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Um triste exemplo de pobreza política — A Estátua de Sal

(José Soeiro, in Expresso Diário, 03/08/2019) José Soeiro (É por estas e por outras que o PS irá ficar a ver a maioria absoluta por um canudo… É falta de coerência política, de previsibilidade e de clareza no projecto político. 805 more words

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Ivo Rosa — A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 15/07/2019) Ivo Rosa Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que uma voz se levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões. 257 more words

via Ivo Rosa — A Estátua de Sal 

 

 

Se preferirem ler já aqui o texto, na integra, deixo-o – seguidamente.

prae2

Texto escrito por: Joseph Praetorius – 15 / 07 / 2019

 

 

 

IVO ROSA

 

Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz
Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que  uma voz se
levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz
tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões.

Mais uma vez, uma imprensa de prostituídos secunda o massacre dos
inimigos dos Direitos Fundamentais. Chegaram a imputar-lhe o desrespeito
pela jurisprudência dominante, imagine-se, como se houvesse jurisprudência obrigatória, como se ali na rua do Arsenal pudesse haver poderes
legislativos…

É bem certo que a liberdade só pode ser defendida por quem saiba o que isso
seja. Almas servis, com a gleba colada à pele (como já notava o medievo
Emanuel dei Rossi) são naturais inimigas dos direitos e, portanto, da Iustitia;
evidente – e celeste – opositora da prepotência e da opressão.

Queira Thémis, Nossa Senhora, amparar o magistrado de serena bravura que
pela certa conhece e trata pelo seu nome.

E creio que os juristas com a cabeça no sítio deviam protestar ao magistrado
a disponibilidade para o que possa ser-lhe útil. Por mim, aproveitarei estas
férias para mandar ao CSM uma cartinha a estranhar o massacre consentido,
sobretudo assente em asneras óbvias, de um juiz disciplinado, que sabe
defender a sua independência e respeitar os direitos dos seus concidadãos.

Os massacres destas “novas formas” de processo, incidem, primeiro, sobre os
arguidos a destruir, depois sobre os seus advogados – mas estes têm o dever
de ter as costas largas – e, por fim – era realmente o que faltava! – ousam
alvejar os juízes que não entreguem as cabeças pretendidas.
É mesmo preciso tratar disto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre o Estado e os placards de bordeis (artigo do – Jornal Tornado)

Deixo um artigo de uma das raríssimas fontes de jornalismo, uma onde uma pessoa respira fundo e mais uma vez agradece onde se pode encontrar neste idioma (o Português), o prazer de receber informação e de ler artigos, e onde não vê o penoso ghetto em que outra coisa se traveste e se tem travestido  (de forma tosca e tão notória)  de jornalismo.
Uma coisa é o ideário e os propósitos de gente que tinha algo em mente, que não o jornalismo, tais como Edward Bernays e seu sucessor Goebbels, outra será aquilo que se foi desenvolvendo e apurando, desde séculos antes de tais raptores e seus sósias, em que o propósito era o de informar – haver espaço para discussão – analisar – pesquisar – e servir de ferramenta para apurar o pensamento crítico (que é um bem tão precioso), assim como nos trazer coisas e eventos de relevo e de mérito, em diversas áreas (das ciências – às artes).

Poderei ser acusada de ser subjectiva se disser o que penso do artigo, em si, aqui publicado no jornal – O Tornado – mas é tão cristalina a qualidade do mesmo, que nem vejo ser necessário a minha opinião (mesmo que ela fosse útil para incentivar a sua leitura). Apenas desejo que o mesmo seja lido, e que se resgate o que será uma área tão mal tratada (e há décadas por mim, olhada de soslaio, e com um certo nojo, porque até já começa a ser dificil lembrar sequer um tempo em que se podia pegar em dois ou três jornais neste idioma, de simpatías contrárias entre os mesmos, e tirar uma espécie de azimute).
Mas ver agora tão grande fluxo de gente a procurar um jornal como O Tornado, por exemplo, mostra que há esperança, e um público não estupidificado pelos travestidos.

Artigo – autor José Preto (advogado)


LINK

(pode-se aceder ao artigo directamente através da ligação acima, ou, ao carregar sobre a imagem e frase de intodução ao artigo, aqui incluídas, seguidamente)

Deixo também algumas palavras que, embora não estejam no artigo, são do seu autor.

«O JORNAL TORNADO

Tem um título que me agrada, a prometer vendaval, por um lado, mas também a afirmar um regresso.

O Jornal Tornado quer ser e é uma das expressões do jornalismo que regressou. O jornal que tornou.

Tanto basta para que ninguém fale dele.

Ninguém o cita nas publicações agonizantes do território.

Nenhuma estação comercial fala dele e a Televisão Pública também não. É indiferente. O Jornal Tornado tem oito milhões de leitores em Língua Portuguesa nas quatro partidas do mundo. Isso dispensa qualquer atenção dos “grandes” jormalistas oficiais que reduziram o histórico Diário de Notícias a doze mil exemplares de tiragem e lhe remeteram a sede não menos histórica a uma reutilização em bloco de apartamentos.. (…) »
J. P. 


Como sou um dos leitores do jornal – O Tornado, vi o artigo que trago no outro dia.
Ainda não tinha reagido como desejava, na altura, ao o ver por não ter a adequada disponibilidade em o fazer.
E, há uma coisa que vem de há uns tempos esta parte, o não saber transmitir o quão difícil será, e é, o se conquistar leitores, como eu, e tanta gente como eu. (Podem não acreditar, por isto ser dito por mim mesma, e isso entendo, mas não posso deixar de o dizer. E isto aqui é o meu espaço: digo o que penso de forma livre, e sentida. Se me importasse com o que pensem de mim, ou de minhas opiniões (com muito, mesmo muito poucas e honrosas excepções, que me vão desaparecendo enquanto o tempo passa, ao deixarem de andar sobre a face desta nave anil , que gira em torno do nosso astro. Agora de repente, sou levada por abstracção e associação de ideias, a pensar em Kandinsky, e no valor do azul e, da cor do astro.  É bom sentir surgir tal tipo de coisas. Assim sendo, até já me vem uma música – também por abstracção e associação de ideias, de uma autora ”Helena”, à mente, porque vejo o recente tormento no país, de tal autora. E, enquanto vejo tempo duro (ainda mais duro) para esse belo povo que é o dela, recordo-me de um pedido de uma doce pessoa amiga e que, na altura por estar um pouco em estado sonâmbulo e mortiço, nem me recordava de uma obra preciosa – uma banda sonora. Na altura do pedido, recordara-me de uma banda sonora, e uma das que mesmo num tal estado me recordo – a do Cinema Paradiso. Acho que teria de estar morta mesmo, para não me recordar desse, mas foi uma tremenda falha não me vir à mente tal banda sonora que agora me lembro..
Lembrei-me de imediato de filmes do Tarko, por exemplo, assim como um filme precioso que levou o excepcional Leopardo de Ouro, esse realizado pelo talento do saudoso Álvaro de Morais, e esse por seu lado e por associação de ideias, a um músico que é autor de banda sonora de outro filme que – embora receptor de um galardão que me será mais ”banal” (premiado por um Oscar, mas isso em nada torna banal o autor, pois só engrandece o prémio, a meu ver, e apesar de tudo.  Os propósitos do plano Marshall, que de forma anti-arte conseguiram diminuir gigantes tais como um Fellini e outros, terá o lugar cativo que lhe couber no meu pensamento, ao contemplar a mutilação que causara, mas enfim….,  adiante..) – não será menos significativa a obra.
Pelo prazer de busca de música que me toca a alma, enquanto penso naquele doce pedido de quem me quer bem, aqui fica algo da Eleni Karaindrou.

É tão bom haver coisas que me encaminhem e me levem a Kandinsky, ou a obra (e agora neste caso) também, de `*Helenos.

E  outra peça de banda sonora, da mesma autora.

 

Votos de boa noite, aos que por aqui passarem.

________________-
Bom, agora não resisto e volto ao belo e inspirado – Cimema Paradiso, que mesmo quando se anda em estado somâmbulo como naquele dia, persiste sempre na memória

 


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Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal (GA : De facto, no meu caso, como nunca tive uma aula do idioma, fico a querer tentar entender que raio de ensino e aprendizagem esta criatura teve durante todo o seu percurso académico. E isto, para não falar da gritante falta de noção de certas coisas elementares em termos de Direito, ou de protocolo, já que se coloca na posição em que se coloca ao visitar outro país. Nesse caso, então, é totalmente circense a criatura na sua postura. Eu comum cidadã, posso dar-me ao luxo de não me ser exigível certas coisas. Não sou ministro de qualquer governo, nem uma juiz, nem sequer sou da área, e mesmo que, tal como qualquer cidadão comum, tenha algumas noções mais que básicas de jurisprudência. || Sérgio Moro Go Home! (NO, wait, Chico Buarque and other Brazilians shouldn’t have to deal with your B.S. They truly shouldn’t, no one should. Go commit yourself, with your Cracker-Jack credentials that anyone one of sound mind questions, to a correctional facility. Or, if it pleases you more, go sit on a cactus). Oh wait, Your Bannonship, where are my manners? You’re visiting a foreign land, and somehow half a dozen ninnies – here – for some reason – see and recognize you as some kind of foreign dignitary – or – as being specialized in circus acts or something along such lines. Yes, the only title I can possibly muster is obviously not ”Your Honour”, or ”Justice whomsoever it be”, or – ”Honourable anything or person” as would be the habitual way to address a minister, just *Your Bannonship*. Do I need to explain why? Go sit on a cactus, sir. Do it now. Good-bye, and good riddance.)

(Por Joseph Praetorius, 24/04/2019) Sérgio Moro Um juiz que não sabe falar e que troca cônjuges com “conges” saberá pensar bem, já nem digo julgar bem? 415 more words

via Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal


Julian Assange

(idioms: EN & ES ) Former President Rafael Correia : ”Assange is, and has been since last year, an Ecuadorian citizen”. As such, today’s arrest ”is not only unlawful in terms of the legal obligations with respect the status of those granted asylum (the rights thereof) and binding International Law , but also, the Ecuadorian Constitution” – which Correa classifies as ”unheard of” and ”outrageous”.
_____
El expresidente de Ecuador Rafael Correa – Correa ha recordado que “Assange es, desde el año pasado, ciudadano ecuatoriano”, con lo cual, según explica el exmandatario, la detención llevada acabo hoy “no solo rompe las reglas de asilo y el Derecho internacional, sino la Constitución ecuatoriana”, algo que Correa ha calificado como “inaudito” e “indignante”.
_________________________________________
SP – https://actualidad.rt.com/…/311328-correa-arresto-assange-l…

 

 

 


LINK:

ACLU | American Civil Liberties Union : comment on Julian Assange Arrest  
(April 11, 2019)

(Portion taken of the article. Please click on the available link for the full article)

« Ben Wizner, director of the American Civil Liberties Union’s Speech, Privacy, and Technology Project, issued the following comment in response:

“Any prosecution by the United States of Mr. Assange for Wikileaks’ publishing operations would be unprecedented and unconstitutional, and would open the door to criminal investigations of other news organizations. Moreover, prosecuting a foreign publisher for violating U.S. secrecy laws would set an especially dangerous precedent for U.S. journalists, who routinely violate foreign secrecy laws to deliver information vital to the public’s interest.

In response to the unsealed indictement, Wizner added:

“Criminally prosecuting a publisher for the publication of truthful information would be a first in American history, and unconstitutional. The government did not cross that Rubicon with today’s indictment, but the worst case scenario cannot yet be ruled out. We have no assurance that these are the only charges the government plans to bring against Mr. Assange. Further, while there is no First Amendment right to crack a government password, this indictment characterizes as ‘part of’ a criminal conspiracy the routine and protected activities journalists often engage in as part of their daily jobs, such as encouraging a source to provide more information. Given President Trump’s and his administration’s well-documented attacks on the freedom of the press, such characterizations are especially worrisome.”

 

 


Further links : (The Sydney Morning Herald)

 

 

LINK : 

The Martyrdom of Julian Assange –

Chris Hedges
Columnist

Chris Hedges is a Truthdig columnist, a Pulitzer Prize-winning journalist, a New York Times best-selling author, a professor in the college degree program offered to New Jersey state prisoners by Rutgers…(more)

(Paragraph taken from the article. Please click on the avaiable link for the full article)

« Under what law did Ecuadorian President Lenin Moreno capriciously terminate Julian Assange’s rights of asylum as a political refugee? Under what law did Moreno authorize British police to enter the Ecuadorian Embassy—diplomatically sanctioned sovereign territory—to arrest a naturalized citizen of Ecuador? Under what law did Prime Minister Theresa May order the British police to grab Assange, who has never committed a crime? Under what law did President Donald Trump demand the extradition of Assange, who is not a U.S. citizen and whose news organization is not based in the United States? »

 

 


 

 

 



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Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 04/03/2019) Ao desencadear uma tempestade quando se soube que ia processar algumas das pessoas que o criticaram (ou todas?), o juiz Neto de Moura pode ter agora compreendido que, numa sociedade de comunicação tão líquida, a pior das condenações é ser alvo de chacota. AJude a Estátua de Sal. Click…

via Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal


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Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal — (Continua, pelos vistos, a bizarríssima censura na rede social fb aos artigos, este e mais alguns, de autores diversos, e mesmo que publicados com autorização dos mesmos. Custa ver qualquer autor alvo de censura, e já são vários. Este caso custa-me particularmente ver ser alvo de censura, embora já sejam vários a sê-lo nestes últimos dias. Aliás, o blogue -Estátua de Sal- está vilmente a ser atacado por estranhos seres, de lealdade muito duvidosa.)

(Joseph Praetorius, 03/02/2019) Podemos estar a viver os últimos dias de paz precária no que pode bem ser a guerra civil de um subcontinente inteiro. Para as novas gerações crescidas sem qualquer noção do que sejam o esforço e a grandeza da luta pela liberdade e pela dignidade dos homens e dos povos, esta pode ser uma época tremenda.

via Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal


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Terrorismo — A Estátua de Sal

(José Preto, advogado de Bruno de Carvalho, 18/11/2018) Pode ser expressão de uma oposição política, ou opção política de um regime para manter o poder. Começou aliás por aqui. Houve o regime do terror, antes do aparecimento do terrorismo como classificação. Embora não se mostre ainda sedimentado como conceito, terrorismo é uma imputação de violência política. A meramente militar não basta, embora possa caber na designação, porque é remetida para o rol dos crimes de guerra.

via Terrorismo — A Estátua de Sal


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Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

(José Luís S. Curado, 22/11/2018) Mas, de imediato, instaurar procedimento criminal contra todos os grevistas, determinar a sua suspensão imediata com procedimento disciplinar e chamada a funções dos substitutos legais.

via Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal


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Com a Saúde brinca-se — Aventar

Concorrência, meritocracia, eficiência e outros chavões aparentemente virtuosos foram o cavalo de Tróia que permitiu que os privados deitassem a mão a áreas essenciais da sociedade, como a Saúde ou a Educação. 177 more words

via Com a Saúde brinca-se — Aventar


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O sarilho em que eles se meteram — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 29/12/2018) O seu pai era duas pessoas — Um velho chamado José, que era carpinteiro, E que não era pai dele; E o outro pai era uma pomba estúpida, A única pomba feia do mundo Porque não era do mundo nem era pomba. E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.

via O sarilho em que eles se meteram — A Estátua de Sal


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Anedota de fim de ano — Aventar

Não há nada como a boa disposição para ajudar a acabar um ano e a começar outro. Por isso decidi, a título absolutamente excepcional, sem exemplo, contar aqui uma pequena anedota: Um dos advogados da equipa jurídica que acabou de salvar o Benfica de ir a julgamento no processo “e-toupeira”, é membro do Conselho de…

via Anedota de fim de ano — Aventar


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Novo ciclo

A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 30/10/2018)

prae2 Joseph Praetorius

Parecem fenómenos diferentes, embora neles haja aspectos comuns.

Na Europa, regista-se a exasperação das forças do trabalho, com o mercado invadido por vectores de migração a fazerem baixar os preços da mão de obra, acrescendo a pressão dos fundos financeiros e outros vectores de especulação,- somados ainda ao “preço” da presença das elites árabes, asiáticas, russa,brasileira, até e mesmo Norte Americana – que fazem subir os preços do imobiliário e retiram das cidades – mesmo com propósito confessado, como está a ser o caso de Lisboa – os vectores de classe média e média baixa que nelas sempre habitaram e lhes davam a cor e a identidade.

As classes médias foram postas em risco de vida pelo sistema e defendem-se. Como o sistema, de resto. As populações sentem-se atacadas pelos seus próprios estados. Com razão, infelizmente. E o sistema começou a defender-se contra a sua…

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Novo ciclo (Via – a Estátua de Sal)

via Novo ciclo


TISA – hello dear, seems we’ve been expecting you.. can’t say I’m surprised (unfortunately) / Se fossem dar uma voltinha ao bilhar grande..

(Post : written in EN | PT , containing supporting documents in FR | EN | DE | PT)
*  EN (english)
PT (português)
FR (français)
DE (Deutsch)

used liks | liens d’occasion | ligações utilizadas | gebrauchte Links :

fr_tisapaper_final_hqp_internal
de_tisapaper_final_web
TiSA Annex on Domestic Regulation
TiSA Annex on Electronic Commerce
TiSA Air Transport Negotiating Text

Service Economy (wiki definition)

(EN | PT | FR | DE ..etc @Fédération syndicale européenne des services publics) Negociações secretas ameaçam os serviços públicos em 50 países | Secret negotiations threaten public services in 50 countries | Des négociations secrètes menacent les services publics dans 50 pays | Geheimverhandlungen bedrohen öffentlichen Dienstleistungen in 50 Ländern 

(EN | PT | FR | DE ..etc @Public Services International) TISA: leaked document reveals secret talks to promote health “tourism” and privatisation 

(EN | SP @AWP – Associated Whistleblowing Press) TISA – Leaked document reveals secret talks to privatize and raise health costs (TISA – Documento filtrado revela negociaciones secretas para privatizar la salud y alzar su coste)

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My thoughts:

(EN text)

Not long ago (March – 2014) an article to help organize my thoughts regarding (and outlook on) Trade Deals, Global economy and war,
(LINK to post – The Ukraine, the new European Powder Keg, trade deals TPP and TTIP – war)

and at the time it was painfully visible amidst the struggle to get the TTP or TTIP agreements signed (other things being visible beforehand) that the power balance between the mega stars according to the world bank were as they were (EU, China, other BRICs nations, USA, BRICs as a unit, and the puchasing power of either Trade Deals: TTP | TTIP – that strangely had no BRICs through a process and for reasons that for now I shall not go into); to get straight to the point
– an urgent desire (who knows at what cost) to obtain the top of the podium
(so to speak)
not only of global economic dominion but through such dominion to finally achieve Ayn Rand’s wishes that place us at the mercy of all Distópiic authors’ worst nightmares (not just those of Orwell, Huxley, Bradbury, Kafka, Nabokov, Golding, and Nolan among others but ironically even Rand’s own Anthem-like world if one is to correctly identify the governing body).

We all know of how modern democracies have succumbed to lack of sovereignty already due to Lobby and Trade Deals passed in the most shifty of manners
(making it ridiculous to take the voting process, for instance, seriously in what one still calls “sovereign” states. )

and how already distopic the world
(whether in what we still stubbornly call demicratic nations, regardless of Democracy actually existing in said countries or not, or other types of regimes be they dictatorships or whatever they be..)

we live in has become.

ParteB_doDipticoIII_daSerie_PraiasDeF___deGuidaAlmeida

I suppose in light of China (for instance) not accepting or entering the TTP. Brazil not being in the mood for the TTIP, etc.
and the recent making of the New Development Bank (AKA – the “BRICS Development Bank” – currently run by K. V. Kamath)

made such matters more urgent still on the part of those poor suffering souls
(ie. the promoters of either deals: the TTP or the TTIP)
who think they’re “losing terain”
(how my heart bleeds on their account, I think I’ll just have get myself a popsicle or something..)

Well, isn’t this sweet. They look like kids playing in Sandbox. If only the Sandbox weren’t what it is..

The problem with this kind of Kindergarten foolery is that they aren’t in Kindergarten and there’s no one to place them in a corner with their noses to the corner (and appropriate headgear – the dunce hat).

I have to take things to this level (forgive me) because the entire subject matter is so tragic and monstrous that I would run out of adjectives (adverbs, nouns, verbs.. – the whole lot)
before I begin to say how I feel.

While we’re on the subject of great folley, does anyone have any updates on Fukushima?

OtherHalfDiptico_GuidaAlmeida

Oh, I almost forgot (silly me), have I mentioned the fact that the former President of the European Commission, Mr. José Manuel Durão Barroso (2004 – 2014), a man who had *fled from his responsabilities as Portuguese Prime Minister to become

(*elected 2002 – flew the coop in 2004 after showing much promise in terms of turning public utilities & services to the private sector and into commodities (in his own country), like a puppy wagging a proverbial tail and eager to please
(not necessarily his voters and non-voters whom he chose to represent by going into office in 2002, but that’s another matter..), thereby the apple of the EU’s “European Coucil”‘s eye as ‘Presidential material’ – and to think this man started his political climb from the Portuguese ‘Maoist Party’ – MRPP, talk about gymnastics.. I mean – wow!), 

(to become) the long running man of Power for the EU during the recent 10 years, has upon retirement from said position (position – LOL)
been granted
(the way it was announced (not even two weeks ago) was very much in the lines of “The Gang That Couldn’t Shoot Straight”, actually perhaps more Copolla like come to think of it)
by the hand of the man he’s subsituting (with his expressed *blessing) entrance to replace Mr. Francisco P. Balsemão in the Bilderberg’s lovely – Steering Committee.
I’m not sure what exactly the definition for *retirment is within such a group but perhaps Mr. Kissinger could give a very nice one (maybe a Disney-like version, that would be cute. I’m picturing it right now..).

I have a sweet little Link (in PT) from Mr. Balsemão’s very own (one of many) News sources – Visão
I haver another Link (also in PT) from another news source – Publico
(this second news link right above has an interesting way of saying it – making one think of lovely crowning receptions for Succession.. Oh my, I’ve gone back to Disney-like imagery in my mind’s eye.)

Aaaaaah.. the Bilderberg kindergarten bunch, here’s a very fresh update showing the current Steering Committee of that darling group of blossoming kindergarten boys and girls (all so cute and daisy-like – I’m sure all they need is a hug and weeeee.. off to get cotton-candy, girl-scout cookies and playing leap-frog while their mommy and daddy aren’t looking so they don’t get scolded for mischievous behaviour) – LINK

Again, since we were on the subject of great folley, and now having all sorts of Disney-like animations in my head, does anyone have any updates on Fukushima?


(português)

O que me ocorre (assim de repente) ?
Vou deixar uma resposta que agradará a um certo grupo de gente que dizem ser muito nossos amigos, informando e alertando-nos sobre a actualidade, e outros ainda que nos tem felicitado tanto pelo esforço do país e o éxito e..-  blah, blah, blah..blah,  mais uns quantos que por sufrágio ficaram colocados na AR (quer em partidos do actual executivo, quer na oposição) e que certamente estão roucos de falar/informar/defender os interesses das pessoas regidas pela dita assembleia.
Um tratado que, pelos vistos e à semelhança de outros (os espero que já famosos TTP  e TTIP), serve para ultrapassar a legislação das terras abrangidas, põem uma pessoa a questionar ainda mais o motivo de votar (remetendo a questão do sufrágio das nações implicadas nele ao ridículo e ‘imbecilizante’).



– É um tratado muito fofinho,
para corrigir falhas em outros tratados que afinal
ficam aquém das expectativas para conseguir regulamentar coisas que (para o nosso bem) não se pode saber estarem a ser regulamentadas,
coisas tais como a correcta
densidade das sandes de couratos ou,
a permitida utilização de aparelhos electrónicos, quando aquecem, por parte das pulgas que partilham o mesmo gato.
Certamente será pouco mais que isto.
Imagino-o cheio de lacinhos cor de rosa, balõezinhos azul cueca,
tiras nas pontas em tafetá,
com palhacinhos a dançar por perto e abelhinhas a voar,
e com um cadeado lindo em banda desenhada feito holograma que paira, trancando tudo apesar de
se apresentar como efeito visual,
afastando qualquer mão que se lhe aproxima com
uma palmadinha e um raspanete meio piegas.
É um tratado pensado e desejado para o nosso bem,
criado por gente muito engraçada e desejado por gente ainda mais engraçada.

Enfim, entre a entrada do recém emigrado (por pouco tempo, para a terra do Walt Disney), ex-presidente da comissão europeia, como membro da direcção do Grupo Bilderberg para suceder o senhor que agora estará junto ao Kissinger (e outros), num grupo de Ex-não-sei-quês a fazer uma espécie de desmame (quiçá) com idas ao parque aquático da Nazaré e tertúlias no Lidl, e ao que parece, uma espécie de inquietação por não achar ‘tratadas’ as coisas como deve de ser após o recém fundar do Banco dos BRICS, tendo em mente um artigo que foi escrito em Março de 2014
– The Ukraine, the new European Powder Keg, trade deals TPP and TTIP – war , 

só me apetece perguntar se alguém tem novidades sobre Fukushima.
(Irra!!)

ChessHandBYGuidaAlmeida


Miguel Portas – a heartfelt farewell

One of the extremely rare times I’ll ever shed a tear for the loss of someone in the world of politics.
I do it not solely on account of a sense of friendship or compassion,
but mostly for our having lost a man of his stature and moral character.
The world needs more like him.I truely grieve his passing and in his case it would have always been a premature departure.
To Miguel Portas –

Miguel

 

(video clips with English dubbing)

 

 

 

 

 

 

 

videos (em Português)

 

 


– 14 de Janeiro, de 2011

 

– 11 de Maio, de 2011

 

 


– 10 de Fevereiro, de 2012

 

 

de 2008

 

 


– (a data de se ter carregado este video para a internet é de Fevereiro de 2010)

 

 

 

 

 

 

 

 

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( from last Wednesday’s post  in – GUIDA  FINE  ARTS – escito na Quarta-feira passada no blogue )

 

 

 

« Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

April 25 (To the streets……….) & a very hard farwell

 

( 1 de Maio – 1958 /  24 de Abril )
Miguel

To the streets I take my unbelieving body
to the streets..
(This blogue shall temporarily cease – Thank you for reading – Take care) » 

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( Miguel Portas – fotogtrafia de Dionisio Leitão)
para ver o original – http://farm1.static.flickr.com/151/356088093_a5f0bd936c_o.jpg

 

 

 

 

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(e de –  José Manuel Pureza )

« Aprendi do Miguel, talvez como de ninguém mais, o significado de “vida em abundância”. Foi sempre por essa vida para todos que ele lutou. E foi essa vida que ele viveu. O Miguel sabia que a diversidade do mundo era o melhor dos antídotos contra as vidinhas mesquinhas e fechadas. Partiu hoje para uma viagem sem destino. Deixou-nos um sorriso e muitos desafios. Um abração, pá! »

(De seguida – informação sobre o velório, e missa, citando directamente Catarina Portas)

 

« A todos os que se quiserem despedir e lembrar o Miguel Portas:

O velório decorrerá amanhã, sábado, entre as 15h00 e as 19h00, no Palácio Galveias, Campo Pequeno.

Uma sessão evocativa acontecerá no Jardim de Inverno do São Luis, no domingo, entre as 14h30 e as 17h00.

Uma missa será rezada pelo Padre Peter Stillwell, a pedido da sua mãe, no domingo às 17h30, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus que o nosso pai desenhou, na Rua Camilo Castelo Branco, ao Marquês de Pombal, Lisboa. »

 

 

 

 

 

 

 

(deixo aqui um abraço solidário aos pais, filhos e irmãos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Amadeo de Souza-Cardoso & Pablo Picasso (Oct 25 – and two towering figures in the world of Fine Art)

Two great men from the world of Fine Arts that thus share the day, both intimately tied to a date iniciating and terminating the grandest of all works of art.
October 25,1881 – Birth of Pablo Picasso
October 25, 1918 – Death of Amadeo de Souza-Cardoso

(Português)   Um dia que é assim ligado a duas forças (figuras) ENORMES no mundo das belas artes, pelo iniciar e finalizar da maior obra de todas – a vida.
Having stated the above in the first hour of the day I now reiterate my feelings and add other things that have been on my mind lately (but only a few)

 

 

I’ll also add some images of some of the works by both that I love so well.

As for the other thoughts..
I’ll place them below so as not to tinge or taint the beauty of both men’s oeuvre with ugliness

(well – I must admit that the last link isn´t so and for that reason I leave it last so as to end on a note of courage and  ethics)

Amadeo & Pablo

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Regarding the age we live in:
I leave a Saramago quote made 14 years ago plus links to articles from the past 24 hours

(in Portuguese some, and others in English)

 

Nós estamos a assistir ao que eu chamaria a morte do cidadão e, no seu lugar, o que temos e, cada vez mais, é o cliente. Agora já ninguém nos pergunta o que é que pensamos, agora perguntam-nos qual a marca do carro, de fato, de gravata que temos, quanto ganhamos…” José Saramago – Fonte: El Mundo (1998)

 

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(PT)
Do jornal – Jornal de Notícias:

«  “A senhora Merkel é responsável da Alemanha, eu sou responsável de França. Nós encontramo-nos na situação de ter de tomar decisões a favor dos países onde nunca fomos eleitos. E cada um de nós pode perceber que isso levanta problemas democráticos”, adiantou o presidente francês.

“Não temos mandato para gerir esses países e, por isso, temos de lhes pedir para que façam esforços (…) Mas se a Alemanha e França não tivessem decidido assumir as suas responsabilidades, onde estaríamos hoje?”, afirmou ainda Sarkozy.  »

– Lendo notícias destas só dá vontade de responder (como já disse a uma pessoa amiga em relação a este artigo):
Sim. Talvez estariamos nos os Sarentos que Sanrozy fala, sem dividas, é o que é.. pois é. Mas a verdade é que por muito que eles e seus anteriores tivessem pedido que no caso de países como o nosso, se desmantelasse o “tecido económico” que tinham (no nosso caso foi flagrante o quererem nos transformar numa colónia balnear, e pior.. quem nos des-governava na altura de entrar, e consequentes anos, na CEE.. aceitou.. qual cahorrito a abanar a cauda feliz e contente na sua incompetência grave.. pois)

 

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(EN)
Some of my more recent thoughts regarding Wikileaks are

– that It has been constantly “blackballed” by the very same institutions that have ruthlessly conquered the world and copiously bleed us without the bat of an eye (War monging Arms dealers & High finance / Banking institutions)
Why?
– because showing crimes of war, is deemed worse than beating men when they’re down, or starving. People who try to shed light upon that which is true criminal behavior (paint it as you wish, this is what it is), and-or  hypocrisy, are a threat to them (we understand.. If those that are bled awaken from their dream-like nunbness, said fiends have no future)

 

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(PT)  Nem de propósito e à semelhança da WikiLeaks temos estes que estão nesta notícia que provavelmente são olhados de lado por atacar redes de pedofilia, pois.
ver aqui – Diário de Notícias

e no
Público

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(PT)
E mais uma notícia sobre os senhores que nos obrigam a pagar com o dinheiro que não é deles, é nosso, juros sobre dinheiro que.. que é nosso e não é deles..

jornal – “Económico”

 

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(e deixo algumas das coisas que já tinha dito em relação a este video noutro lugar, em Português a seguir ao video)

 

Finally a video-clip from a couple of days back showing a young 24 year old war veteran protecting  those unarmed from harm’s way at the hands of whom supposedly had been appointed to protect..

Some of which one can clearly read as feeling shame from listening to his words.

 

 

  • «     uma coisa é um homem (com, ou sem consciência do seu corpo), erguer-se nos seus 24 anos (e quando digo “consciência do seu corpo” não me refiro ao físico que é o que se vê, mas sim o dos “herois” helênicos, do primeiro épico homérico, onde, como ainda hoje se diz, a coragem e/ou a bravura  vem como um acto do instincto, é imediato e instantâneo.. a bravura como acto sem tempo de raciocínio.. só reacção) Este homem de 24 primaveras, se nos colocássemos MESMO nos pés dele, educado como foi, e que se vê com ideais (certas ou erradas mas as tem, assim como valores que ele menciona “n” vezes), este menino foi mandado para uma guerra que sabemos injusta, mas que ele em nome de sua pátria defendeu.. e ao contrário de muitos pelo mundo fora, com tanta mortandade, este menino tem valores.. A reacção dele é instantânea para defender “civis desarmados”.. o resto não importa, ele tem muito tempo para perceber os erros do mundo e da ganância dos homens atrás do aproveitamento dos que têm nobre espírito.  Pergunto-me, quantos têm assim “corpo”, para defender e gritar a um “corpo” de polícias.. -“Where’s the honour in that? Where’s the honour in harming unarmed people”..

    Eu que odeio visceralmente a guerra curvo-me sempre ante quem, mesmo tendo sido exposto à perversidade das guerras assim defende os desarmados, ele também o está, e pede como se vê.. –  Pede algo que se subentende como sendo- “querem bater, então batam em mim, eu que lutei por vós.. F*****-se
    “.
    Ele tem 24 aninhos, é de Nova Iorque..,com tudo que tal facto implica.
    E é novo, se alguém tem o futuro nas mãos é ele, e outros como ele, que começam a questionar coisas, e ainda têm valores.. num mundo que não o tem.
    Ele está zangado com a autoridade.. e desafia-os..  A guerra, que para quem a sentiu, não ouso imaginar, será horrendo e não deve fácilmente sair da psíque.. ao ser confrontado por outro/s amareicano/s de farda.. muito menos com o tempo que ele terá tido desde então.. 

    – E em relação a duvidas (…), encenado.. para e porquê?
    Já tive a experiência que chegue daquela cidade, que é uma das mais densamente popolacionadas áreas do planeta..
    É, se não a maior cidade dos EUA, uma das maiores.. é evidente que isto é mais que natural e provável ser, por todos os motivos e mais algum, genuíno. 
    (perdoem-me o lençol de texto.. -e nem falei de Gandhi, MLK, ou Mandela.. )»

 

  • «  E continuo a dizer, não só pela experiência que possa, ou não, ter vivido em tais locais.., mas até mesmo pela apetência mundial da última década de Big Bothers, e de  outros “reality shows”, que eram apenas aqueles exercícios (parece-me), das forças armadas para ver quem podia passar muito tempo fechado num submarino por exemplo..
    – Um mundo “policial”, que mesmo no lazer se tem colocado ante câmaras por lazer (os que televisão vêem).. enfim.  Não me custa nada acreditar nisto – de forma alguma, mas pode de facto ser apenas a minha ingenuidade.. »

 

  •  « E  viva o humanismo, mais quem ainda consiga ter valores, num tempo em que não as há.. viva quem defenda o desarmado.. amor pelo próximo, e de peito aberto/exposto

 

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An enlightened and uplifting October 25th to all.

Have a nice day.

 

Uma muito boa tarde a todos

 

 


October 5 – 5 de Outubro

(a post in English & em Português..)

Before I begin regarding October 5th it has occurred to me that I let pass a day I hold very dear.
The day that saw the birth of Mohandas Karamchand Gandhi – October 2nd
( 1869 )

“I will give you a talisman. Whenever you are in doubt, or when the self becomes too much with you, apply the following test. Recall the face of the poorest and the weakest man [woman] whom you may have seen, and ask yourself, if the step you contemplate is going to be of any use to him [her]. Will he [she] gain anything by it? Will it restore him [her] to a control over his [her] own life and destiny? In other words, will it lead to swaraj [freedom] for the hungry and spiritually starving millions?
Then you will find your doubts and your self melt away.”

– One of the last notes left behind by Gandhi in 1948, expressing his deepest social thought. (exact words as taken from Here )

“A minha vida é um Todo indivisível, e todos os meus actos convergem uns nos outros; e todos
eles nascem do insaciável amor que tenho para com toda a humanidade.”

“A única maneira de castigar quem se ama é sofrer em seu lugar.”

Mahatma Gandhi

EN.
After the sinking in of this recent Nobel for Physics (LINK to the National Geographic article posted yesterday)
regarding a subject matter I’ve found to be highly fascinating these past few years, I leave you with a detail of one of the pieces of a project I’ve been working on this past week.. part of the 3rd work within a series of 5.

Today having been a National holiday commemorating the onset of the country becoming a Republic (Portugal), I post the above image of a ‘darkness’ along with a pair of video clips containing actual footage of the event back in 1910.

I also share a Link to today’s post in the Blog GUIDA  FINE  ARTS containing a brief summary of my thoughts regarding this year’s commemoration – to view please click on the link here or just above this (on the blog’s name)

I now thank you for reading and wish all a fine October 5.

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PT
Agora sobre os “brandos costumes” do país..
Peço desde já perdão por não me traduzir, e espero que o que acima está escrito não seja difícil de entender.
Peço-o embora saiba que a maioria de quem Português fala sabe inglês (assim julgo), assim continuo em vez de traduzir-me, com algo que parece complementar o que escrevi mais cedo no Blogue que referi – “GUIDA  FINE  ARTS”

Cito um pouco do artigo na revista Visão (acho que vale a pena o ler todo) do final de Agosto, artigo que acabei de ler já no fim do dia, e apôs ter escrito no blogue que referi, e no qual assim mostra como se manipula a memoria colectiva de um povo..
Assim deixo-vos com o que se segue:

VISÂO
(trechos do artigo escrito por  Luís Almeida Martins  11:41 Quarta feira, 24 de Ago de 2011

Para ler mais – clicar AQUI )

MENTIRA N.º 1

Portugal é um país de brandos costumes

Não é verdade. Só nos séculos XIX e XX, contam-se por milhares os mortos em guerras civis e revoluções. Foi o Estado Novo que inventou o chavão, numa operação de ação psicológica 

Naquela manhã de céu azul, a capital acordou ao som do canhão.

Erguiam-se barricadas, o vizinho lutava contra o vizinho, com soldados pelo meio e bandeiras nacionais de ambos os lados. Ao final do dia, muito sangue tinha corrido nas valetas e contavam-se uns 200 mortos e mais de um milhar de feridos. Este quadro não diz respeito a um país distante nem a uma época remota do passado. Aconteceu há menos de cem anos, no dia 14 de maio de 1915. Em Lisboa, capital de Portugal. Num país de “brandos costumes”.

Se mais exemplos não houvesse, este bastaria para derrubar a tese da “brandura” dos nossos hábitos e procedimentos, posta a circular pelo Estado Novo salazarista. Mas as demonstrações de aspereza de costumes podem multiplicar-se até à exaustão.

Comecemos pelo caso acima referido. O levantamento de maio de 1915, liderado pelo grupo dos chamados “Jovens Turcos”, dirigia-se contra a “ditadura” de Pimenta de Castro, um general mandatado três meses e meio antes pelo presidente Manuel de Arriaga para governar com o Parlamento encerrado.

Jovem Turquia era o nome de uma loja maçónica de que faziam parte políticos, civis e militares. O seu objetivo repor a plena vigência da Constituição de 1911 seria alcançado, levando à imediata transmissão dos poderes para uma Junta Constitucional composta por cinco “jovens turcos”, todos afetos à entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial, uma medida preconizada por Afonso Costa, o líder do Partido Democrático.

LINCHAMENTO DE UM SENADOR

No dia 17, esta junta preparava-se para transmitir por sua vez o poder a um novo Governo, que seria chefiado pelo dirigente do PD João Chagas. Porém, nesse mesmo dia, Chagas era atingido a tiro num olho pelo advogado e senador João José de Freitas, quando se encontrava na estação ferroviária do Entroncamento, dentro do comboio que o transportava do Porto para Lisboa. Chagas ficou parcialmente cego e Freitas foi ali mesmo linchado por um grupo de populares de que fazia parte um soldado da GNR. Brandos costumes?…

Poucos anos antes, nos dia 4 e 5 de outubro de 1910, a revolução que derrubara a Monarquia e implantara a República fizera, também em Lisboa, entre 60 e 70 mortos e cerca de 500 feridos. Tinham sido erguidas barricadas na Rotunda (Marquês de Pombal) e um cruzador bombardeara o Palácio das Necessidades, onde o jovem rei D. Manuel II jogava o bridge com alguns cortesãos. Um dos obuses da Rotunda, disparados no enfiamento da Avenida de Liberdade, pegou fogo a um prédio. As (poucas) forças leais à Monarquia, comandadas por Paiva Couceiro, investiram primeiro pelo lado de Campolide, e depois a partir do alto do Torel.

O Rossio era um acampamento de soldados, com as armas ensarilhadas. O rei, a mãe e a avó passariam a noite em Mafra, de onde seguiriam para a Ericeira para embarcar rumo ao exílio. Automóveis com revolucionários dentro perseguiram-nos ainda pela estrada do Sobreiro.

REI E PRESIDENTE ASSASSINADOS

D. Manuel II, de 20 anos, sucedera 32 meses antes ao pai, D. Carlos, assassinado em pleno Terreiro do Paço a 1 de fevereiro de 1908. A meio da tarde desse dia, sob um pálido sol de inverno, o penúltimo rei de Portugal e o príncipe Luís Filipe, herdeiro do trono, tinham sido assassinados a tiro quando seguiam num landau, pouco depois de terem desembarcado do vapor do Barreiro, no regresso do palácio de Vila Viçosa. O eco dos disparos de Manuel Buíça e Alfredo Costa, dois membros da sociedade secreta Carbonária, abalou a vida política nacional e anunciou para breve o advento da República, mas o regicídio foi considerado na altura pelos lisboetas quase como algo de natural. Sabe-se agora que se tratou de um plano articulado, que envolvia além dos carbonários muitas outras pessoas, algumas altamente colocadas. Numa reportagem publicada pelo New York Times em julho desse ano lia-se: “Diz-se que a rainha Amélia reconheceu num dos assassinos um proeminente líder político, mas guarda firmemente o seu segredo.”

Implantada a República, em 1911 e 1912 grupos de monárquicos exilados em Espanha entraram em pé-de-guerra pelo Norte de Portugal, cercando vilas, investindo aldeias, aliciando camponeses e pastores para a causa derrotada.

Depois, entre 1915 e 1925 foram numerosos os movimentos militares em defesa da República democrática ou contra ela.

Um dos golpes triunfantes, o de Sidónio Pais, inauguraria no final de 1917 um ano de ditadura que terminaria com a morte a tiro, na Estação do Rossio, daquele a quem Fernando Pessoa chamara Presidente-Rei.

Era o segundo assassínio de um Chefe de Estado português em menos de 11 anos, depois do regicídio que vitimara D. Carlos.

UMA GUERRA ESQUECIDA

Ainda os tiros que tinham vitimado Sidónio ecoavam no Rossio, e já na outra ponta da linha férrea que dali partia no Porto era restaurado o regime monárquico.

Em Lisboa, os republicanos formaram um executivo obedecendo à Constituição de 1911, mas as Juntas Militares conservadoras não se conformaram e exigiram “um governo de força”. Contavam para isso com o apoio dos civis que giravam em torno do Integralismo Lusitano, de extrema-direita.

O deposto rei D. Manuel II não só acompanhava tudo com a máxima atenção a partir do seu exílio inglês como dera mesmo luz verde à movimentação monárquica. A ideia dos insurrectos era estender as suas movimentações a todo o País, mas as Juntas Militares de Lisboa mostraram-se divididas. Porém, a 22 de janeiro de 1919 uns 70 monárquicos hasteavam a bandeira azul e branca na antena telegráfica do alto de Monsanto.

Ali acabariam por ser cercados e desfeiteados por militares e civis leais à República. Mas não terminou aqui a guerra civil de 1919. Só a 13 de fevereiro, depois de combates no litoral centro do País, é que as forças republicanas entraram na Invicta e puseram termo à efémera Monarquia do Norte.

(…) ler mais
UM AGITADO SÉCULO XIX

Muito antes de tudo isto, ao longo do século XIX, sucederam-se as lutas civis -com batalhas e numerosas vítimas e as revoluções. Primeiro, logo após o curto fogacho liberal de 1820, a grande guerra que opôs de 1832 a 1834 os absolutistas de D. Miguel aos constitucionalistas de D. Pedro, e em que participaram navios e mercenários estrangeiros.

Depois, a revolução de setembro de 1836 e, na década seguinte, uma nova guerra civil com intervenção exterior a Patuleia. Perto do final do século, a tentativa frustrada de revolução republicana, no Porto, deixou estendidos na Rua de Santo António uma dúzia de mortos e quatro dezenas de feridos.

Não vale a pena recuar mais no tempo para demonstrar que os costumes portugueses nunca foram brandos. Se o fizéssemos, seria apenas para recordar os clarões sinistros das fogueiras da Inquisição ou para lembrar os múltiplos linchamentos na rua de pessoas suspeitas de “jacobinismo”, durante as Invasões Francesas de há 200 anos. Ou ainda, na mesma época, o esquartejamento do general Bernardim Freire de Andrade quando, em Braga, ordenou o recuo estratégico das milícias para o Porto.

Foi para contrabalançar esta tradição portuguesa da violência política que o Estado Novo criou o estereótipo do “país de brandos costumes”. A cabeça das pessoas “faz-se”, e o regime ditatorial dispôs de quase meio século para moldar ao seu gosto pelo menos duas gerações.

Ler mais: AQUIBoa noite, a todos.

Jack Layton (1950 – 2011 )

The Pool (G. Almeida)

Now cracks a noble heart. Good-night, sweet prince;
And flights of angels sing thee to thy rest.

(William Shakespeare – Hamlet – Horatio, in Act 5, Scene 2 )

 

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A State funeral shall be held tomorrow, Saturday – August 27th.

(The following that lies here below in this post on Jack Layton is taken from CBC News)

Jack Layton remembered as ‘courageous’

CBC News

(Image just below is a short video clip from CBC ca, watch  it by clicking on it with your mouse)

From his first election as a city councillor to his place in history as the first NDP Opposition Leader, a tribute to Jack Layton's colourful political career.Jack Layton: 1950-20115:03

Beginning of Story Content

Family, friends and colleagues are remembering NDP Leader Jack Layton as news starts to sink in that the politician known for his warmth and personality has died.

Friends and political foes alike praised Layton on Monday for his warmth, optimism and respect for opponents.

People who squared off politically against Layton, including former prime ministers Jean Chrétien and Paul Martin, as well as Prime Minister Stephen Harper and interim Liberal Leader Bob Rae, all spoke warmly about the NDP leader’s commitment to Canadians.

Layton, who led Canada’s Official Opposition, died early Monday morning at his Toronto home after a battle with cancer. He was 61.

Layton’s wife, Olivia Chow, and his children, Sarah and Michael Layton, issued a statement announcing his death.

“We deeply regret to inform you that the Honourable Jack Layton, leader of the New Democratic Party of Canada, passed away at 4:45 am today, Monday August 22. He passed away peacefully at his home surrounded by family and loved ones,” the statement read.

State funeral Saturday

Layton will be honoured with a state funeral Saturday in Toronto, senior NDP officials have told CBC News.

The government protocol office is working with the NDP and family of the NDP leader on exactly what the funeral will be.

Condolence books will be set up in Ottawa on Parliament Hill and in Toronto at city hall. Others will be located in NDP constituency offices across the country.

On Monday, mourners, many bearing flowers and other tributes, arrived at Layton’s Toronto constituency office. Friends and areas residents also arrived at his home on the quiet side street where he lived with Chow.

Social media was used to quickly organize public tributes, including gatherings on Parliament Hill, and a rally in Toronto. Later Monday evening, several hundred people came together for a vigil outside the Vancouver Art Gallery.

On Monday evening, hundreds of people were near the Centennial Flame at Parliament Hill, many leaving flowers, cans of Orange Crush that symbolize the NDP’s official colour, and notes. The crowd, many bearing candles, sang O Canada as the sun set.

The family released a letter from Layton to Canadians just after noon.

Layton had been battling new cancer

Layton’s death comes less than a month after he announced to the country that he was fighting a new form of cancer and was taking time off for treatment. Layton had been diagnosed with prostate cancer in late 2009 and underwent treatment for it. He continued working throughout that time and also battled a broken hip earlier this year. Layton used a cane for much of his time on the campaign trail this spring as he led the NDP to a historic victory on May 2.

His party claimed 103 seats, and was propelled to official Opposition status. Layton and his party were getting used to their new roles in Parliament but he did not appear to be in good health near the end of June. He said he felt pain and stiffness, he underwent tests and they confirmed he had a new form of cancer. He did not disclose what kind of cancer.

Layton’s chief of staff, Anne McGrath, said Monday that Layton’s condition took a quick turn for the worse Sunday night.

She spent a few hours with him Saturday and had a sense that he was losing a battle, but says his campaign slogan – don’t let them tell you it can’t be done – was also a personal slogan.

“It is a huge loss. It is a huge loss for me personally, but it’s a huge loss also for our party and our country,” she said.

McGrath worked with Layton for nearly a decade.

“There’s no question that my heart is broken,” she said.

McGrath said Layton was thinking about what it would mean for the party if he died. When they spoke on Saturday, they talked about upcoming events like the party’s annual caucus retreat in September and what Parliament would be like if he weren’t there.

Layton always liked to be presented with options, McGrath told Evan Solomon on CBC’s Power & Politics, including a plan for what would happen if he died.

“He was very, very practical and he was very much wanting to know that we were going to be able to continue and we were going to be strong,” she said.

After the news of Layton’s death emerged shortly after 8 a.m. ET, friends, colleagues and Canadians reacted quickly and with shock, sadness and tears. The flag on the Peace Tower was lowered to half-mast.

(…)


Utter Agony

Namelessness (or: Used to be called P…)
INSPIRED BY UP COMING ELECTIONS and SALVATION AT THE HANDS OF IMF (among others) :
By clicking on the above link, or on the following caption, one can view where I originally posted this work,
and my thoughts at the time of doing so (although these beliefs come from way beforehand, I posted it back in January)

«

Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

23 de Janeiro – Estamos quase a celebrar mais um dia de todos os santos.. pois

Coitadinha dela, da democracia, que ‘jaz morta e arrefece’..

Tivemos de Abril 1974 a Nov. de 1975 um cheiro dela, mas foi alvejada.. e mortalmente ferida.

»

– from GUIDA FINE ARTS

… and

Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

Sovereignty – April 6th 2011 (in what appears as a predetermined auction)

Eremita / Hermit : © Guida Almeida

… after years of hard work and labour by the nation’s leading political forces, another step has been attained  towards fulfilling the  objectives of those who run the world..We’ve just been sold “wholesale”.

Now that I’ve been fully domesticated,
just like my owners want me to,
back into a deep sleep..
Now that I’ve been fully domesticated,
I go where my masters bid me,
to oblivion..
Now that I’ve been fully domesticated,
I comply,
I ly down.
Eremita / Hermit :  © Guida Almeida
Publicada por Tulip em 22:06

 

I stand corrected what I had written as being «we’ve just been sold wholesale» should read  «we’ve just been *LIQUIDATED*»

 

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next:

Olli Rehn e Trichet apelam a menos diálogo na praça pública em Portugal
09 Abril 2011 | 19:49
Jornal de Negócios  com Lusa

(…)

O comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros e o presidente do Banco Central Europeu pediram aos líderes portugueses para falarem menos na praça pública. É preciso trabalho a sério, calmo e rápido, alertaram.

“Para o bem de Portugal e para o bem da Europa, preferia não ter de dialogar na praça pública todos os dias com os dirigentes de Portugal”, disse hoje, citado pela Lusa, o comissário europeu dos Assuntos Económicos. Olli Rehn fez estas declarações no final de uma reunião de dois dias dos ministros das Finanças Europeus (Ecofin) em Godollo, a cerca de trinta quilómetros de Budapeste.

Um alerta no mesmo sentido foi feito pelo presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Trichet. Afirmando que fazia “eco da totalidade” das afirmações de Olli Rehn, Trichet afirmou que o que é preciso “é trabalho sério, certamente não em público, feito com base em todas as sensibilidades (políticas) “.

Olli Rehn defendeu que “é importante que, em conjunto com as autoridades portuguesas, ora com o Governo ora com a oposição e com outros actores-chave, como o Presidente da República (…), consigamos definir uma estratégia que garanta um acordo rápido com todas as partes quanto a um programa de ajustamento orçamental”.

E voltou a insistir apelando: “Comecemos agora a trabalhar de forma calma e rápida, não tenhamos diálogos na praça pública todos os dias, concentremo-nos no trabalho de preparação deste programa”.

A ajuda financeira a Portugal, que terá de chegar até Maio na sua primeira tranche, só será concretizada depois de um entendimento entre os partidos do arco da governação – PS, PSD e CDS – quanto a um programa de redução do défice público.

Os líderes europeus não aprovarão a ajuda sem que os partidos que possam vir a integrar o Governo que sair das eleições de 5 de Junho assinem um documento comprometendo-se, no mínimo, a concretizar as medidas necessárias para reduzir o défice público para 4,6% este ano, 3% em 2012 e 2% em 2013.

Alguns países como a Finlândia – também em plena campanha eleitoral e de onde é originário Olli Rehn – estão a ser mais exigentes com Portugal do que no passado, na sequência do que se passou com a inviabilização do PEC IV.

O Programa conhecido como PEC IV mereceu a aprovação e o elogio público de dirigentes europeus e de responsáveis da EU, como o próprio Olli Rehn e Jean-Claude Trichet, que defenderam que Portugal não precisava de ajuda financeira.

O valor indicativo do pacote de ajuda financeira a Portugal é de 80 mil milhões de euros por três anos e foi aprovado nas suas linhas gerais no Ecofin que decorreu em Godollo, perto de Budapeste, na Hungria, o países que exerce a presidência rotativa da União Europeia. A primeira tranche do apoio financeiro tem de chegar a tempo de o Estado pagar a dívida de quase cinco mil milhões de euros que se vence a 15 de Junho.

(…)


Regarding political crisis, citizenship and the exercise of democracy

… and with another video of Bruce Cockburn’s 1985 piece “Call it Democracy” and another of José Mário Branco’s 1979 work “FMI” I think of the IMF.

 

 

 

In a time of political, and civic unrest I always wonder when people will understand there is truly another way

I leave you with a country that has found new light

(volto mais logo..)

ICELAND

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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