Artwork / Paintings / Etchings / Music & Art News / General News

Posts tagged “artigos

Quote

A comenda de Jâsus — A Estátua de Sal

(José Preto, 31/12/2019) Fazendo Jâsus comendador da Ordem com o nome da avenida que ele atravessava todas as manhãs, sugerindo que tem papel análogo ao do Infante, Marcello II, o afectuoso, gera a interessante situação de dar honras a quem não conseguirá sequer pronunciá-las. E antevejo mesmo que não fará bem nenhum a tais honras, nem à personagem, afirmar-se “cãomendador “ou coisa que o valha.

via A comenda de Jâsus — A Estátua de Sal


O Estado e os seus pseudo-contratos de trabalho

Kafka – (acrylics on canvas) ©

Comunicar

A Assembleia da República rejeitou há dias um ponto de um projecto de resolução do BE relativo à esfera de intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), rejeição que tem antecedentes e que parece enraizada, uma vez que uniu o PS, que criou o regime do contrato de trabalho em funções públicas, o PSD, que parece ter horror ao reforço dos poderes das inspecções, e o PCP.

O âmbito de atuação da ACT, definido no artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 47/2012, de 31 de julho deve ser alargado passando o seu poder de fiscalização a incluir a Administração Pública e o setor empresarial do Estado

O PAN votou ao lado do BE e o PEV ao lado do PCP. O CDS-PP absteve-se.

Deixando de lado a questão da fiscalização do sector público empresarial (que desconhecia  estivesse subtraído à esfera da ACT no domínio das relações laborais), recordo que o…

View original post 1,334 more words


Arild, o viking tranquilo, herói dos fjords

SUPLEMENTO CULTURAL

Arild

Esta é a história de Arild Bøtterfjorde
o viking tranquilo
Do arco mortífero
E finas maneiras
Que furava inimigos
Com suas setas certeiras

Arild era um destemido
Que estava ciente do perigo
Logo que o sentia
Alcançava a aljava
E com setas
O inimigo alvejava

Dizia-se na sua aldeia
Que tinha pontaria certeira
As setas que atirava
Tiradas da aljava
Com furos
O inimigo deixava

Um dia enquanto tentava
Defender-se de quem o atacava
Viu que sem setas estava
Pegou desolado na aljava
Que vazia estava
E frustrado
Dirigiu-se ao mercado

O inimigo topou-lhe a manobra
Setas ele tinha de sobra
Antecipando-se com ele foi ter
Para lhas tentar vender
Matreiro
Estava certo que
Com esta jogada
Arild se iria surpreender

Mas não fora Arild o tranquilo
Algo para o surpreender
Deveria ser mais que aquilo
O golpe era tão descarado
Que Arild disse ao desgraçado
Estou desolado
Mas estou-te…

View original post 79 more words


Quote

Uma outra visão sobre a greve dos camionistas — A Estátua de Sal

(João de Sousa, 12/08/2019) Ajude a Estátua de Sal. Click aqui A direita nacional, que é uma coisa diferente dos partidos que ela costuma normalmente apoiar, escolheu o PS como mal menor para as próximas eleições. A ideia é tirar a ala esquerda do PS, o BE e o PCP da área do Poder.…

via Uma outra visão sobre a greve dos camionistas — A Estátua de Sal


Quote

Um triste exemplo de pobreza política — A Estátua de Sal

(José Soeiro, in Expresso Diário, 03/08/2019) José Soeiro (É por estas e por outras que o PS irá ficar a ver a maioria absoluta por um canudo… É falta de coerência política, de previsibilidade e de clareza no projecto político. 805 more words

via Um triste exemplo de pobreza política — A Estátua de Sal


Quote

O anti-historicismo – D. Sebastião (1973), do escultor João Cutileiro, em Lagos (Algarve). — .\\ konstelazone //.

D. Sebastião, do escultor João Cutileiro, foi inaugurado em 1973 em Lagos, por ocasião da comemoração do IV Centenário do Alvará da elevação de Lagos a cidade, por D. Sebastião (J. Fernandes Pereira). Apesar de resultar da encomenda oficial da edilidade, esta obra é um marco na ruptura com o academismo da estatuária do Estado […]

via O anti-historicismo – D. Sebastião (1973), do escultor João Cutileiro, em Lagos (Algarve). — .\\ konstelazone //.


Sobre o Estado e os placards de bordeis (artigo do – Jornal Tornado)

Deixo um artigo de uma das raríssimas fontes de jornalismo, uma onde uma pessoa respira fundo e mais uma vez agradece onde se pode encontrar neste idioma (o Português), o prazer de receber informação e de ler artigos, e onde não vê o penoso ghetto em que outra coisa se traveste e se tem travestido  (de forma tosca e tão notória)  de jornalismo.
Uma coisa é o ideário e os propósitos de gente que tinha algo em mente, que não o jornalismo, tais como Edward Bernays e seu sucessor Goebbels, outra será aquilo que se foi desenvolvendo e apurando, desde séculos antes de tais raptores e seus sósias, em que o propósito era o de informar – haver espaço para discussão – analisar – pesquisar – e servir de ferramenta para apurar o pensamento crítico (que é um bem tão precioso), assim como nos trazer coisas e eventos de relevo e de mérito, em diversas áreas (das ciências – às artes).

Poderei ser acusada de ser subjectiva se disser o que penso do artigo, em si, aqui publicado no jornal – O Tornado – mas é tão cristalina a qualidade do mesmo, que nem vejo ser necessário a minha opinião (mesmo que ela fosse útil para incentivar a sua leitura). Apenas desejo que o mesmo seja lido, e que se resgate o que será uma área tão mal tratada (e há décadas por mim, olhada de soslaio, e com um certo nojo, porque até já começa a ser dificil lembrar sequer um tempo em que se podia pegar em dois ou três jornais neste idioma, de simpatías contrárias entre os mesmos, e tirar uma espécie de azimute).
Mas ver agora tão grande fluxo de gente a procurar um jornal como O Tornado, por exemplo, mostra que há esperança, e um público não estupidificado pelos travestidos.

Artigo – autor José Preto (advogado)


LINK

(pode-se aceder ao artigo directamente através da ligação acima, ou, ao carregar sobre a imagem e frase de intodução ao artigo, aqui incluídas, seguidamente)

Deixo também algumas palavras que, embora não estejam no artigo, são do seu autor.

«O JORNAL TORNADO

Tem um título que me agrada, a prometer vendaval, por um lado, mas também a afirmar um regresso.

O Jornal Tornado quer ser e é uma das expressões do jornalismo que regressou. O jornal que tornou.

Tanto basta para que ninguém fale dele.

Ninguém o cita nas publicações agonizantes do território.

Nenhuma estação comercial fala dele e a Televisão Pública também não. É indiferente. O Jornal Tornado tem oito milhões de leitores em Língua Portuguesa nas quatro partidas do mundo. Isso dispensa qualquer atenção dos “grandes” jormalistas oficiais que reduziram o histórico Diário de Notícias a doze mil exemplares de tiragem e lhe remeteram a sede não menos histórica a uma reutilização em bloco de apartamentos.. (…) »
J. P. 


Como sou um dos leitores do jornal – O Tornado, vi o artigo que trago no outro dia.
Ainda não tinha reagido como desejava, na altura, ao o ver por não ter a adequada disponibilidade em o fazer.
E, há uma coisa que vem de há uns tempos esta parte, o não saber transmitir o quão difícil será, e é, o se conquistar leitores, como eu, e tanta gente como eu. (Podem não acreditar, por isto ser dito por mim mesma, e isso entendo, mas não posso deixar de o dizer. E isto aqui é o meu espaço: digo o que penso de forma livre, e sentida. Se me importasse com o que pensem de mim, ou de minhas opiniões (com muito, mesmo muito poucas e honrosas excepções, que me vão desaparecendo enquanto o tempo passa, ao deixarem de andar sobre a face desta nave anil , que gira em torno do nosso astro. Agora de repente, sou levada por abstracção e associação de ideias, a pensar em Kandinsky, e no valor do azul e, da cor do astro.  É bom sentir surgir tal tipo de coisas. Assim sendo, até já me vem uma música – também por abstracção e associação de ideias, de uma autora ”Helena”, à mente, porque vejo o recente tormento no país, de tal autora. E, enquanto vejo tempo duro (ainda mais duro) para esse belo povo que é o dela, recordo-me de um pedido de uma doce pessoa amiga e que, na altura por estar um pouco em estado sonâmbulo e mortiço, nem me recordava de uma obra preciosa – uma banda sonora. Na altura do pedido, recordara-me de uma banda sonora, e uma das que mesmo num tal estado me recordo – a do Cinema Paradiso. Acho que teria de estar morta mesmo, para não me recordar desse, mas foi uma tremenda falha não me vir à mente tal banda sonora que agora me lembro..
Lembrei-me de imediato de filmes do Tarko, por exemplo, assim como um filme precioso que levou o excepcional Leopardo de Ouro, esse realizado pelo talento do saudoso Álvaro de Morais, e esse por seu lado e por associação de ideias, a um músico que é autor de banda sonora de outro filme que – embora receptor de um galardão que me será mais ”banal” (premiado por um Oscar, mas isso em nada torna banal o autor, pois só engrandece o prémio, a meu ver, e apesar de tudo.  Os propósitos do plano Marshall, que de forma anti-arte conseguiram diminuir gigantes tais como um Fellini e outros, terá o lugar cativo que lhe couber no meu pensamento, ao contemplar a mutilação que causara, mas enfim….,  adiante..) – não será menos significativa a obra.
Pelo prazer de busca de música que me toca a alma, enquanto penso naquele doce pedido de quem me quer bem, aqui fica algo da Eleni Karaindrou.

É tão bom haver coisas que me encaminhem e me levem a Kandinsky, ou a obra (e agora neste caso) também, de `*Helenos.

E  outra peça de banda sonora, da mesma autora.

 

Votos de boa noite, aos que por aqui passarem.

________________-
Bom, agora não resisto e volto ao belo e inspirado – Cimema Paradiso, que mesmo quando se anda em estado somâmbulo como naquele dia, persiste sempre na memória

 


Quote

Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal — (Continua, pelos vistos, a bizarríssima censura na rede social fb aos artigos, este e mais alguns, de autores diversos, e mesmo que publicados com autorização dos mesmos. Custa ver qualquer autor alvo de censura, e já são vários. Este caso custa-me particularmente ver ser alvo de censura, embora já sejam vários a sê-lo nestes últimos dias. Aliás, o blogue -Estátua de Sal- está vilmente a ser atacado por estranhos seres, de lealdade muito duvidosa.)

(Joseph Praetorius, 03/02/2019) Podemos estar a viver os últimos dias de paz precária no que pode bem ser a guerra civil de um subcontinente inteiro. Para as novas gerações crescidas sem qualquer noção do que sejam o esforço e a grandeza da luta pela liberdade e pela dignidade dos homens e dos povos, esta pode ser uma época tremenda.

via Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal