tem valores.. A reacção dele é instantânea para defender “civis desarmados”.. o resto não importa, ele tem muito tempo para perceber os erros do mundo e da ganância dos homens atrás do aproveitamento dos que têm nobre espírito.  Pergunto-me, quantos têm assim “corpo”, para defender e gritar a um “corpo” de polícias.. -“Where’s the honour in that? Where’s the honour in harming unarmed people”..

    Eu que odeio visceralmente a guerra curvo-me sempre ante quem, mesmo tendo sido exposto à perversidade das guerras assim defende os desarmados, ele também o está, e pede como se vê.. –  Pede algo que se subentende como sendo- “querem bater, então batam em mim, eu que lutei por vós.. F*****-se
    “.
    Ele tem 24 aninhos, é de Nova Iorque..,com tudo que tal facto implica.
    E é novo, se alguém tem o futuro nas mãos é ele, e outros como ele, que começam a questionar coisas, e ainda têm valores.. num mundo que não o tem.
    Ele está zangado com a autoridade.. e desafia-os..  A guerra, que para quem a sentiu, não ouso imaginar, será horrendo e não deve fácilmente sair da psíque.. ao ser confrontado por outro/s amareicano/s de farda.. muito menos com o tempo que ele terá tido desde então.. 

    – E em relação a duvidas (…), encenado.. para e porquê?
    Já tive a experiência que chegue daquela cidade, que é uma das mais densamente popolacionadas áreas do planeta..
    É, se não a maior cidade dos EUA, uma das maiores.. é evidente que isto é mais que natural e provável ser, por todos os motivos e mais algum, genuíno. 
    (perdoem-me o lençol de texto.. -e nem falei de Gandhi, MLK, ou Mandela.. )»

 

  • «  E continuo a dizer, não só pela experiência que possa, ou não, ter vivido em tais locais.., mas até mesmo pela apetência mundial da última década de Big Bothers, e de  outros “reality shows”, que eram apenas aqueles exercícios (parece-me), das forças armadas para ver quem podia passar muito tempo fechado num submarino por exemplo..
    – Um mundo “policial”, que mesmo no lazer se tem colocado ante câmaras por lazer (os que televisão vêem).. enfim.  Não me custa nada acreditar nisto – de forma alguma, mas pode de facto ser apenas a minha ingenuidade.. »

 

  •  « E  viva o humanismo, mais quem ainda consiga ter valores, num tempo em que não as há.. viva quem defenda o desarmado.. amor pelo próximo, e de peito aberto/exposto

 

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An enlightened and uplifting October 25th to all.

Have a nice day.

 

Uma muito boa tarde a todos

 

 


October 5 – 5 de Outubro

(a post in English & em Português..)

Before I begin regarding October 5th it has occurred to me that I let pass a day I hold very dear.
The day that saw the birth of Mohandas Karamchand Gandhi – October 2nd
( 1869 )

“I will give you a talisman. Whenever you are in doubt, or when the self becomes too much with you, apply the following test. Recall the face of the poorest and the weakest man [woman] whom you may have seen, and ask yourself, if the step you contemplate is going to be of any use to him [her]. Will he [she] gain anything by it? Will it restore him [her] to a control over his [her] own life and destiny? In other words, will it lead to swaraj [freedom] for the hungry and spiritually starving millions?
Then you will find your doubts and your self melt away.”

– One of the last notes left behind by Gandhi in 1948, expressing his deepest social thought. (exact words as taken from Here )

“A minha vida é um Todo indivisível, e todos os meus actos convergem uns nos outros; e todos
eles nascem do insaciável amor que tenho para com toda a humanidade.”

“A única maneira de castigar quem se ama é sofrer em seu lugar.”

Mahatma Gandhi

EN.
After the sinking in of this recent Nobel for Physics (LINK to the National Geographic article posted yesterday)
regarding a subject matter I’ve found to be highly fascinating these past few years, I leave you with a detail of one of the pieces of a project I’ve been working on this past week.. part of the 3rd work within a series of 5.

Today having been a National holiday commemorating the onset of the country becoming a Republic (Portugal), I post the above image of a ‘darkness’ along with a pair of video clips containing actual footage of the event back in 1910.

I also share a Link to today’s post in the Blog GUIDA  FINE  ARTS containing a brief summary of my thoughts regarding this year’s commemoration – to view please click on the link here or just above this (on the blog’s name)

I now thank you for reading and wish all a fine October 5.

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PT
Agora sobre os “brandos costumes” do país..
Peço desde já perdão por não me traduzir, e espero que o que acima está escrito não seja difícil de entender.
Peço-o embora saiba que a maioria de quem Português fala sabe inglês (assim julgo), assim continuo em vez de traduzir-me, com algo que parece complementar o que escrevi mais cedo no Blogue que referi – “GUIDA  FINE  ARTS”

Cito um pouco do artigo na revista Visão (acho que vale a pena o ler todo) do final de Agosto, artigo que acabei de ler já no fim do dia, e apôs ter escrito no blogue que referi, e no qual assim mostra como se manipula a memoria colectiva de um povo..
Assim deixo-vos com o que se segue:

VISÂO
(trechos do artigo escrito por  Luís Almeida Martins  11:41 Quarta feira, 24 de Ago de 2011

Para ler mais – clicar AQUI )

MENTIRA N.º 1

Portugal é um país de brandos costumes

Não é verdade. Só nos séculos XIX e XX, contam-se por milhares os mortos em guerras civis e revoluções. Foi o Estado Novo que inventou o chavão, numa operação de ação psicológica 

Naquela manhã de céu azul, a capital acordou ao som do canhão.

Erguiam-se barricadas, o vizinho lutava contra o vizinho, com soldados pelo meio e bandeiras nacionais de ambos os lados. Ao final do dia, muito sangue tinha corrido nas valetas e contavam-se uns 200 mortos e mais de um milhar de feridos. Este quadro não diz respeito a um país distante nem a uma época remota do passado. Aconteceu há menos de cem anos, no dia 14 de maio de 1915. Em Lisboa, capital de Portugal. Num país de “brandos costumes”.

Se mais exemplos não houvesse, este bastaria para derrubar a tese da “brandura” dos nossos hábitos e procedimentos, posta a circular pelo Estado Novo salazarista. Mas as demonstrações de aspereza de costumes podem multiplicar-se até à exaustão.

Comecemos pelo caso acima referido. O levantamento de maio de 1915, liderado pelo grupo dos chamados “Jovens Turcos”, dirigia-se contra a “ditadura” de Pimenta de Castro, um general mandatado três meses e meio antes pelo presidente Manuel de Arriaga para governar com o Parlamento encerrado.

Jovem Turquia era o nome de uma loja maçónica de que faziam parte políticos, civis e militares. O seu objetivo repor a plena vigência da Constituição de 1911 seria alcançado, levando à imediata transmissão dos poderes para uma Junta Constitucional composta por cinco “jovens turcos”, todos afetos à entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial, uma medida preconizada por Afonso Costa, o líder do Partido Democrático.

LINCHAMENTO DE UM SENADOR

No dia 17, esta junta preparava-se para transmitir por sua vez o poder a um novo Governo, que seria chefiado pelo dirigente do PD João Chagas. Porém, nesse mesmo dia, Chagas era atingido a tiro num olho pelo advogado e senador João José de Freitas, quando se encontrava na estação ferroviária do Entroncamento, dentro do comboio que o transportava do Porto para Lisboa. Chagas ficou parcialmente cego e Freitas foi ali mesmo linchado por um grupo de populares de que fazia parte um soldado da GNR. Brandos costumes?…

Poucos anos antes, nos dia 4 e 5 de outubro de 1910, a revolução que derrubara a Monarquia e implantara a República fizera, também em Lisboa, entre 60 e 70 mortos e cerca de 500 feridos. Tinham sido erguidas barricadas na Rotunda (Marquês de Pombal) e um cruzador bombardeara o Palácio das Necessidades, onde o jovem rei D. Manuel II jogava o bridge com alguns cortesãos. Um dos obuses da Rotunda, disparados no enfiamento da Avenida de Liberdade, pegou fogo a um prédio. As (poucas) forças leais à Monarquia, comandadas por Paiva Couceiro, investiram primeiro pelo lado de Campolide, e depois a partir do alto do Torel.

O Rossio era um acampamento de soldados, com as armas ensarilhadas. O rei, a mãe e a avó passariam a noite em Mafra, de onde seguiriam para a Ericeira para embarcar rumo ao exílio. Automóveis com revolucionários dentro perseguiram-nos ainda pela estrada do Sobreiro.

REI E PRESIDENTE ASSASSINADOS

D. Manuel II, de 20 anos, sucedera 32 meses antes ao pai, D. Carlos, assassinado em pleno Terreiro do Paço a 1 de fevereiro de 1908. A meio da tarde desse dia, sob um pálido sol de inverno, o penúltimo rei de Portugal e o príncipe Luís Filipe, herdeiro do trono, tinham sido assassinados a tiro quando seguiam num landau, pouco depois de terem desembarcado do vapor do Barreiro, no regresso do palácio de Vila Viçosa. O eco dos disparos de Manuel Buíça e Alfredo Costa, dois membros da sociedade secreta Carbonária, abalou a vida política nacional e anunciou para breve o advento da República, mas o regicídio foi considerado na altura pelos lisboetas quase como algo de natural. Sabe-se agora que se tratou de um plano articulado, que envolvia além dos carbonários muitas outras pessoas, algumas altamente colocadas. Numa reportagem publicada pelo New York Times em julho desse ano lia-se: “Diz-se que a rainha Amélia reconheceu num dos assassinos um proeminente líder político, mas guarda firmemente o seu segredo.”

Implantada a República, em 1911 e 1912 grupos de monárquicos exilados em Espanha entraram em pé-de-guerra pelo Norte de Portugal, cercando vilas, investindo aldeias, aliciando camponeses e pastores para a causa derrotada.

Depois, entre 1915 e 1925 foram numerosos os movimentos militares em defesa da República democrática ou contra ela.

Um dos golpes triunfantes, o de Sidónio Pais, inauguraria no final de 1917 um ano de ditadura que terminaria com a morte a tiro, na Estação do Rossio, daquele a quem Fernando Pessoa chamara Presidente-Rei.

Era o segundo assassínio de um Chefe de Estado português em menos de 11 anos, depois do regicídio que vitimara D. Carlos.

UMA GUERRA ESQUECIDA

Ainda os tiros que tinham vitimado Sidónio ecoavam no Rossio, e já na outra ponta da linha férrea que dali partia no Porto era restaurado o regime monárquico.

Em Lisboa, os republicanos formaram um executivo obedecendo à Constituição de 1911, mas as Juntas Militares conservadoras não se conformaram e exigiram “um governo de força”. Contavam para isso com o apoio dos civis que giravam em torno do Integralismo Lusitano, de extrema-direita.

O deposto rei D. Manuel II não só acompanhava tudo com a máxima atenção a partir do seu exílio inglês como dera mesmo luz verde à movimentação monárquica. A ideia dos insurrectos era estender as suas movimentações a todo o País, mas as Juntas Militares de Lisboa mostraram-se divididas. Porém, a 22 de janeiro de 1919 uns 70 monárquicos hasteavam a bandeira azul e branca na antena telegráfica do alto de Monsanto.

Ali acabariam por ser cercados e desfeiteados por militares e civis leais à República. Mas não terminou aqui a guerra civil de 1919. Só a 13 de fevereiro, depois de combates no litoral centro do País, é que as forças republicanas entraram na Invicta e puseram termo à efémera Monarquia do Norte.

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UM AGITADO SÉCULO XIX

Muito antes de tudo isto, ao longo do século XIX, sucederam-se as lutas civis -com batalhas e numerosas vítimas e as revoluções. Primeiro, logo após o curto fogacho liberal de 1820, a grande guerra que opôs de 1832 a 1834 os absolutistas de D. Miguel aos constitucionalistas de D. Pedro, e em que participaram navios e mercenários estrangeiros.

Depois, a revolução de setembro de 1836 e, na década seguinte, uma nova guerra civil com intervenção exterior a Patuleia. Perto do final do século, a tentativa frustrada de revolução republicana, no Porto, deixou estendidos na Rua de Santo António uma dúzia de mortos e quatro dezenas de feridos.

Não vale a pena recuar mais no tempo para demonstrar que os costumes portugueses nunca foram brandos. Se o fizéssemos, seria apenas para recordar os clarões sinistros das fogueiras da Inquisição ou para lembrar os múltiplos linchamentos na rua de pessoas suspeitas de “jacobinismo”, durante as Invasões Francesas de há 200 anos. Ou ainda, na mesma época, o esquartejamento do general Bernardim Freire de Andrade quando, em Braga, ordenou o recuo estratégico das milícias para o Porto.

Foi para contrabalançar esta tradição portuguesa da violência política que o Estado Novo criou o estereótipo do “país de brandos costumes”. A cabeça das pessoas “faz-se”, e o regime ditatorial dispôs de quase meio século para moldar ao seu gosto pelo menos duas gerações.

Ler mais: AQUIBoa noite, a todos.