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Batatas, mas fritas.. (por construcções)

 

 

 

na busca de um qualquer paraíso, idílico  Estar, onde espírito, sentindo repouso porém sem adormecimento dos sentidos, desejos, e anseios por algo (que são coisas que nos acordam), e sem que se canse, aqui ou ali, pelas vicissitudes da vida, no se Ser e no Devir, de etapa em etapa, que se cruza / sobrepõe /  ou corre por intervalos ao longo do tempo *….

(Tempo, aquele espaço que tem um fluir, numa direcção aparente, mas que pelos filtros e limites de nosso entendimento, que por graça não é perfeito (que alivio, não o ser, não é?) – vai num ou noutro sentido, por vezes mais, por vezes como se numa geometria das esferas, em bola, ou coisa assim)

* …onde uma pessoa o idealiza, buscando-o, desejando-o, no local de origem, ou noutro,

é uma busca motora existencial, tanta vez, e para tantos, e natural, mas,
onde a vida (amor, lutas, et cetera) e seu palpável sentido, aquando / a quanto – busca, ela própria que mói, ou pode moer, é aqui que uma pessoa vê,
– o significado que pode ver (entre outras, mas sobretudo este) num maratonista.  (E não só isso, naturalmente. Nem no boneco (do maratonista), nem na busca).

 

 

 

 

 

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– que construcção mais estranha de frase a que acabo de ver, em mim, como producto que se dá ou recebe, por nós mesmos (logo à partida), mas da qual cada vez mais é difícil em lhe fugir, serão cascas de uma qualquer cebola, metafórica, do Ser / Estar / Devir ?
Não sei bem.
Mas, tanto faz (creio).

 

 

 

 

Vou fritar umas batatas. ”Ó mãe, o cão está a ladrar..”.
hmmmmm… Onde é que pus o telefone? , eu ouço-o mas não o vejo… ”Ó mãe…”
( bolas, acabei de pisar uma coisa que se colou aos pés..). Cão anda cá, não precisas ladrar assim, que coisa.. Onde está a bola?

Uf, guitar,cello study III

oil on paper © G.A

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