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Ivo Rosa — A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 15/07/2019) Ivo Rosa Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que uma voz se levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões. 257 more words

via Ivo Rosa — A Estátua de Sal 

 

 

Se preferirem ler já aqui o texto, na integra, deixo-o – seguidamente.

prae2

Texto escrito por: Joseph Praetorius – 15 / 07 / 2019

 

 

 

IVO ROSA

 

Estou preocupado com as pressões públicas que se exercem sobre o juiz
Ivo Rosa e o massacram, em desconsiderações sucessivas, sem que  uma voz se
levante em seu apoio, pela sustentação – nem sequer radical – que este juiz
tem feito dos Direitos Fundamentais nas suas decisões.

Mais uma vez, uma imprensa de prostituídos secunda o massacre dos
inimigos dos Direitos Fundamentais. Chegaram a imputar-lhe o desrespeito
pela jurisprudência dominante, imagine-se, como se houvesse jurisprudência obrigatória, como se ali na rua do Arsenal pudesse haver poderes
legislativos…

É bem certo que a liberdade só pode ser defendida por quem saiba o que isso
seja. Almas servis, com a gleba colada à pele (como já notava o medievo
Emanuel dei Rossi) são naturais inimigas dos direitos e, portanto, da Iustitia;
evidente – e celeste – opositora da prepotência e da opressão.

Queira Thémis, Nossa Senhora, amparar o magistrado de serena bravura que
pela certa conhece e trata pelo seu nome.

E creio que os juristas com a cabeça no sítio deviam protestar ao magistrado
a disponibilidade para o que possa ser-lhe útil. Por mim, aproveitarei estas
férias para mandar ao CSM uma cartinha a estranhar o massacre consentido,
sobretudo assente em asneras óbvias, de um juiz disciplinado, que sabe
defender a sua independência e respeitar os direitos dos seus concidadãos.

Os massacres destas “novas formas” de processo, incidem, primeiro, sobre os
arguidos a destruir, depois sobre os seus advogados – mas estes têm o dever
de ter as costas largas – e, por fim – era realmente o que faltava! – ousam
alvejar os juízes que não entreguem as cabeças pretendidas.
É mesmo preciso tratar disto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sérgio Moro e os “conges” — A Estátua de Sal (GA : De facto, no meu caso, como nunca tive uma aula do idioma, fico a querer tentar entender que raio de ensino e aprendizagem esta criatura teve durante todo o seu percurso académico. E isto, para não falar da gritante falta de noção de certas coisas elementares em termos de Direito, ou de protocolo, já que se coloca na posição em que se coloca ao visitar outro país. Nesse caso, então, é totalmente circense a criatura na sua postura. Eu comum cidadã, posso dar-me ao luxo de não me ser exigível certas coisas. Não sou ministro de qualquer governo, nem uma juiz, nem sequer sou da área, e mesmo que, tal como qualquer cidadão comum, tenha algumas noções mais que básicas de jurisprudência. || Sérgio Moro Go Home! (NO, wait, Chico Buarque and other Brazilians shouldn’t have to deal with your B.S. They truly shouldn’t, no one should. Go commit yourself, with your Cracker-Jack credentials that anyone one of sound mind questions, to a correctional facility. Or, if it pleases you more, go sit on a cactus). Oh wait, Your Bannonship, where are my manners? You’re visiting a foreign land, and somehow half a dozen ninnies – here – for some reason – see and recognize you as some kind of foreign dignitary – or – as being specialized in circus acts or something along such lines. Yes, the only title I can possibly muster is obviously not ”Your Honour”, or ”Justice whomsoever it be”, or – ”Honourable anything or person” as would be the habitual way to address a minister, just *Your Bannonship*. Do I need to explain why? Go sit on a cactus, sir. Do it now. Good-bye, and good riddance.)

(Por Joseph Praetorius, 24/04/2019) Sérgio Moro Um juiz que não sabe falar e que troca cônjuges com “conges” saberá pensar bem, já nem digo julgar bem? 415 more words

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Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 04/03/2019) Ao desencadear uma tempestade quando se soube que ia processar algumas das pessoas que o criticaram (ou todas?), o juiz Neto de Moura pode ter agora compreendido que, numa sociedade de comunicação tão líquida, a pior das condenações é ser alvo de chacota. AJude a Estátua de Sal. Click…

via Neto de Moura: vantagens e desvantagens de perder a vergonha — A Estátua de Sal


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OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal (One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, they ought to obviously be held accountable by it as well.)

Estátua de Sal, 24/02/2019 Mais uma vez este blog foi alvo da censura do Facebook. Tudo o que publiquei aqui recentemente e que tinha sido partilhado na minha página do Facebook foi de lá banido sem qualquer explicação cabal, dizem eles porque “não está de acordo com os padrões da Comunidade” Mas, afinal o que […]

via OUTRA VEZ A CENSURA — A Estátua de Sal

 


(G.A. – One continues to ask: who or what is making Facebook go against international conventions and law? Whomsoever or whatever entity fueling this should be held accountable and if perchance they be leading the network under false pretence, ought to obviously be held accountable by it as well.
Other than being ridiculous when seeing what is censored, it is unlawful conduct.  I have nothing against Facebook, it is a social media platform as are others,  but this seems too  bizarre not to ask.   Was facebook made by citizens from a country that allegedly has in its own Constitution something known to them as their constitutional ”First Amendment”? If so it will be hard to believe that they’d find it strange at all, and naturally expect them to understand its meaning.  Furthermore, unless they be more ignorant of things than the current President of their country, they’d obviously not be surprised that such is also in the Constitutions of other lands, not to mention international conventions – and law.  Who exactly is it that is thus breaking Law and Legality, one asks?   Or are we kept in the dark so as to make it difficult to hold whomsoever or ”whatever” it is, unaccountable?  If this is so, one must never forget that – sooner or later – TIME has a way of uncovering all deeds. Indeed, even if we’re all killed off, there might still be a whale or dolphin left that will point a fin at the culprit. Goodnight)


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O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal (There is a very strange McCarthy-like censorship occurring on the online social media network -Fb, in relation to ”Estátua de Sal”. There is no form of saying the source that is censored thusly invokes any kind of ”Hate” or that it has ever made any call for Hate Crimes of any sort, neither is there any possible excuse of there not being the necessary approval by the authors of the articles published therein. Make no mistake, said authors are legitimate and always published anywhere they please and anywhere that wishes to have them. Portugal is a country that has signed an oath – by international conventions – to uphold Freedom of Speech. There is no possible justification for said censorship that even goes against not only the mentioned International Conventions, but the country’s own constitution as well. I will not stand by and idly watch this go on, in silence, nor the throwing away of such things that at such great cost were made a fundamental right and duty in our constitution. Whomsoever is fueling such undemocratic, unconstitutional, abuse should be held accountable and denounced. No one is sure of the source of said censorship, but it has been going on for the past month. If they are ”fooling” the online social-media giant, they should be held accountable by it as well. |! | Aproveita-se para informar que continua a bizarríssima censura ao espaço do qual fui buscar este artigo. No tempo de Oliveira Salazar e de Franco no país ao lado do nosso o havia. E agora? Que dizer deste curioso regresso da tal mordaça da censura, para mais havendo acordos internacionais subscritos por nós aos quais – como Estado – somos obrigados a cumprir? Não pode haver equivoco possível, é intencional. Há cerca de um mês está patente: Censura, de tudo que seja publicado no Fb pela Estátua de Sal, sem que nela haja qualquer vestígio de quaisquer apelos a quaisquer ódios ou crimes movidos por quaisquer ódios, ou sequer que haja falta de autorização dos próprios autores dos artigos publicados. Sem justificação possível, a não ser que… (que dizer?)

(José Luís S. Curado, 18/02/2019) E concluo com uma interrogação: será que este pobre Titanic da Justiça vai para o fundo sem apelo nem agravo, com gente estranha na ponte, com os solistas da orquestra da esquerda a tocar num estranho uníssono o silêncio das valsas de Strauss? Haverá lealdades que valham tal naufrágio, meus senhores?

via O PSD, a Justiça e o surpreendente silêncio das esquerdas — A Estátua de Sal


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Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal — (Continua, pelos vistos, a bizarríssima censura na rede social fb aos artigos, este e mais alguns, de autores diversos, e mesmo que publicados com autorização dos mesmos. Custa ver qualquer autor alvo de censura, e já são vários. Este caso custa-me particularmente ver ser alvo de censura, embora já sejam vários a sê-lo nestes últimos dias. Aliás, o blogue -Estátua de Sal- está vilmente a ser atacado por estranhos seres, de lealdade muito duvidosa.)

(Joseph Praetorius, 03/02/2019) Podemos estar a viver os últimos dias de paz precária no que pode bem ser a guerra civil de um subcontinente inteiro. Para as novas gerações crescidas sem qualquer noção do que sejam o esforço e a grandeza da luta pela liberdade e pela dignidade dos homens e dos povos, esta pode ser uma época tremenda.

via Abutres pairam sobre a Venezuela — A Estátua de Sal


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Um clube de amigos — A Estátua de Sal — (continuação de publicações que são alvo de estranhos censores)

(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 02/02/2019) Não nos dêem hospitais miseráveis, bairros da Jamaica, comboios de Terceiro Mundo, quando chegamos a pagar 50% de impostos e o dinheiro vai para tapar os buracos cavados na banca por um grupo de gente deixada à solta a tratar de uma coisa da maior importância: o dinheiro dos outros

via Um clube de amigos — A Estátua de Sal


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Terrorismo — A Estátua de Sal

(José Preto, advogado de Bruno de Carvalho, 18/11/2018) Pode ser expressão de uma oposição política, ou opção política de um regime para manter o poder. Começou aliás por aqui. Houve o regime do terror, antes do aparecimento do terrorismo como classificação. Embora não se mostre ainda sedimentado como conceito, terrorismo é uma imputação de violência política. A meramente militar não basta, embora possa caber na designação, porque é remetida para o rol dos crimes de guerra.

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Greve dos juízes é crime de coacção contra órgãos constitucionais — A Estátua de Sal

(José Luís S. Curado, 22/11/2018) Mas, de imediato, instaurar procedimento criminal contra todos os grevistas, determinar a sua suspensão imediata com procedimento disciplinar e chamada a funções dos substitutos legais.

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Discutir economia política em Coimbra — A Estátua de Sal (artigo ridiculamente censurado na rede FB. Não se sabe se os censores encarregues sabem ler ou se apenas por terem algum transtorno mental assim agem. Quando se teme que haja actividades nas universidades e que as mesmas sejam divulgadas, que dizer, não é? O assédio à normalidade é gritante nos tempos que correm)

(Alexandre Abreu, in Expresso Diário, 31/01/2019) Amanhã (6.ª feira) e Sábado (1 e 2 de Fevereiro), na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, terá lugar o 2.º Encontro Anual de Economia Política organizado por esta Associação, subordinado ao tema “Democracia, Desenvolvimento, Desigualdade”. Contará com mais de uma centena de comunicações em sessões plenárias e painéis sobre sobre temas tão diversos como a economia política do trabalho, políticas públicas, desenvolvimento e direitos humanos, financeirização e crescimento, entre muitos outros. E com certeza contará com muitos debates francos e interessantes. Apareçam. Estão todos convidados.

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O sarilho em que eles se meteram — A Estátua de Sal

(Francisco Louçã, in Expresso, 29/12/2018) O seu pai era duas pessoas — Um velho chamado José, que era carpinteiro, E que não era pai dele; E o outro pai era uma pomba estúpida, A única pomba feia do mundo Porque não era do mundo nem era pomba. E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.

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Novo ciclo

A Estátua de Sal

(Joseph Praetorius, 30/10/2018)

prae2 Joseph Praetorius

Parecem fenómenos diferentes, embora neles haja aspectos comuns.

Na Europa, regista-se a exasperação das forças do trabalho, com o mercado invadido por vectores de migração a fazerem baixar os preços da mão de obra, acrescendo a pressão dos fundos financeiros e outros vectores de especulação,- somados ainda ao “preço” da presença das elites árabes, asiáticas, russa,brasileira, até e mesmo Norte Americana – que fazem subir os preços do imobiliário e retiram das cidades – mesmo com propósito confessado, como está a ser o caso de Lisboa – os vectores de classe média e média baixa que nelas sempre habitaram e lhes davam a cor e a identidade.

As classes médias foram postas em risco de vida pelo sistema e defendem-se. Como o sistema, de resto. As populações sentem-se atacadas pelos seus próprios estados. Com razão, infelizmente. E o sistema começou a defender-se contra a sua…

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Novo ciclo (Via – a Estátua de Sal)

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